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Romeu Ghipsman

Romeu Ghipsman
Circa 1900 Rio Grande do Sul

Dados Artísticos

Iniciou a carreira artística na segunda metade da década de 1920, logo sendo contratado pela Odeon gravadora pela qual lançou seus primeiros discos em 1928, interpretando ao violino os fox-trot "Some fiddlin" e "Hickville hot", ambos de Charles Saul Harris, e os choros "Flor de cerejeira", de Lúcio Chameck, e "Ursada", de I. Kolman. Em 1929, teve o fox-trot "Alegria" gravado na Odeon pela Orquestra Pan American. Nesse ano, gravou ao violino o "Scherzo", de Kinns Man Benjamin, e "Oriental", de Cesar Cui. Ainda em 1929, gravou três disco pela Parlophon interpretando "Lied ohne worte", de Mendelsshn, "Noturno" e "Serenata", de Agnelo França, "Melodia (OP. 42 - nº 3)", de Tchaikovsky, "Canção triste", de Lambert Ribeiro e "Thais", de Massenet. Em 1930, gravou ao violino a gavota "Arietta", de P. Dudessi, e a melodia "Canto de violino", de Radamés Gnattali. Nesse mesmo ano, gravou ao violino com Mark Hermans ao piano a canção "Malandrinha", de Freire Júnior, em duas partes com arranjos de Mark Hermans. Em 1932, fez arranjos para a valsa "Olhos negros" que com letra de Paulo de Carvalho foi gravada na Odeon por J. Mário. Ainda em 1932, gravou ao violino "Quimera", de Mark Hermans, e "Na Bahia tem" com arranjos seus e de Mark Hermans. A partir de 1933, atuou como violinista na Orquestra Típica Victor, com a qual gravou diversos discos incluindo músicas como "Recordando", "Cabuloso", "Estilo de vida", "Tristonho" e "Entardecer", de Radamés Gnattali, entre outras. Em 1933, fez a sonorização do filme "Onde a terra acaba", com direção de Octávio Gabus Mendes e música de Mário Azevedo. Em 1935, gravou duas composições de Luis Cosme: "Oração a Teniágua" e "Mãe d'água canta".

Em 1936, foi contratado como diretor artístico pela então iniciante Rádio Nacional. Na mesma Rádio atuou tocando violino no Trio Carioca, que incluía Radamés Gnattali ao piano e Iberê Gomes Grosso no violoncelo. Esse trio passou a tocar toadas e choros ilustrando programas e preenchendo eventuais brechas na programação. Ainda em 1936, regeu a Orquestra de Concertos da Rádio Nacional no concerto de inauguração da Rádio Nacional, em apresentação que contou com as presenças de Radamés Gnattali ao piano, além de Bidu Sayão, Maria Giuseppe Danise, Bruno Landi e Aurélio Marcatu. Em 1939, passou a integrar o Quarteto de Cordas de Radamés Gnattali. O quarteto estreou no mesmo ano na Rádio Nacional com a apresentação da peça "Quarteto nº 1", de Radamés Gnattali.

Entre outros programas na Rádio Nacional, apresentou-se em "Quando os maestros se encontram", que reunia outros maestros da Rádio.

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