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Ronie Mesquita

Ronald Ventura de Mesquita
28/3/1941 Salvador, BA

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Dados Artísticos

No início da década de 1960, fundou o Ronie's Quintet, atuando ao lado de Tenório Jr. (piano), Sérgio Bastos (guitarra), Sérgio Pinto (contrabaixo) e Marcio Cintra (flauta e clarinete). Participou de jam sessions do Beco das Garrafas (RJ) e de shows realizados na PUC-Rio e no clube Hebraica.

Em 1964, integrou um quinteto de jazz, juntamente com Paulo Moura (sax), Tenório Jr. (piano), Sérgio Barroso (contrabaixo), Celso Brando (guitarra) e Paulinho (trompete). Com o grupo, apresentou-se no programa "Dois no balanço" (TV Rio). Atuou, ainda nessa época, com Antonio Adolfo e Roberto Menescal.

De 1965 a 1967, fez parte do Bossa Três, ao lado de Luís Carlos Vinhas (piano) e Otávio Bailly (contrabaixo). Como integrante do trio, participou de vários shows, com destaque para "Gemini V" (RJ), e "Gemini V no México", e da montagem mexicana do musical "Pobre menina rica", de Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, e gravou os LPs "Bossa Três em Forma" (1965), "Os reis do ritmo" (1966). "Encontro - Pery Ribeiro + Bossa Três" (1966), "Gemini 5" (1966) e "Gemini 5 no México" (1967).

Em 1967, com a dissolução do Bossa Três, formou, com Osmar Milito (piano) e Otávio Bailly (contrabaixo), o Bossa Rio, com o qual se apresentou ao lado da cantora Leny Andrade, ainda no México.

No ano seguinte, mudou-se para Los Angeles com os outros integrantes do trio, que passou a atuar, também, com o pianista Manfredo Fest, realizando shows com os cantores Pery Ribeiro e Gracinha Leporace. Com o Bossa Rio, lançou, pela Blue Thumb, os LPs "Bossa Rio" (1968), "Alegria" (1969) e "Bossa Rio live in Japan", este último gravado ao vivo, em Tóquio.

No início da década de 1970, ainda nos Estados Unidos, atuou em casas noturnas com o organista e pianista Walter Wanderley e com o violonista Bola Sete, com quem gravou o LP "Fantasy".

Em 1973, voltou para o Brasil. Formou um quarteto, nesse ano, integrado também por Gilson Peranzetta (piano), Ricardo do Canto (contrabaixo) e Ricardo Pontes (sax e flauta), com o qual atuou, durante seis meses, na casa noturna Number One (RJ), ao lado dos cantores Rolando Farias e Marly Tavares.

Em seguida, foi convidado para gravar um disco com o grupo, pelo selo de Eddie Barclay, em Paris. Viajou, em 1974, para a capital francesa, onde lançou o LP "Ronald Mesquita e Central do Brasil". Apresentou-se, com o conjunto, em Paris e em Barcelona.

No ano seguinte, retornou ao Brasil. Inaugurou o Hotel Sheraton, atuando ao lado de Jorjão Barreto (piano), Técio Crispim (contrabaixo), Zé Bigorna (sax) e os cantores Loalva e Jaime.

Em 1976, a Top Tape lançou no mercado brasileiro o LP "Ronie Mesquita e Central do Brasil".

Atuou, durante o ano de 1977, na boate Saravá (RJ), ao lado de Tavinho Bonfá e Sonia Burnier, e, em seguida, no Special Bar (RJ).

No final dos anos 1970, formou um quarteto de jazz com Alberto Chimelli (piano), Flamarion (contrabaixo) e Guilherme Rodrigues (sax alto e flauta), com o qual se apresentou no Clube 21 (RJ).

Sempre ligado às artes plásticas, a partir do início dos anos 1980 começou a trabalhar como marchand.

Montou, em 1991, o Estúdio Guanabara, galeria de artes especializada na estética dos anos 1950 e 1960, localizada em Ipanema (RJ).

Em 1999, reuniu-se a Luís Carlos Vinhas (piano) e Tião Neto (contrabaixo), trazendo de volta ao cenário artístico o Bossa Três. Apresentou-se com o grupo no Mistura Fina e no Bar do Tom (RJ), e, também, no Teatro Municipal de Niterói, em dois espetáculos que contaram com Billy Blanco e Maurício Einhorn, como convidados especiais.

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