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Paulo Sérgio Santos

Paulo Sérgio Cunha dos Santos

Dados Artísticos

Profissionalizou-se ainda jovem, passando a integrar o Quinteto Villa-Lobos em 1975. Com o quinteto, realizou inúmeras apresentações no Brasil e exterior. Vencedor de muitos concursos, entrou para a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 1977. No Teatro Municipal, desempenhou a função de primeiro clarinetista por 18 anos. Em 1986 integrou a Orquestra Filarmônica Mundial, regida por Lorin Maazel. No ano seguinte, em 1988, em Paris, obteve "Menção Honrosa no Concurso Acanthes", de interpretação de "Música Contemporânea". No fim da década de 1980, fundou, juntamente com Maurício Carrilho e Pedro Amorim, o conjunto musical O Trio. No ano de 1991 fez a abertura do "Free Jazz Festival", ocasião em que fez um tributo a Victor Assis Brasil, juntamente com João Carlos Assis Brasil, com quem gravou o CD "Self portrait", pela gravadora Kuarup. No ano de 1993 atuou (com O Trio) em shows com Teca Calazans na França, país onde o grupo gravou o primeiro CD do grupo, que no ano seguinte foi lançado no Brasil pela gravadora Saci. O conjunto ganhou dois "Prêmio Sharp" em 1995: "Melhor Grupo Instrumental" e "Melhor Disco Instrumental". Neste mesmo ano, ganhou o "Prêmio Sharp" na categoria "Revelação" por seu CD solo "Segura ele". O disco adquiriu prestígio internacional e foi selecionado dentre os 20 melhores discos de música brasileira em um site norte-americano sobre MPB. Ainda em 1995 o CD foi indicado pela Revista Manchete como um dos cinco melhores CDs na categoria "Música Popular Brasileira", além de ganhar o "Prêmio Sharp" na categoria "Revelação". Em 1997, idealizou e regeu a Camerata Universidade Gama Filho, um trabalho dedicado a compositores brasileiros eruditos e populares. A partir de então, atuou tanto em música erudita quanto em música popular. Participou de recitais com O Trio, acompanhou o violonista Guinga, o violonista Caio Márcio, os pianistas Giulio Draghi e Maria Tereza Madeira, entre outros. No ano 2000, participou com o Trio, Zezé Gonzaga e a pianista Maria Teresa Vieira, do primeiro dos quatro espetáculos "MPB - a história de um século". O show, intitulado "Do chorinho ao samba", foi encenado no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), com roteiro e direção de Ricardo Cravo Albin, dentro das comemorações dos 500 anos do Brasil. Neste mesmo ano foi contemplado com o prêmio "Carlos Gomes" na categoria "Melhor Conjunto Instrumental" (integrando o Quinteto Villa-Lobos). Em 2001 lançou o CD "Gargalhada" e fez show no teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, no qual recebeu os convidados Guinga, Caio Márcio, Oscar Bolão e Leandro Braga. No repertório do disco e do show buscou dar uma panorâmica da produção de choro ao logo do século 20 executando "Três estrelinhas" (Anacleto Medeiros), "Angá" (Chiquinha Gonzaga", "Cuidado, colega" (Pixinguinha e Benedito Lacerda), "Gargalhada" (Pixinguinha), "Choro de gafieira" (Pixinguinha) e "Bebê" de autoria de Hermeto Pascoal. Integrando o grupo O Trio, percorreu vários países como Estados Unidos, Japão e países europeus. Em trio com Caio Marcio (violão) e Oscar Bolão (percussão) apresentou-se em diversos lugares, destacando-se Oklahoma (EUA - 2001) e cidade do Porto (Portugal - 2001). No ano de 2002 foi um dos vencedores do "Prêmio Rival BR" para os discos independentes com o CD "Gargalhada". Também ganhou o "Prêmio Caras" com o mesmo