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Ryta de Cássia

Rita de Cassia Peixoto
19/12/1954 Niterói, RJ
25/4/2006 Niterói, RJ

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Dados Artísticos

Na década de 1980 integrou o Coral Pró-Arte do Rio de Janeiro, participando também de vários outros grupos vocais.
Gravou com diferentes artistas da MPB, entre eles Milton Nascimento, Tim Maia e Jorge Benjor.
No ano de 1993 lançou o CD "Rita Peixoto & Carlos Fuchs", ao lado do pianista, compositor e arranjador Carlos Fuchs, no qual interpretou as faixas "O dono da bola" (Rodrigo Maranhão), "Choro blue" (Rodrigo Capello e Antônio Saraiva), "Mira" (Carlos Fuchs), "Ouro" (Antônio Saraiva), "Não fala de Maria" (Chico Buarque), "Dominus" (Luís Capucho e Marcos Sacramento), "Jesus" (Paulo Baiano e Marcos Sacramento), "Super-mulher" (Carlos Fuchs e Matilda Kóvak), "Europa" (Carlos Fuchs e Marcos Sacramento), "Três em um" (Carlos Fuchs) e "Vagabundo", de Antônio Saraiva. No ano seguinte passou a fazer parte do grupo Arranco de Varsóvia.
Em 1997, integrando o grupo Arranco de Varsóvia, gravou om CD "Quem é de sambar", pela Dubas/Wea. No ano seguinte, com o mesmo grupo lançou o disco  e "Samba de Cartola", pela mesma gravadora, em 1998. Os dois trabalhos com o grupo foram indicados para o "Prêmio Sharp de Música", na categoria de "Melhor Grupo de Samba", em 1997 e 1998, respectivamente. Ainda fazendo parte do grupo participou de vários CDs de artistas da MPB: "Cantoria", de Hermínio Bello de Carvalho, "Grande Tempo", de Fátima Guedes, "Agô! Pixinguinha 100 anos", de Pixinguinha, organizado por Hermínio Bello de Carvalho, "Aldir Blanc 50 anos", de Aldir Blanc, e "Simpatia 15 carnavais", do bloco carnavalesco Simpatia é quase amor, do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano de 1998 lançou o CD, "Na minha cara", também com Carlos Fuchs. O disco mereceu elogios da crítica europeia, sendo inclusive incluído na lista dos melhores discos da MPB dos últimos 40 anos, segundo a revista EFE EME da Espanha e Argentina, especializada em música. Os dois CDs foram distribuídos na Europa pela Distribuidora Tangará, com sede em Barcelona. Ainda em 1998  viajou para Portugal (Lisboa) com o grupo Arranco de Varsóvia, participando da "Noite brasileira", da "Expo-98".
Nas participações que fez em carreira solo, destacaram-se o CD "Solbumbá", de Rodrigo Lessa, e CD "Marubá", de Dil Fonseca.
A partir do ano 2000 passou a assinar Ryta de Cássia.
Em 2002 lançou o CD "Bicho doméstico", disco no qual incluiu "Deus há de ser" (Pedro Luís), "Todo dia" (Rodrigo Maranhão), "Canção pra Oxum" (Dil Fonseca), "Minha cara" (Kali C), "Ciranda do mundo" (Edu Krieger), "Coração" (Sinval Silva), "Novidade" (Rodrigo Maranhão), "Osso" (Rodrigo Maranhão), "Sinal de humanidade" (Suely Mesquita e Mathilda Kóvak) e a faixa-título "Bicho doméstico", de Luís Capucho.

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