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Miltinho Edilberto

Milton Edilberto
Andradina, SP

Dados Artísticos

Nascido no interior paulista, na divisa com Minas Gerais, e trás em sua música um pouco da influência sertaneja. Ë um dos pioneiros na revalorização dos rítmos nordestinos entre os jovens paulistanos, fazendo uma mistura dearrasta-pé, moda de viola, levadas de folia e catira. Apresentou-se semanalmente em forrós na capital paulista, em shows que atraem em média 2000 pessoas. Em seus shows, canta músicas de sua autoria em rítmo de forró, acompanhado por sua viola de dez cordas e um grupo musical composto por: Xica Brother na percussão, Naná de Nazaré na percussão, Juscelino Queiroz na sanfona, Marcelo Calderazo no baixo acústico e Janaína nos vocais. Lançou seu primeiro CD em 1997, "Viola que fala", que lhe rendeu o Prêmio Sharp de Revelação Regional desse mesmo ano, passando a ser considerado pela crítica especializada como um dos mais completos violeiros do país. Nesse álbum, de produção independente, gravou as faixas "Hino nacional brasileiro" (Francisco Manoel da Silva – Adaptação de Miltinho Edilberto); "Cantoria certeira" (Miltinho Edilberto e Lima Júnior), com participação de Saulo Laranjeira; "Pagode pro Tião" (improvisos sobre o tema ”Viola que vale ouro", de Tião Carreiro, Lourival dos Santos e Alberto Calçada), com participação de Renato Andrade; "Cantiga da ajuda" (Miltinho Edilberto), com participação de Ceumar; "Viola apocalíptica" (Miltinho Edilberto); "Caminhos desandados" (Miltinho Edilberto); "Bolero" (Maurice Ravel), com variações sobre o tema de Miltinho Edilberto; "Avenida São João" (Paulo Garfunkel, Jean Garfunkel e Pratinha), com participação de Edmirian e Ceumar; "A moda e a viola" (Miltinho Edilberto); "Viola que Fala" (Miltinho Edilberto);"Natureza oculta" (Miltinho Edilberto), com participação de Ceumar; "O chapéu & O bode" (Tradicional) / "Congada Nossa Senhora e Folia de Francisco Badaró" – MG; "A venda Do Seu Lidirico" (Miltinho Edilberto), com participação de Xangai; "Boi-tantã", (Miltinho Edilberto), com participação de Tião Carvalho. Em função da repercução obtida, fez apresentou-se no programa Viola, Minha Viola, apresentado por Inezita Barroso, na Tv Cultura de SP, em que mostrou sua adaptação para o hino nacional. Gravou disco ao vivo em uma casa noturna de São Paulo, cujos destaques foram as composições "Forró de viola", "Luz de desejo" e "Não há nada igual ao forró", todas de sua autoria. Em 1999, sua composição "Quem tá parado é viado", foi incluída no CD "Forró", da Coletânea Vinte músicas do século Vinte, da Universal. No mesmo ano, participou do projeto "Novo canto", da Rádio JB FM.  Ainda nesse ano, lançou seu segundo CD "Como alcançar uma estrela", gravado ao vivo. Em 2001 lançou, pela Abril Music, o CD "Feito brasileiro", música título de Jean Garfunkel e Paulo Garfunkel, e que contou com as participações do percusionista Laercio da Costa e de Oswaldinho do Acordeon. O grupo Falamansa teve participação especial em "Balanço do Busão", grande sucesso do cantor e do grupo. Também fizeram participações especiais, a cantora Maria Bethânia em "Água e azeite", de Sergio Misan e João Ayres e do Trio Virgulino em "Princesa Fulô (Nas ondas)", de sua autoria. Em 2006, apresentou-se com seu filho Gabriel e Chico Ceará, no programa "Viola, minha viola". Na ocasião, acompanhou Saulo Laranjeira na apresentação de "Anunciação", de Elomar. Em 2010, realizou turnê por Portugal, onde se apresentou e aprofundou a sua pesquisa das origens da viola. Viajou também por todo o continente europeu, levando, nas dez cordas do seu objeto de estudo e profissão, o forró autêntico, que esteve presente no seu CD "Forró do Mundo", lançado após a turnê, em 2011. Para a divulgação do seu novo trabalho, fez apresentações no programa "Sr. Brasil", comandado pelo cantor e produtor Rolando Boldrin, e no programa "Viola, Minha Viola", apresentado por Inezita Barroso. Suas inovações com a Viola fez com que Renato Teixeira declarasse que "Sem Miltinho, a viola não teria a menor graça". Em 2012, apresentou-se no festival nacional "Voa viola", trazendo sua proposta de unir sua viola ao forró. Em 2013, apresentou-se, juntamente com o Grupo Bicho do Pé, no programa “Viola, minha viola”, apresentado por Inezita Barroso, na TV Cultura. Em 2017, realizou apresentação como uma das principais atrações da 23ª edição da Semana Nenete de Música Caipira, uma das maiores festas do país, ao lado de artistas como Cézar e Paulinho, Renato Teixeira, Carreiro e Capataz e Milionário e Marciano.
No mesmo ano , lançou o CD “Viola interior”, com diversas composições suas, como “Pagode no céu”, “Viola que fala”, “Congada e folia” e “A venda do Lidirico”, além de uma versão do hino nacional brasileiro tocado por ele na viola caipira. O disco teve participações especiais de Ceumar, na faixa “Cheio de juras”, Saulo Laranjeira, em “Prosa mineira”, Renato Andrade, em “Pagode pro Tião”, e Falamansa em “Balanço do busão”.

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