disco, ambos na categria "Melhor Instrumentista". No ano seguinte, em 2003, apresentou o show "Choro em família", com a participação do seu filho, o violonista Caio Marcio, no bar Carioca da Gema, centro do Rio de Janeiro. Apresentou-se com Caio Márcio e Oscar Bolão no Clube do Choro de Brasília neste mesmo ano. No ano de 2004 foi contemplado com o prêmio "Carlos Gomes" na categoria "Melhor Solista", na ocasião integrando o Quinteto Villa-Lobos. No ano posterior, em 2005, ao lado de Caio Márcio (violão) e Oscar Bolão na percussão fez turnê nacional pelo "Projeto Pixinguinha". No ano seguinte, em 2006, integando o Quinteto Villa-Lobos apresentou-se no "Concerto de Abertura do Ano Villa-Lobos", em Paris e em Berlim, na "Copa da Cultura. Ainda em 2006 apresentou, com o violonista Guinga, em diversos shows e espetáculos em várias cidades do Brasil e no exterior, destacando-se os espetáculos ao lado da Orquesta Filarmônica de Los Angeles, na Disney Hall (em Los Angeles) e em Punta Del Leste, no Uruguai, no "Festival de Jazz". No ano de 2007 voltou a se aprensetar em trio com Oscar Bolão e Caio Márcio, desta vez em show do trio no "Festival Internacional JazzAldia, em San Sebastien, na Espanha. Integrando o Quinteto Villa-Lobos gravou um CD com parte da obra camerística de Heitor Villa-Lobos. Ainda integrando o mesmo quinteto gravou "Um sopro novo", disco no qual interpretou obras de novos compositores contemporâneos. Fazendo parte do mesmo grupo - Quinteto Villa-Lobos - lançou o CD "Quintetos brasileiros", disco com patrocínio da Petrobras BR, Academia Brasileira de Música, pelo Selo Rádio MEC. Em 2008 fez turnê, integrando o Quinteto Villa-Lobos, por vários países da América do Sul. Ao longo da carreira tem se apresentado com diversas orquestras nacionais e internacionais, entre as quais Sinfônica Basileira (OSB), Orquesta do Teatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM), Orquetra Nacional da Rádio MEC, Orquetra de Campinas, Orquestra de Tatuí, Orquestra de Caxias do Sul, Orquestra de Porto Alegre (OSPA), a Pró-Música, Jazz Sinfônica, Orquestra de San Antonio (EUA), Atlanta Symphonic Orchester, Filarmônica de Los Angeles e Petrobras Sinfônica, entre outras. No ano seguinte, em 2009, em parceria com o violonista Guinga, lançou o CD e DVD "Saudade do cordão". Neste mesmo ano integrando o Quinteto Villa-Lobos lançou o CD "Villa, um clássico popular", grupo com o qual realizou turnê por vários países africanos, entre os quais Tunísia, Namíbia, Botswana, Moçambique e Quênia, laém de parte da Europa como Paris, no Maison de la Radio, espetáculo em homenagem a Villa-Lobos. No ano de 2010 tocou em Jerusalém e em Tel Aviv, além de Oklahoma. Recebeu a indicação do "Prêmio Vale" nas categorias "Melhor Música Instrumental" e "Melhor Música Erudita". Apresentou-se com o violonista Caio Márcio no Clarinet Symposiun, em Oklahoma, no Estados Unidos. No ano de 2017, ao lado do bandolinista Joel Nascimento participou do projeto "Quartas Instrumentais", no Espaço BNDES, no centro do Rio de Janeiro, com o show "Homenagem a Abel Ferreira", no qual a dupla teve como acompanhantes os músicos Caio Márcio (violão), Bernardo Diniz (cavaquinho), João Camarero (violão de sete cordas) e Magno Júlio (pandeiro), além do próprio Paulo Sérgio Santos no clarinete e arranjos e de Joel Nascimento no bandolim,  em interpretações de clássicos de Abel Ferreira, Pixinguinha e Jacob do Bandolim, entre outros.

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