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Nelson Coelho de Castro

Nelson Coelho de Castro
17/4/1954 Porto Alegre, RS

Dados Artísticos

Estreou como compositor em 1974, no projeto “Rodas de som”, de Carlinhos Hartlieb, dedicado a promover a música local.

Em 1976, participou do Festival Universitário da PUC com sua música “Futebol”, pela qual foi contemplado com o Prêmio de Originalidade.

No ano seguinte, atuou, com o grupo Olho da Rua, no espetáculo “E o crocodilo chorou”, dirigido por Luciano Alabarse.

Em 1978, teve seu primeiro registro fonográfico, ao participar, com suas canções “Rosa calamidade” e “Águias”, do LP coletivo “Paralelo 30”, produzido pelo jornalista Juarez Fonseca. Nesse mesmo ano, montou o show “Milagrezinho”, em cartaz durante sete semanas no Teatro de Arena (PA).

No ano seguinte, lançou um compacto simples, contendo as canções “Faz a cabeça” e “Hei de ver“, ambas de sua autoria. Apresentou-se com sucesso em vários espaços de Porto Alegre.

Em 1981, lançou seu primeiro LP individual, “Juntos”, primeiro disco independente produzido no Rio Grande do Sul.

Em 1983, gravou o LP “Nelson Coelho de Castro”, com destaque para sua canção “Vim vadiá”, que viria a ser cantada em coro por mais de 25.000 pessoas no Parque Marinha do Brasil, no programa “Música Popular Gaúcha” (RBS TV). Nesse mesmo ano, venceu o “I Festival Latino-Americano da Canção – Musicanto”, tendo sido contemplado com o Prêmio Tibicuera pelo musical infantil “Cidade do Lugar Nenhum”. Ainda em 1983, participou da trilha sonora do filme “Verdes anos”, com sua canção “Armadilha”, e recebeu o título de Personalidade do Ano, conferido pela crítica especializada de Porto Alegre.

Em 1985, lançou o LP “Força d’água”. Recebeu, nesse ano, o Prêmio Açorianos, na categoria Melhor Trilha Sonora para Teatro, pela composição da música de “Doce vampiro”, peça de Carlos Carvalho. Foi um dos fundadores da Cooperativa dos Músicos de Porto Alegre, exercendo o cargo de presidente de 1987 a 1989.

Ao longo da década de 1980, realizou vários shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis, além de ter se apresentado pelo interior do Rio Grande do Sul.

Integrou, em 1991, o elenco de ‘Coompor canta Lupi”, espetáculo em homenagem a Lupicínio Rodrigues, apresentado em Porto Alegre e pelo interior do estado durante quase dois anos. O musical gerou um LP, do qual participou interpretando a canção “Esses moços”.

Produziu, em 1993 e 1994, o primeiro disco do compositor Giba Giba.

Em 1995, participou do espetáculo “Sessão maldita do Teatro Renascença”, um marco em sua carreira. Ainda nesse ano, apresentou o show “Sambha”, em cartaz durante três semanas no Teatro de Arena. Também em 1995, assinou a produção do CD do percussionista De Santana.

No ano seguinte, seu disco “Juntos” foi relançado em CD pela Secretaria de Cultura do município, com espetáculo no Teatro Renascença (PA). Ainda em 1996, viajou para a França, onde participou do encontro “Sud a Sur”, intercâmbio que envolveu várias áreas da produção cultural naquele país. Também nesse ano, lançou o CD “Verniz da madrugada”, contemplado com o Prêmio Açorianos de Música, nas categorias Melhor Disco do Ano, Melhor Compositor e Melhor Disco de MPB.

Em 1997, realizou vários espetáculos de divulgação do CD “Verniz da madrugada”. Participou, ao lado de Bebeto Alves, Gelson Oliveira e Totonho Villeroy, do show “Juntos ao vivo”, contemplado com o Prêmio Açorianos de Música, na categoria Melhor Espetáculo do Ano.

O espetáculo foi apresentado, no ano seguinte, no Teatro Renascença (PA), sendo gravado ao vivo e lançado em CD homônimo, ainda em 1998.

Em 1999, os quatro artistas levaram o show para a Buenos Aires e Montevidéu, onde foram aclamados pela crítica e pelo público. De volta ao Brasil, recebeu, com os parceiros, o Prêmio Açorianos de Música, nas categorias Disco do Ano e Disco de MPB, pelo CD “Juntos ao vivo”. Em seguida, o grupo apresentou-se na França, durante o “Festival de Música Brasileira”.

Lançou, em 2000, o CD “Coletânea”, contendo fonogramas dos LPs “Nelson Coelho de Castro” e “Força d’água”, além das faixas-bônus “Faz a cabeça” e “Hei de ver”.

Em 2001, foi selecionado para integrar o projeto “Itaú-Rumos Culturais – Cartografia brasileira”, participando de apresentações em São Paulo, ao lado de compositores de outras partes do Brasil. Nesse mesmo ano, o LP “Paralelo 30” foi lançado em CD pela Orquestra da Unisinos, com releituras das canções da época e agregando ainda novas canções. Também em 2001, lançou o CD “Da pessoa”.

Em 2002, fez turnê pela Europa, ao lado de Bebeto Alves, Gelson Oliveira e Totonho Villeroy, lançando o CD “Juntos 2 - Povoado das águas”, com apresentações em Paris, Viena e Munique. De volta ao Brasil, apresentou-se com os parceiros no Fórum Mundial, em Porto Alegre, para mais de 70.000 pessoas. Ainda nesse ano, foi contemplado com o Prêmio Açorianos de Música pelo CD “Da pessoa”.

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