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Nelson Gonçalves

Antônio Gonçalves Sobral
21/6/1919 Santana do Livramento, RS
18/4/1998 Rio de Janeiro, RJ

Biografia

Cantor. Compositor.

Seus pais eram portugueses e, logo após seu nascimento, transferiram-se para São Paulo, passando a residir no bairro do Brás. Na adolescência, empregou-se como garçom no bar de seu irmão, situado na Avenida São João, passando a partir de então a freqüentar bares de boêmios e músicos. Aos (...)

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Dados Artísticos

Apesar de sua atividade artística ter sido iniciada em São Paulo,  apresentou-se  no Rio de Janeiro como calouro em diversas emissoras. Numa dessas apresentações chegou a ser reprovado por Ary Barroso, no programa que este apresentava na Rádio Cruzeiro do Sul, ocasião na qual o compositor lhe sugeriu abandonar a carreira artística e voltar (...)

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Obras

  • A lágrima mais triste (c/ Neném)
  • A mais bela emoção
  • A rosa que você me deu (c/ Maria Luiza)
  • A você (c/ Paulo Marques)
  • A volta do boêmio
  • Agüenta o galho (c/ Herivelto Martins)
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Discografia

  • (1998) O Rei do Rádio • BMG Ariola • CD
  • (1997) Ainda é cedo • BMG Ariola • CD
  • (1996) 50 anos de boemia vol. I • CD
  • (1994) Cante comigo • BMG • LP
  • (1993) Mensagem-Isaurinha Garcia e Nelson Gonçalves • CD
  • (1993) Isto é Brasil • BMG Ariola • LP
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. MPB - A História de um século. Rio de Janeiro: Funarte, 1998.
  • AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário Biográfico da música Popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
  • SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume1. São Paulo: Editora: 34, 1999.
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Crítica

Quando Nelson morreu, o Brasil todo chorou. E por várias razões. A primeira das quais pela viuvez em que se viu o país, sem seu último cantor de gogó de ouro.

Nelson, com efeito, foi o derradeiro dos grandes intérpretes que vinham na generosa tradição de abrir o peito e cantar (e encantar), mesmo sem microfone. Chico Alves foi o primeiro (...)

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