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Rogério Batalha

Rogério Batalha da Silva
30/11/1970 Rio de Janeiro, RJ

Biografia

Poeta. Letrista. Professor de Literatura.   Nasceu no bairro de Miguel Couto, município de Nova Iguaçu, cidade da Baixada Fluminense, mas foi criado no subúrbios carioca da Penha, Madureira e Cascadura. Em 1998 publicou o livro de poesias "Malícia", com texto da contracapa de Waly Salomão, do qual destacamos o seguinte trecho:   "Este poeta eu queria que vocês tomassem cuidado!/ Ele é bom e por isso é perigoso!/ Ele deveria andar com uma placa indicando/ Danger: o perigo".    No ano seguinte, em 1999, lançou o volume "Bazar Barato" (poesias), com texto de apresentação de Antônio Cícero: (trecho)   "Confundem-se os fluidos vitais desse Rio realimaginário de megalópole do terceiro mundo em final de milênio, onde o cosmo está em carne viva. Exulto. Graças ao poeta, alguma coisa já não é a mesma na cidade em que vivo".   Neste mesmo ano, de 1999, foi convidado por Wally Salomão a participar do recital poético "Esta noite se improvisa", apresentado nas Lonas Culturais João Bosco e Hermeto Pascoal, do qual também participaram Jorge Salomão, o grupo Afroreggae, entre outros poetas e músicos. No ano de 2002 lançou "Melaço" (poesias) com prefácio de Ricardo Oiticica, destacando o trecho:   "O melaço de quando cana. O melaço enquanto sangue. O mel, enfim, do bagaço. É esse desvio semântico - de cana, mel e bagaço - que deixa Batalha de fora da lira edulcorada que se lê por aí".   Dois anos depois, em 2004, na Lona Cultural Terra, participou de um debate sobre a poética de Ferreira Gullar, com a presença do autor. No ano seguinte, em 2005, ao lado de Francisco Bosco, Luiz Fernando Medeiros de Carvalho e Oswaldo Martins, fez parte da mesa que debateu poética e contemporaneidade, na Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano editou o livro de poesias e letras "Anfíbio" (Edição Armazém Digital), contendo poemas musicados por Moacyr Luz e Paulinho Lêmos. No ano de 2013 participou do evento "Ponto de Encontro", bate-papo sobre canções e poesia, na Lona Cultural João Bosco, com Antonio Cícero, Geraldo Carneiro e Hermínio Bello de Carvalho. No ano posterior lançou os livros de poesia "Inventário" (Editora TextoTerritório), "Cidade fundida" (poesias) e "A Medida do sal", letras, cerca de 40 delas, tais como "Baluarte", "Caso perdido" e "Balé do fogo", musicadas por parceiros como Moacyr Luz, Roberta Nistra, Agenor de Oliveira, Paulinho Lêmos, Eliane Faria, Kinho e Rogério Lopes e Dú Basconça. Teve poesias incluída na oletânea organizada pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

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