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Osmar Navarro

Osmar Daumerie
19/11/1930 Rio de Janeiro, RJ
4/1/2012 São Vicente, SP

Dados Artísticos

Em 1956 estreou em discos no pequeno selo Lord, gravando em dueto com Celita Martins, o samba-canção "Dó-ré-mi-fá-sol-lá-si", de Fernando César e Roland de Oliveira. Em 1959, gravou pela Polydor interpretando os sambas-canção "Imaginemos", de Alvarenga e Ranchinho, e "Candidato a triste", de Paulo Tito e Ricardo Galeno. No mesmo ano gravou, de sua autoria e Oldemar Magalhães, o bolero-mambo "Quem é?", que se tornaria seu maior sucesso, e que ficou meses nas paradas de sucesso, sendo regravado no mesmo ano pelo Trio Nagô, pelos Vocalistas Modernos, por Roberto Amaral e por Hebe Camargo. Seu disco com a gravação de "Quem é?" vendeu 1 milhão de cópias. Em 1960, gravou pela  Polydor o LP "Quem é?..." com as músicas "Quem É", com Oldemar Magalhães, "Drama Passional", de Edgardo Luis, "Imaginemos", de Alvarenga e Ranchinho, "Oração", com Alcina Maria, "Conversa", de Jair Amorim e Evaldo Gouveia, "Creia", com Álvaro Franco, "Candidata a Triste", de Paulo Tito e Ricardo Galeno, "Neste Mesmo Lugar", de Klécius Caldas e Armando Cavalcanti, "Encontrei-te Afinal", de Pacífico Mascarenhas e Paulo Gesta, "O Amor É Estado de Graça", de Fernando César e Ribamar, "E Eu Sem Maria", de Dorival Caymmi e Alcyr Pires Vermelho, e "Nana Meu Neném", de sua autoria. No mesmo ano, gravou, de sua autoria, a balada "Vi", e, de Célio Ferreira e Oldemar Magalhães, o samba "Eterno motivo". No ano seguinte, passou a gravar na Chantecler, estreando com os sambas "Maestro coração", de Célio Ferreira e Oldemar Magalhães, e "Amor de carnaval", de sua autoria e Alcina Maria. Em 1962, estreou na Odeon gravando as músicas "Quero" e "Lenita", de sua parceria com Alcina Maria. Em 1963, gravou na CBS de sua autoria e Alcina Maria, a "Balada da esposa". Como compositor teve ainda gravadas entre outras, o bolero "Quando estás a meu lado", parceria com Oldemar Magalhães, por Jair Alves, e  a balada "Teu nome", parceria com Ribamar, ambas pela RCA Victor. Em 1968, o cantor Antônio Marcos defendeu no Festival da Record a composição "Poema de mim", de autoria dos dois. Nesse ano, teve mais seis músicas gravadas pelo cantor Nilton César: "Oração do amor perdido", com Alcina Maria; "Tudo mudou"; "São tantas coisas"; "Outra vez" e "Pensando bem", todas só dele, além de "Férias na Índia", parceria com Nilton César, e um dos grandes sucessos do ano. Em 1969, conheceu outro grande sucesso com a balada "A namorada que sonhei", em gravação de Nilton César, em LP que incluiu ainda sua composições "Viva eu"; "Quando a gente ama mesmo"; "Tiritando", de Charlie Tonto, em versão sua; "Nunca mais", e "Eu tenho um mar de amor para lhe dar".

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