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Nicolas Krassik

Nicolas Paul Krassik
18/5/1969 Maisons-Alfort, França

Dados Artísticos

Violinista de formação erudita voltado para o jazz, veio para o Brasil em 2001, buscando novas sonoridades. Freqüentando uma roda de choro no bar Semente, na Lapa (RJ), tocou, ao lado de Yamandú Costa, o choro "1X0" (Pixinguinha) e acabou conquistando a admiração de músicos como Henrique Cazes, Eduardo Neves e Carlos Malta, entre outros, e radicando-se no Brasil.

Atuou com Beth Carvalho, Marisa Monte e a Velha Guarda da Portela, João Bosco, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda e Daniela Spielmann.

Em 2004, lançou o CD "Na Lapa", no qual o violino, o instrumento principal, acompanha o violão sete cordas (Nando Duarte e Luis Felipe de Lima) e a percussão (Beto Cazes e João Hermeto). Constam do repertório do disco obras de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Dominguinhos, Gilberto Gil, Luis Gonzaga, João Bosco e Fafá Lemos, além de suas canções em homenagem ao artista: "Forró do Ça Va" (Chico Chagas) e "Krassik de Ramos" (Eduardo Neves. O disco contou com a participação especial de Beth Carvalho, Carlos Malta, Hamilton de Holanda, Daniela Spielmann e Yamandú Costa. Fez show de lançamento do CD na casa Rio Scenarium (RJ). Nesse mesmo ano, participou do Festival de Inverno de Petrópolis.

Em 2006, lançou o CD "Caçuá", contendo suas composições "Meu maxixe" e "Petite Maman", além de "Deixa a menina" (Chico Buarque), "Juízo final" (Nelson Cavaquinho e Élcio Soares), "Murmurando" (Fon-fon e Mário Rossi), "Sanfona sentida/Cabeceira Mon Amour" (Dominguinhos e Anastácia/Sivuca), "Um choro em Cochabamba" (Eduardo Neves), "Na casa do Zezé" (Chico Chagas), "O casamento da raposa" (Nando Azurem), "Karanfil/Santa Morena" (Dominio Público/Jacob do Bandolim), "Último desejo" (Noel Rosa), "Bem temperado/Arrumadinho/Flor da Ingazeira" (Luiz Paixão/Luiz Paixão e Nelson da Rabeca) e a faixa-título (João Lyra e Maurício Carrilho). A seu lado, Nando Duarte (violão de sete cordas), João Hermeto (percussão) e Fábio Luna (bateria). O disco, produzido por Luís Filipe de Lima, contou ainda com a participação dos músicos solistas Carlos Malta, Chico Chagas, Eduardo Neves e João Lyra.

Em 2009, lançou o CD “Odilê, Odilá”, interpretando obras de João Bosco, com arranjos do pianista e acordeonista Marcelo Caldi e produção de Luís Felipe de Lima. O CD foi incluído na relação “Os Melhores Discos de 2009” do jornal “O Globo”, publicada ao final do ano, assinada pelos críticos Antonio Carlos Miguel, Bernardo Araújo, João Pimentel, Leonardo Lichote e Tom Leão. Em 2016 lançou, em duo com o acordeonista sergipano Mestrinho, o CD “Mestrinho / Nicolas Krassik”, que incluiu 11 faixas, dentre as quais as autorais “Em minha alma” e “Um sorriso de esperança”, de Mestrinho; “Cordestinos” e “Serelepe”, de Nicolas. Em 2017 lançou a coletânea “Antologia – 15 anos de Brasil”, um apanhado dos discos que lançou desde 2001, ano em que radicou-se no país.

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