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Os Catedráticos



Dados Artísticos

Grupo instrumental formado nos anos 1960 por Eumir Deodato (órgão, piano, arranjos e regência), Sérgio Barrozo (baixo), Geraldo Vespar (violão), Maurílio (trompete), Walter Rosa (sax tenor), Aurino Ferreira (sax barítono), Edson Maciel (trombone), Rubens Bassini (tumbadora e pandeiro), Humberto Garin (guiro), Jorginho (tumbadora) e Wilson das Neves (bateria). Em outras formações, contou com a participação de Luis Marinho (contrabaixo), Neco (guitarra), Cipó (sax tenor), Alberto Gonçalves (sax barítono), Maurílio Santos (pistom), Jorge Arena (atabaques), Dom Um Romão (bateria), Durval Ferreira (violão acústico e elétrico), Zé Menezes (violão 12 cordas), Marvin Stamm e John Frosk (pistom e fluegelhorns), Phil Bodner (sax tenor e flauta), Romeo Penque (flauta), Wayne André (trombone), Bebeto (conga), Hélcio Milito e Orlandivo (percussão) e Ivan Conti ''Mamão'' (bateria).

Lançou, em 1964, o LP “Impulso!”, contendo as faixas “Samba de verão” e “Ainda mais lindo”, ambas de Marcos Valle e Paulo Sergio Valle, “Menina certinha (Durval Ferreira e Lula Freire), “Esperança” (Durval Ferreira, Lula Freire e Maurício Einhorn), “Samba novo” (Durval Ferreira e Newton Chaves), “Ela é carioca” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), “Só por amor” (Baden Powell e Vinicius de Moraes), “Cesteiro que faz um cesto faz um cento” (Toni Vestane), “Baiãozinho” (Eumir Deodato), “Muito à vontade” (João Donato), “Diz que fui por aí” (Zé Keti e Hortêncio Rocha), “Pouca duração” (Pacífico Mascarenhas) e “Cheers” (Henry Mancini).

Em 1965, lançou o LP “Tremendão”, com as canções “Gente” e “Fora do tempo”, ambas de Marcos Valle e Paulo Sergio Valle, “Tremendão” e “De presente”, ambas de Eumir Deodato, “Champagne e Codorniz” e “My Manne Shelly”, ambas de Henry Mancini, “Labareda” (Baden Powell e Vinicius de Moraes), “Começou de brincadeira” (Pacífico Mascarenhas), “Ai que saudades da Amélia” (Ataulfo Alves e Mário Lago), “Menina flor” (Luiz Bonfá e Maria Helena Toledo), “Imenso do amor” (Durval Ferreira e Humberto Reis) e “Datemi Un Martello (If Had A Hammer)” (Lee Hays e Pete Seeger, vrs. Sergio Bardotti). Nesse mesmo ano, lançou o LP “Ataque”, contendo as faixas “Samba do dom natural” e “Samba de rei”, ambas de Pingarilho e Marcos Vasconcellos, “Os grilos (The Crickets Sing For Anamaria)” e “Terra de ninguém”, ambas de Marcos Valle e Paulo Sergio Valle, “É bom parar” (Rubens Soares e Noel Rosa), “Feitinha pro poeta” (Baden Powell e Lula Freire), “Tristeza” (Haroldo Lobo e Niltinho Tristeza), “O sol nascerá” (Cartola e Élton Medeiros), “Até de cavaquinho” (Luiz Bonfá e Maria Helena Toledo), “Porque somos iguais” (Durval Ferreira e Pedro Camargo), “Razão de viver” (Eumir Deodato e Paulo Sergio Valle) e a canção-título (Eumir Deodato).

Em 1970, foi lançada a coletânea “O som dos Catedráticos”.

Em 1973, o grupo lançou mais um disco, “Os Catedráticos / 73”, com as canções “Arranha céu (Skyscropers)”, “Rodando por aí (Rudy's)”, “Passarinho diferente”, “Extremo Norte (The Gap)”, “Tô fazendo nada (Down The Hill)”, “Carlota e Carolina (Carly & Carole)” e “Menina (Boy Meets Girl)”, todas de Eumir Deodato, “Flap” e “Puma (The White Puma)”, ambas de Marcos Valle e Paulo Sergio Valle, “O jogo” (Pacífico Mascarenhas) e “Atire a primeira pedra” (Ataulfo Alves e Mário Lago).

Em 1999, foram lançados os CDs “Ataque” e “Catedráticos 2”, reunindo os fonogramas dos três LPs lançados na década de 1960: “Impulso!” (1964), “Tremendão” (1965) e “Ataque” (1965).

Em 2002, o álbum “Os Catedráticos”, de 1973, foi reeditado em CD pelo selo italiano Irma, sob o título de “Skyscrapers”.

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