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Os Trovadores



Dados Artísticos

Grupo vocal que atuou na década de 1940, registrando composições de importantes nomes da música popular brasileira como Humberto Teixeira, Lauro Maia, Luiz Gonzaga, Alcebíades Barcelos, Armando Marçal, Klécius Caldas, Armando Cavalcanti e Assis Valente. Contratados da gravadora Continental, gravaram pela primeira vez em 1945, fazendo vocal para o conjunto Milionários do Ritmo na interpretação da canção "Parabéns a você" de J. M. Hill e versão de Léa Magalhães, e no samba "Ela foi embora", de Oscar Bellandi e Djalma Ferreira. No mesmo ano, gravaram com acompanhamento de Benedito Lacerda e seu conjunto regional o samba "Lá vem formosa", de Dorival Caymmi e Alberto Ribeiro, e a marcha "Adeus, priminha!", de João de Barro e Alberto Ribeiro. Ainda no mesmo ano, gravaram os fox "Vale de São Francsico", de G. Jenkins, e "Meu alegre oldsmobile", de G. Edward, com versões de Haroldo Barbosa, além do choro "Coisas que ficaram para trás", de Almanir Grego e Alberto Ribeiro, do samba "Calma Dinorah", de Almanir Grego e Valfrido Silva, da valsa "Lídia, a mulher tatuada", de A. Habure, e o fox "A canção da mula", de J. V. Heusen, com versões de Haroldo Barbosa. Ainda em 1945, lançaram os sambas "Leva-me para a Bahia", de Bide e Marçal, e "Pra onde eu vou mudar", de Bide e Ari Frazão. Gravaram em 1946 o samba "Bati na porta", de Humberto Teixeira e Lauro Maia, e a marcha "Cordão dos baixinhos", de Janet de Almeida e Haroldo Barbosa. Ainda nesse ano, registraram o samba "Cachorro quente", de Bide, e a valsa "Aquilo sim, que vidão!", de Luiz Gonzaga, ainda não consagrado como o "Rei do baião", e J. Portela. Ainda em 1946, regravaram pela Victor o samba "Boogie-woogie na favela", grande sucesso de Denis Brean. Em 1947, gravaram seu último disco pela Continental, com os sambas "Eu sempre quis", de Irani de Oliveira e Rosalino Lemos, e "Uma vez Flamengo...", de Carlos Lima, homenagem ao Clube de Regatas do Flamengo, do Rio de Janeiro. No ano seguinte, assinaram contrato com a gravadora Star e lançaram os sambas "Afinal", de Armando Cavalcanti e Klécius Caldas, e "Só um louco que não vê", de Ribeiro de Lima e Oldemar Magalães. Em seguida, gravaram a "Marchinha do Roque Roque", de Luiz Carneiro e Carlos José, e o samba "Tomara que caia", de L. C. Figuerôa e J. M. Viana. No ano seguinte, lançaram os sambas "O jeitinho", de Nelson Trigueiro, e "A semana findou", de Assis Valente. Por essa época, o grupo se dissolveu depois de gravar nove discos pela Continental e três pela Star.

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