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Pinga

Enedir Vieira Dantas
Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 1973 ingressou na Ala de Compositores do Grêmio Recreativo Mocidade Unida de Padre Miguel. No ano seguinte, em 1974, seu primeiro samba-enredo para a escola, "Santos Dumont, o mais pesado que o ar",  foi escolhido para representar a agremiação no desfile. Neste mesmo ano, 1973, ganhou o primeiro lugar no "Festival de Samba de Terreiro", promovido na quadra da escola. Em 1975 a Escola de Samba Mocidade Unida de Padre Miguel voltou a desfilar com samba-enredo de sua autoria, desta vez intitulado "Carnaval através dos tempos". Também neste ano classificou-se em primeiro lugar no "1º FestSamba", promovido na quadra da escola. No ano posterior, em 1976, passou a fazer parte da Ala de Compositores do Grêmio Recreativo Imperatriz Iguaçuana, no qual conquistou quatro campeonatos, destacando-se o samba-enredo intitulado "Do malandro consagrado, Zé Carioca é o retrato falado". A convite do parceiro musical Menilson ingressou, no ano de 1978, na Ala de Compositores do Grêmio Recreativo Arrastão de Cascadura, para o qual compôs, no ano seguinte, em 1979, o samba "Da Lapinha ao coreto: um folguedo popular", em parceria com Menilson e Adilson Barbado, que se tornou o campeão, sendo esta sua primeira composição gravada. No ano de 1982, com o samba "Castigo", venceu o "1º FestSamba" do Grêmio Recreativo e Escola de Samba Leão de Nova Iguaçu. Dois anos depois, em 1984, ingressou na Ala de Compositores do Império da Tijuca e no ano seguinte a escola desfilou com o seu samba-enredo "Ai que saudade - Custório Mesquita".  Fez parte também da ala de compositores de outras escolas, destacando-se o Grêmio Recreativo Estação Primeira de Mangueira, onde fez diversas apresentações na quadra da escola e também pertenceu à ala de compositores do Grêmio Recreativo e Escola de Samba Inocentes de Belford Roxo, onde ganhou vários festivais de samba de terreiro na quadra da escola. Em 1986 sua composição "Quem usa antena é televisão" (c/ Celsinho da Barra Funda) foi incluída no LP "Alô malandragem, maloca o flagrante", de Bezerra da Silva, lançado pela gravadora RCA Victor. No ano posterior, em 1987, o mesmo cantor gravou, no disco "Justiça social" (RCA VICTOR), o samba "Um comédia nas paradas" (c/ Dunga do Coroa e Baez). Dois anos depois, em 1989, sua música "Vai pagar caro informante", composta em parceria com Dunga da Coroa e Baez, foi interpetada por Bezerra da Silva no LP "Se não fosse o samba", lançado pela gravadora BMG Ariola. No ano seguinte, em 1990, Bezerra da Silva voltaria a incluir uma composição sua em seu trabalho, a faixa "Cachorrinho de polícia" (c/ Rodi do Jacarezinho e Pedro Butina), desta vez no CD "Eu não sou santo" (BMG Ariola). No ano de 1992, no CD "Presidente caô", Bezerra da Silva interpretou os sambas "Sou cadeado" (c/ Genilda do Pinga) e "A vida do povo" (c/ Laís Amaral e Guilherme do Ponto Chic). Em 1996 no CD "Meu samba é duro na queda", lançado pela gravadora RGE), de Bezerra da Silva, sua composição "Meu samba é duro na queda" (c/ Guilherme do Ponto Chic e Dafé Amaral), de título ao disco do cantor. Integrou, no ano de 2014, a Ala de Compositores do Grêmio Recreativo e Escola de Samba Leão de Nova Iguaçu. Foi o vencedor de vários festivais, destacando-se o "Festival de Música da Associação das Escolas de Samba do Rio de Janeiro" com a composição "Ciúme"; "Festival Recanto da Beija-Flor" (casa de shows), com a música "Destino cruel" e o "Festival Bayer do Brasil" com a composição "Pintura". Teve composição gravadas por diversos artistas, entre os quais Bebeto de São João, Carlinho do Pagode, Gilson Bezerra e Mestre Marçal no samba "Temporal". Entre seus parceiros constam Menilson, Caboré, Roxinho, Adilson Doutor, Chocolate, Pedro Butina, Guilherme do Ponto Chic, Jairo Bráulio, Marcos Cabeça Branca, Juarez, Jorginho Pirraça, Adilson Barbado, Bezerra da Silva, Claudinho Inspiração, Jorge Portela, Moacir Mangueira, Romildo, 100tinho, Silvinho, Zé Ferreira, Paulão e Tio Chico. Seu principal intérprete foi Bezerra da Silva.

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