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Mário Sève

Mario Sève Wanderley Lopes
20/3/1959 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

É um dos fundadores dos quintetos Nó em Pingo d'Água e Aquarela Carioca.

Como integrante do Nó em Pingo d'Água, gravou os seguintes discos: "João Pernambuco: 100 anos" (1983), com Antonio Adolfo, contemplado com o Prêmio Playboy; "Salvador" (1988), contemplado com o Prêmio Sharp; "Receita de samba" (1992); participação em quatro faixas em "Contemporary instrumental from Brasil" (1993); três faixas em "Sempre Jacob" (1996); e "Nó na garganta" (1999), indicado para o Prêmio Sharp.

Como integrante do Aquarela Carioca, gravou os discos "Aquarela carioca" (1989) e "Contos" (1991), ambos indicados para o Prêmio Sharp, "Receita de samba" (1992), "As aparências enganam" (1993), com Ney Matogrosso, também indicado para o Prêmio Sharp, quatro faixas em "Contemporary Instrumental from Brasil" (1993), a faixa "Patu" (Papito) em " '94 Windham Hill Records Sampler" (1994), a faixa "Cascavel" (Papito e Paulo Muylaert) em "Planet soup" (1995), "Idioma" (1996), igualmente indicado para o Prêmio Sharp, e "Aquarela Carioca ao vivo" (2000).

Acompanhou Geraldo Azevedo, Ney Matogrosso e Alceu Valença, com quem se apresentou em turnê pelos Estados Unidos e Europa.

Pertenceu à Orquestra de Sax de Paulo Moura e à Orquestra de Música Brasileira de Roberto Gnattali, apresentando-se no Free Jazz Festival (RJ) em 1988.

Atuou como arranjador e instrumentista, ao lado de Cristina Braga, na faixa "Deus e o Diabo na Terra do Sol" para o Songbook Instrumental de Tom Jobim, contemplado com o Prêmio Sharp de 1996.

Em 1996, começou a realizar, ao lado da harpista, uma série de shows baseados em músicas e arranjos próprios, apresentando-se no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Instrumentista da banda de Paulinho da Viola, participou da turnê do show "Bebadosamba", gravado no CD "Bebadachama", além de ter gravado no CD "Bebadosamba", contemplado com o Prêmio Sharp de 1997. Ainda nesse ano, apresentou-se, ao lado de Guinga, na Casa Rui Barbosa, mostrando também suas composições.

Em 1999, participou do show e da gravação do CD "Sinal Aberto", de Toquinho. Ainda nesse ano, publicou pela Lumiar Editora, de Almir Chediak, o livro "Vocabulário do choro - Estudos & Composições".

Ao longo de sua carreira, participou de gravações com vários artistas, como Paulinho da Viola, Ivan Lins, Ney Matogrosso, Dona Ivone Lara, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Leila Pinheiro, Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Antonio Adolfo, Guinga, Nara Leão, Elza Soares, Nando Carneiro, Orquestra de Música Brasileira, Emílio Santiago e Época de Ouro, entre vários outros. Em duo com o cravista Marcelo Fagerlande, apresentou-se no Ibam, Teatro do Leblon, Uerj e Furnas, no Rio de Janeiro, e no Sesc Paulista.

Em 2000, iniciou as gravações do seu primeiro disco solo, executando composições de sua autoria, com produção musical de Paulo Rafael e participação de Guinga, Cristina Braga, Nando Carneiro, Marcelo Fagerlande, Mestre Ambrósio, Época de Ouro, Nó em Pingo d'água e Aquarela Carioca, entre outros.

Como produtor musical, foi responsável pelos discos "Salvador" e "Nó na garganta", do Nó em Pingo d'água, "Aquarela Carioca" e "Pixinguinha e Bach".

Lecionou por mais de três anos no curso de saxofone do Centro Musical Antonio Adolfo, atuando em seguida como professor particular.

Em 2001, lançou, com Marcelo Fagerlande, o CD "Pixinguinha e Bach", gravado na Capela do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Em 2004, lançou, com Daniela Spielmann, o CD "Choros, por que sax?".

No ano seguinte, lançou, com o flautista David Ganc, o CD "Pixinguinha + Benedito", registrando a parceria de Benedito Lacerda e Pixinguinha.

Lançou, em 2007, o CD “Casa de Todo Mudo”, gravado em oito diferentes estúdios do Rio e de São Paulo, num espaço de dez anos entre a primeira gravação (com Mestre Ambrósio, em maio de 1997) e a prensagem do disco, que representa o registro de suas próprias composições, com a participação de vários artistas, como Monica Salmaso, Pedro Luís e A Parede, Conjunto Época de Ouro, Benjamim Taubkin, Mestre Ambrósio, Nó em Pingo D’água, Maogani, Nelson Angelo, Clara Sandroni, Rosa Emília, Paulo Muylaert, Toninho Ferragutti, Lui Coimbra, Jorginho do Pandeiro, Cristina Braga Zé da Velha e Silvério Pontes, entre outros. Constam do repertório as canções “Toada” (c/ Guilherme Wisnik), “Lua” (c/ Pedro Luís), “Da antiga” (c/ Nelson Ângelo), “Imaginária” (c/ Suely Mesquita), “Batendo perna” (c/ Sérgio Natureza), “Negreiros”, “Samba no pé”, “Época de Ouro”, “Caco velho”, “Fox torto”, “Alice no frevo”, “A Cabra” e a faixa-título.

Em parceria com David Ganc, em 2010 lançou o livro/CD “Choro Duetos – Pixinguinha e Benedito Lacerda por David Ganc e Mário Sève”. Tocando flauta, saxofone soprano e saxofone tenor, fez show de lançamento do disco com David Ganc (flauta e saxofone tenor) na Sala Municipal Baden Powell (RJ). O espetáculo contou com a participação dos músicos Marcio Almeida (cavaquinho), Rogério Souza (violão) e Celsinho Silva (pandeiro e percussão).

Em 2011, lançou, com a cantora argentina Cecilia Stanzione, o CD “Canción necesaria”, contendo 11 músicas: “Una milonga”, “Samba errante”, “Retrato”, “Justo ahora”, “Madrugada sin ella”, “Onde”, “Piedra o barrilete”, “Perfume de violetas”, “Zamba para sus manos”, “Roda gigante” e a faixa-título, todas de parceria de ambos. O disco contou com a participação de Gabriel Geszti (piano e acordeão), Rene Rossano (violão, baixolão, charango e bandolim), Lui Coimbra (violoncelo, rabeca e vocal), Celsinho Silva (percussão), Dôdo Ferreira (contrabaixo acústico), Martin Lima (bandoneon), Márcio Almeida (cavaquinho), Marcos Esguleba (cuíca) e Muíza Adnet (vocal), e com a participação especial de Ney Matogrosso (voz na faixa “Justo ahora”) e Walter Rios (bandoneon na faixa “Canción necesaria”).

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