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Orquestra Paulistana



Dados Artísticos

Orquestra criada na segunda metade da década de 1920, em São Paulo, sendo dirigida pelo maestro Francisco Mignone, e que gravou alguns discos além de fazer acompanhamento de inúmeros artistas na Parlophon.

A orquestra estreou em discos em 1930, quando gravou

na Parlophon as valsas "Azaléa" e "Caprichos do destino", de Odete Duprat Fiúza, e "Coca", "Flor de Jurema", Ema", e "No cinema", de Francisco Mignone, além de "Tesoro mio", de E. Becucci. No mesmo ano, gravou na Odeon o tango-brasileiro "Sertanejo", de Carlos Pagliuchi, e acompanhou o maestro Francisco Mignone que tocou piano na gravação do cateretê "Num vorto a pé", de Francisco Mignone. Ainda em 1930, acompanhou diversos cantores e cantoras em gravações na Parlophon: Arnaldo Pescuma no maxixe "Piruando", de Marcelo Tupinambá e X. Y. Z, na valsa "Carmecita", de Vicente de Lima, nas canções "Carmen", de Pierre Norman, "Morena formosa", de Vicente de Lima, e "Por que choras cabocla?" e "Teu olhar é um saci", de Cipó Jurandi e Duque de Abramonte, além do cateretê "Muié... É café", de Francisco Mignone e Duque de Abramonte; Príncipe Azul no tango "Angustia", de E. Saborido e C. Saborido, e nas valsas "Dolores", de Marengo, e "Maruska", de Príncipe Azul e Dino Rulli; Celestino Paraventi nas canções "Canta para mim", de E. de Curtis e S. Bovio, e "Por quê?", de C. E. Pennini e C. de Flavis, e na valsa "Em uma pequena aldeia da Espanha", de Wayne, Lewis e Young; Francisco Mignone na canção "Cantiga de ninar", de Francisco Mignone, e Anita Gonçalves nas canções "Sabiá laranjeira", de Vicente de Lima, e "Com saudade de você", de Joaquim Cezar, entre outros.

Em 1931, gravou na Parlophon as valsas"Sonhando", de Mário Duprat Fiúza, e "Reticência", de Odete Duprat Fiúza. Em 1932, gravou as valsas "Sob o místico luar", de Mário Duprat Fiúza, "Brasileira", de Francisco Mignone, "Vésper", de Emília de Freitas Guimarães, e "Voltas que o mundo dá", de Odete Duprat Fiúza. Em 1933, gravou na Odeon as valsas "Perto do coração", de Zequinha de Abreu, e "Maria do Céu", de José Maria de Abreu. No mesmo ano, a Odeon lançou disco com as regravações das valsas "Coca", de Francisco Mignone, "Caprichos do destino", de Odete Duprat Fiuza. A orquestra deixou de atuar a partir do momento em que o maestro Francisco Mignone passou a dedicar-se mais à música erudita deixando de lado a música popular. Ao todo gravou onze disco com 16 músicas e participou do acompanhamento de 48 gravações.

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