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Rodrigo Campos

Rodrigo Augusto de Campos
17/4/1977 Conchas, SP

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Dados Artísticos

Iniciou a carreira como integrante da banda Losango Cáqui, com a qual gravou dois CDs homônimos, em 1997 e 1999. Em 2004, lançou o primeiro disco de carreira solo, “Calado”. Participou, em São Paulo, dos projetos “Prata da Casa” (Sesc Pompéia), “São Paulistas: Vanguardas” e “Disco de Ouro”, neste último assinando também a direção musical. Em 2006, lançou o CD “Cão”, que contou com a participação do guitarrista Lanny Gordin. No ano seguinte, participou do festival “TrocaBrahma”, apresentando-se no espaço Koko, em Londres. Em 2009, lançou o CD “No chão sem o chão”. O disco contou com a participação de Bocato, André Mehmari e Lanny Gordin, além de Guilherme Held (guitarra), Fábio Sá (baixo), Curumin (bateria) e das cantoras Andréia Dias, Lulina, Mariana Aydar e Nina Becker. Nesse mesmo ano, fez o show de abertura da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) e assinou a direção musical do projeto “Trilhando” (Sesc Pompéia), recriando a trilha sonora da vida da cineasta Sandra Werneck. Em 2011, lançou o CD “Um labirinto em cada pé”. Ao lado de Romulo Fróes (voz e violão), Kiko Dinucci (voz, violão e guitarra) e Marcelo Cabral (baixo acústico), formou o grupo Passo Torto, com o qual lançou, nesse mesmo ano, o CD “Passo Torto”, contendo suas composições “Cidadão”, “Três canções segunda-feira”, “Da Vila Guilherme até o Imirim”, “Sem título sem amor” e “Detalhe azul”, todas com Rodrigo Campos, “A música da mulher morta” e “Por causa dela”, ambas com Kiko Dinucci, e “É mesmo assim” (c/ Rodrigo Campos e Kiko Dinucci), além de “Faria Lima pra cá”, “Samuel” e “Cavalieri”, todas de Rodrigo Campos e Kiko Dinucci. O disco é uma co-produção do grupo com Maurício Tagliari, que participou, ao violão, na faixa “Por causa dela”. Seu CD “Um labirinto em cada pé” figurou na relação “Os Melhores Discos de 2011” do Jornal “O Globo”, em seleção assinada por Bernardo Araujo, Carlos Albuquerque, Leonardo Lichote, Luiz Fernando Vianna e Silvio Essinger. Em 2014 lançou o CD “Barulho feio”, com participação dos músicos Thiago França (sopros), Guilherme Held (guitarra), Marcelo Cabral (baixo) e da cantora Juçara Marçal, com quem divide os vocais em “Espera” (Rodrigo Campos, Rômulo Fróes e Alice Coutinho). Nesse mesmo ano lançou com o grupo Passo Torto o CD “Passo elétrico”, com músicas de sua autoria, dentre as quais “Símbolo sexual” (c/ Kiko Dinnucci), “A não ser que me ame” (c/ Rodrigo Campos) e “Passarinho esquisito” (c/ Rodrigo Campos). Em 2015 lançou, pelo selo YB Music com apoio do projeto “Natura Musical”, o CD “Conversas com Toshiro”, que incluiu músicas inéditas e autorais e participação das cantoras Juçara Marçal e Ná Ozzetti. Em 2017 lançou, ao lado de Juçara Marçal e Gui Amabis, o CD “Sambas do absurdo”, inspirado no texto “O mito de Sísifo” (Albert Camus). O disco incluiu oito sambas, de sua autoria com Nuno Ramos, intitulados “Absurdo” e numerados de 1 a 8. Em 2018 lançou o CD “9Sambas”, em que gravou nove faixas autorais. O disco teve participação de César Lacerda em “Casa velha” e de Juçara Marçal em “Batida espiral”, “Joguei o jogo”, “Cecília e a razão” e “Clareza”, esta gravada por Elza Soares no disco “Deus é mulher” (Deck, 2018).

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