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Maurício Carrilho

Maurício Carrilho
26/4/1957 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 1971, seu tio, Altamiro Carrilho, o convidou para tocar com ele (só flauta e violão) em um programa na TV Globo. No ano de 1977 integrou o conjunto Os Carioquinhas, ao lado de Luciana Rabello (cavaquinho), Rafael Rabello (violão de 7 cordas) e Celsinho Silva (pandeiro), com o qual gravou o único LP "Os Carioquinhas no choro". Dois anos depois, com o final do grupo, passou a integrar o conjunto Camerata Carioca, com Joel Nascimento e Radamés Gnattali, com o qual gravou quatro LPs. Em 1979, integrando o Camerata Carioca, trabalhou em vários shows com Elizete Cardoso, cantora com a qual gravou vários disco e acompanhou ainda por quase 20 anos em turnês nacionais e internacionais. No ano de 1986, junto a João de Aquino, lançou um LP só com composições de ambos. Em 1993, formou o grupo O Trio, no qual atuou como violonista ao lado de Paulo Sérgio Santos (clarinete) e Pedro Amorim (bandolim). Neste mesmo ano, o grupo gravou, em Paris, o seu primeiro CD "O Trio", duplamente indicado ao "Prêmio Sharp", na categoria de "Música Instrumental". Em Paris, o grupo gravou com Teca Calazans o LP "Samba de bamba". No ano de 1995, ainda fazendo parte do grupo O Trio, apresentou-se ao lado do cantor Marcos Sacramento e do percussionista Marcos Suzano em temporada na Sala Funarte Sidney Miller, no Rio de Janeiro. Ainda nesse ano, o trio foi convidado a participar do projeto "Aquarela do Rio", homenageando o compositor Custódio Mesquita, tendo como convidado também o percussionista Marcos Suzano. No ano 2000 fundou juntamente com Luciana Rabello a gravadora Acari Records, pela qual gravou o CD "Maurício Carrilho", no qual interpretou de sua autoria 15 composições, entre elas "Proveta na madrugada", "O turbante do Joel", "Choro cubano" e "Um choro pra Anna", este último, dedicado a sua esposa. Em 2001, Paulo Sérgio Santos em seu CD "Gargalhada", incluiu de sua autoria "Alumiando", parceria com João Lyra. Neste mesmo ano, interpretou de sua autoria "O turbante do Joel", "Serenata pro Pilger", ambas de sua autoria e ainda "Mestre Jorginho do Pandeiro", de Luciana Rabello, no disco "1º Compasso", lançado pelo selo Biscoito Fino, gravado ao vivo no ano anterior em show no Paço Imperial, no Rio de Janeiro. O grupo A Família Roitamn, neste mesmo ano, interpretou "Cabroxinha", parceria com Paulo César Pinheiro. Como compositor, tem parcerias com João de Aquino e Paulo César Pinheiro, entre outros. Em 2002 Mariana de Moraes interpretou em show no Vinicius Piano Bar "Meu samba, meu lamento" (c/ Paulo César Pinheiro). Neste mesmo ano apresentou-se com seu sexteto no Centro Cultural Carioca, no Rio de Janeiro e lançou com Clara Sandroni e Marcos Sacramento o CD "Saravá Baden Powell", pela gravadora Biscoito Fino. No ano de 2003, foi um dos convidados do violinista francês, radicado no Rio de Janeiro, Nicolas Krassik, para participar do "Projeto Choro na Lapa", no Ballroom, no qual o violonista recebeu músicos brasileiros. Em 2004 lançou o CD "Sexteto + 2" pela gravadora Acari Records, disco no qual interpertou várias composições inéditas ao lado de Luciana Rabello, Celsinho Silva, Rui Alvin, Pedro Paes, Pedro Amorim, Marcelo Bernardes e Oscar Bolão.  Em 2005 fez o lançamento do disco "Sexteto + 2" no Teatro do Sesc  Pompéia, em São Paulo. Sua composição "Mulher faladeira", parceria com Mauricio Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho, foi gravada pela dupla Chico Buarque e Zeca Pagodinho na caixa "Timoneiro", de Hermínio Bello de Carvalho. No ano de 2007 lançou, na Sala Baden Powell, o CD "Choro ímpar", no qual interpretou composições, de sua autoria, em compassos ternários e quinários, entre as quais "Dino", "Meira", "Seu Cristóvão", "Maluquinha", "Schottisch da noite", "Afrochoro em tempo de guerra", "Trinta e três" e "Canhoto Tramontano".  Apresentou-se com a Camerata de Curitiba em dois concertos com peças de sua autoria. Ainda em Curitiba, ao lado de Toninho Carrasqueira, participou da "Maratona do Choro", evento que reuniu vários instrumentistas do gênero em 24 horas de apresentação. Neste mesmo ano apresentou-se em París, no Theatre Des Champs Elysées, com regência do maestro Kurt Masur, interpretando "Suíte para violão de sete cordas e orquestra". A mesma composição também foi interpretada pelo violonista Yamandú Costa acompanhado pela Orquestra Sinfônica Brasileira, regida pelo maestro Roberto Minczuc. No ano de 2011 apresentou-se no projeto musical na Casa de Artes de Paquetá, com curadoria e apresentação do radialista Jorge Roberto Martins. Em 2012, em dupla com Pedro Paes, apresentou-se no projeto "Simplesmente Inédito", do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, no qual executou várias de suas composições inéditas, entre choros, sambas e valsas. No ano de 2017, em comemoração aos seus 60 anos de idade, fez show autoral na Casa do Choro, no centro do Rio de Janeiro, acompanhado por Cristóvão Bastos (piano), Aquiles Moraes (trompete), Jayme Vignoli (cavaquinho), Kiko Horta (acordeão), Luciana Rabelo (cavaquinho), Marcílio Lopes (bandolim), Naomi Kumamoto (flauta), Paulo Aragão (violão), Pedro Aragão (bandolim), Pedro Paes (sopros) e Quarteto de Bandolins, além do próprio violonista.

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