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Pedro Ângelo Camin

Pedro Ângelo Camin
20/2/1870 Meolo, Itália
28/9/1933 São Paulo, SP

Dados Artísticos

Sua atuação como músico e compositor popular desenvolve-se com o teatro de revista e com as operetas, para os quais escreveu inúmeras partituras. Musicou revistas como "A Mococa", de Humberto de Queirós (1897); "De vento em popa", de Laurentino de Azevedo (1905), e operetas como "C'è un articolo del Codice" (1921) e "Il profumo del peccato" (1924), ambas de Luigi Della Guardia, além de "Cenas da roça" (1920) e "A Moreninha" (1929), ambas de Arlindo Leal. "A Moreninha" obteve muito sucesso, tendo sido encenada no Teatro Pedro II. É autor de centenas de composições com as quais sonorizava filmes mudos. Compôs música ligeira e dançante para animar sociedades recreativas e clubes da época. Editava suas músicas em seu estabelecimento. Para dar a impressão que sua editora possuía muitos clientes, costumava usar vários pseudônimos, com os quais assinava suas obras. Chegou a usar 26 pseudônimos, dentre os quais: A. Robertson, B. Moreno, Ed Pryer, G. Blanc, Juan Villa, Lina Alberti, Oscar Del Rio, P. Camin, Pedro Guaraná e P. Nimac, o mais usado de todos. Cada um deles relacionava-se ao gênero da música a ser editada. Por exemplo: para uma 'valsa', ele inventava um pseudônimo francês (G. Blanc); para um 'tanguinho brasileiro', um pseudônimo bem 'caboclo' (Pedro Guaraná) e para um 'one-step', um pseudônimo em inglês (Ed Pryer).

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