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Mario Borriello

Mario Borriello
Coral, Itália

Dados Artísticos

Nos anos de 1992 e 1993 atuou como carnavalesco do Grêmio Recreativo e Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro, criando os respectivos enredos: "O Negro que Virou Ouro nas Terras do Salgueiro"; "Peguei um Ita no Norte", em homenagem a Dorival Caymmi, enredo campeão com o qual ganhou o prêmio "Estandarte de Ouro" na categoria de "Melhor Enredo".
Em 1995, como carnavalesco do Grêmio Recreativo Escola de Samba Estácio de Sá, desenvolveu o enredo "Uma Vez Flamengo", em homenagem ao centenário do clube carioca.
Nos anos de 1997 e 1998 voltou a trabalhar como carnavalesco do Salgueiro, para o qual criou os enredos "De Poeta, Carnavalesco e Louco, Todo Mundo Tem Um Pouco", classificando a escola em sétimo lugar no desfile do Grupo Especial, e "Parintins, A Ilha do Boi-Bumbá: Garantido X Caprichoso, Caprichoso X Garantido", respectivamente.
Em 1999 o Grêmio Recreativo e Escola de Samba Império Serrano classificou-se em décimo terceiro lugar no Grupo Especial com o enredo "Uma rua chamada Brasil", de sua autoria e com samba-enredo composto por Arlindo Cruz, Carlos Senna, Maurição e Elmo Caetano, puxado na avenida por Jorginho do Império.
No ano 2000, como carnavalesco do Grêmio Recreativo e Escola de Samba União da Ilha, criou o enredo "Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores - O impulso criativo das artes em resposta à opressão do Regime Militar instalado com a Revolução de 64", extraído da composição "Caminhando", de Geraldo Vandré, contando a estória da repressão no Brasil entre 1964/1984 através das artes, classificando a escola em oitavo lugar do Grupo Especial naquele ano.
Em 2002 criou o enredo para o Grêmio Recreativo e Escola de Samba Império Serrano.
No ano de 2003, como carnavalesco do Grêmio Recreativo e Escola de Samba Porto da Pedra, desenvolveu o enredo "Os donos da rua, um jeitinho brasileiro de ser", pelo qual recebeu o prêmio "Tamborim de Ouro", dado pelo Jornal e Rádio FM o Dia para a "Ala Mirim Geração 2003". No ano seguinte, sua decoração para as ruas da cidade do Rio de Janeiro causou polêmica. As peças decoraram 24 ruas, praças e avenidas do Centro e das zonas Sul, Norte e Oeste.
Em 2005 foi o responsável pela decoração carnavalesca das ruas do centro do Rio de Janeiro para a Prefeitura da cidade. Nesse mesmo ano, para a Escola de Samba Tradição, criou o enredo "De sol a sol, a soja... Um negócio da China". BIBLIOGRAFIA CRÍTICA: ARAÚJO, Hiram. Carnaval - Seis milênios de história. Rio de Janeiro: Editora Gryphus, 2000.
COSTA, Haroldo. Salgueiro: 50 anos de glória. Rio de Janeiro: Editora Record, 2003.

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