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Paula Faour

Paula Faour de Oliveira Rocha
17/7/1971 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira profissional em 1995, como integrante da Rio Jazz Orquestra, de Marcos Szpilman.

No ano seguinte, atuou como tecladista da banda de Ras Bernardo e da Banda Vitória Régia, acompanhando Tim Maia.

De 1996 a 1998, apresentou-se em diversos espaços culturais cariocas, em duo sax/flauta e piano com Daniela Spielman.

Em 1997, participou do projeto "Casa de Bambas", realizado no Metropolitan (RJ), com direção de Josimar Monteiro, acompanhando Noca da Portela, Nélson Sargento, Zé Renato, D. Ivone Lara, Elza Soares, Beth Carvalho e João Nogueira. Ainda nesse ano, passou quatro meses a bordo do transatlântico Swawind Crown, tocando nas ilhas do Caribe.

Em 1998, gravou, sob direção musical de Sivuca, a trilha sonora do curta-metragem "Conversas de crianças", pelo projeto "Crianças no campo".

Acompanhou Lenine, Fernanda Abreu e Du Moscovis na faixa "O amanhã", incluída no repertório do CD "Brasil são outros 500", lançado para a campanha "Natal sem fome". Atuou com Glória Gadelha por duas semanas no Espaço das Artes (RJ), abrindo shows de Hermeto Pascoal, Sivuca e Duo Santoro. Integrou a banda LinhAmarela, apresentando um trabalho voltado para o pop.

Em 1999, participou do CD do baterista Dom Um Romão, produzido por Arnaldo DeSouteiro, e do CD "Street angels", lançado na Inglaterra pelo selo Jazz Station. Participou das temporadas de Dom Um Romão no Mistura Fina (RJ) e da Banda Zhemer na Casa de Cultura Laura Alvim (RJ). Ainda nesse ano, foi convidada a atuar como tecladista de Ithamara Koorax, participando do show de lançamento do CD "Bossa nova meets drum & bass".

Em 2000, acompanhou Ithamara Koorax na gravação do CD "Serenade in blue" e participou de shows de Sivuca, Nabby Cliford e Golden Boys.

Ao longo de sua carreira, assinou a direção musical das peças teatrais "De como quase tudo deu errado", dirigida por Luis Mendonça, "Sete portas bagatelas", dirigida por Mônika Gintersdorfer, "O circo pega fogo", "O que não tá no gibi", "150 milhões em ação" e "Genética", dirigidas por Henrique Tavares, "Os candidatos", dirigida por Luis Carlos Maciel, "Juveníssimo", dirigida por Flávio Marinho e "Estranhos casais", dirigida por Carlo Milani. Além de instrumentista, leciona na Rio Música.

Em 2005, lançou seu primeiro disco solo, "Cool bossa struttin'", acompanhada por Manuel Gusmão (baixo) e Dom Um Romão (bateria). O disco, produzido por Arnaldo DeSouteiro, já havia sido lançado, no ano anterior, no mercado japonês.

Em 2012, apresentou-se no espaço TribOz: Centro Cultural Brasil-Austrália (RJ) com o show “New Bossa Jazz”, dividindo o palco com Sergio Barrozo (contrabaixo) e Paulo Diniz (bateria). No repertório, standards de jazz, temas musicais brasileiros e composições próprias. Nesse mesmo ano, voltou a se apresentar com os mesmos músicos no Teatro Café Pequeno (RJ), interpretando releituras de temas de Edu Lobo, Miles Davis, Burt Bacharach e Johnny Alf, entre outros.

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