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Marianna Leporace

Mariana dos Santos Leporace
15/7/1966 Rio de Janeiro, RJ

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Dados Artísticos

Iniciou sua carreira profissional na década de 1980, participando dos musicais infantis "A floresta do luar não vai acabar" (1984), de Phydias Barbosa, e "Se a banana prende o mamão solta" (1985), de Dilma Lóes. Em seguida, passou a apresentar-se em várias casas de espetáculos, teatros e centro culturais cariocas, com Fernando Leporace.

Participou, ao lado de Claudio Nucci, do show de lançamento do compositor holandês Gijs Andriessen, realizado no Rio Jazz Club (RJ), em 1992.

No ano seguinte, apresentou a canção "Pela fresta", de Guilherme Hermolin, na Bienal de Música Contemporânea da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Ainda na década de 1990, participou, como cantora, da trilha sonora da novela "Mulheres de areia" (Rede Globo/1993), interpretando a música "Paraíso" (Danilo Caymmi e Dudu Falcão), das minisséries "Memorial de Maria Moura" (Rede Globo/1994) e "Engraçadinha" (Rede Globo/1995), e também do filme "Era uma vez" (1993), de Arturo Uranga.

Integrou, de 1990 a 1995, o grupo vocal Zinnziver, sob a regência de Mauro Perelmann, e de 1993 a 1998, o quinteto Maite-Tchu.

Em 1994, atuou no musical "A Arca no Zoo", de Karen Acioly, com canções de Toquinho e Vinicius de Moraes.

Registrou, no ano seguinte, o início de sua carreira solo, com o show "Crônica 90", apresentando um trabalho pop com raízes brasileiras. Ainda em 1995, dividiu o palco do auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI/RJ) com o violonista Sérgio de Pinna, além de ter atuado com o grupo Dobrando a Esquina em vários projetos de samba e choro.

Integrou, ao lado de Moisés Aichenblat e Benvindo Siqueira, o elenco do musical "Tu pisas nos astros...distraído" (1995 e 1996), de Clóvis Levy. O espetáculo, baseado na vida e obra do compositor Orestes Barbosa, foi apresentado no Teatro Casa Grande (RJ).

Em 1997, esteve no Vinicius Piano Bar (RJ) com projetos próprios, como "Geração 90" e "Tempero Carioca", entre outros. Nesse mesmo ano, gravou, ao lado das vencedoras do Festival "A Grande Chance" (promovido pelo Teatro Rival), o CD "A banca do distinto", em homenagem ao compositor Billy Blanco, interpretando a faixa-título. Ainda em 1997, participou da montagem paulista do espetáculo "Orfeu da Conceição", cantando com a Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo.

No ano seguinte, integrou as bandas dos compositores Yuri Popoff, Gijs Andriessen e Fernando Leporace. Atuou, também em 1998, no musical infantil "A festa no céu", de Karen Acioly, realizado no Centro Cultural Light (RJ), com canções de Braguinha.

Em 1999, integrou o conjunto Octopus, com o qual gravou um CD de canções natalinas. Estreou, também nesse ano, ao lado da pianista Sheila Zagury, o show "São bonitas as canções", com músicas escritas por Chico Buarque e Edu Lobo para espetáculos teatrais. Com esse trabalho apresentou-se no Espaço Cultural Correia Lima (1999 e 2000), no Centro Cultural da Light (2000), no Café do Teatro Glaucio Gil (2000), na Casa de Cultura Laura Alvim (2000) e no Sesc Friburgo (2000), entre outros espaços cariocas.

Em 2000,lançou o CD “São bonistas as canções”, que contou com a participação dos compositores homenageados. Ainda nesse ano, realizou, no Ballroom (RJ), show de lançamento do disco. Também em 2000, integrou o elenco do musical infantil "Garoto Noel", de Karen Acioly, realizado no Teatro Clara Nunes (RJ), sobre a infância e adolescência de Noel Rosa. Ainda em nesse ano, atuou como cantora e assinou a direção musical do show "O samba sabe o que quer", de Guilherme Godoy, e ainda participou de espetáculos do compositor argentino Agustin Pereyra de Lucena.

No ano seguinte, o projeto "São bonitas as canções" foi apresentado no circuito Sesc (São João de Meriti, Teresópolis, Nova Iguaçu, Madureira, Tijuca e Niterói) e nos espaços Ateliê Arte Sumária, Teatro Café Pequeno, Sala Funarte e Faculdade Gama Filho, no Rio de Janeiro, e no Memorial de Curitiba, como atração do Festival de Teatro. Esteve também em temporada no Paço Imperial (RJ), dentro do "Compasso Samba e Choro" (projeto de apresentações semanais assinado por Olívia Hime, com gravação ao vivo dos shows), tendo as canções "Beatriz" e "Nego maluco" incluídas no álbum "3º Compasso Samba e Choro" (Biscoito Fino), da série de CDs que registrou o evento. Também em 2001, participou, ao lado da compositora Simone Guimarães, do show de estréia do compositor Marcílio Figueiró, na Sala Funarte (RJ).

Em 2002, apresentou o espetáculo "São bonitas as canções" na Casa da Marquesa de Santos/Museu do Primeiro Reinado (Petrópolis), na Sala Baden Powell (RJ) e em Campos, totalizando 56 apresentações. Também nesse ano, participou, ao lado de Sérgio Ricardo, Marília Medalha, Fernando Leporace, Sá & Guarabyra, Quarteto em Cy, Dóris Monteiro, Alaíde Costa, Jards Macalé e Paulinho da Viola, entre outros artistas, de um espetáculo realizado na Sala Funarte (RJ) em homenagem ao compositor Sidney Miller.

Entre 2002 e 2003, gravou, acompanhada por dois violões e contrabaixo, os 3 CDs da série "Pop Acústico" (DeckDisc), produzida por Rodrigo Vidal, com canções do universo pop anglo-americano.

Participou, como narradora, do CD Rom "Flicts" (1994), de Ziraldo. Como dubladora/cantora, emprestou sua voz para os seguintes personagens: Ludmila, no desenho musical "Bartók, o Magnífico" (2000); Sacha, da série "Os cachorros vão para o Céu"; e todas as heroínas do desenho animado "Supermouse". Sua voz está também no coro musical da série de desenhos "Histeria" (Warner Channel); na abertura de "Hantaro" (diariamente veiculada pela TV Globo) e "Corrector Yui" (Cartoon), e também nos vocais da série "Faísca e Fumaça".

Em 2003, formou, ao lado de Hélio Sena, Gilberto Figueiredo, Alexandre Luiz e Eduardo Camenietzki, o grupo O Quinto, voltado para a pesquisa do folclore e da música regional de raiz brasileira. Com o conjunto, gravou um CD de músicas folclóricas da região Sudeste e apresentou-se em 48 cidades brasileiras, pelo projeto "Sonora Brasil", realizado pelo Sesc Nacional (Santa Catarina, Paraná, Brasília, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Amazonas, Acre, Amapá, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Paraíba), entre julho e agosto desse ano.

Em 2004, lançou pela Internet o CD "Lucidez", registrando exclusivamente cbras do compositor Alexandre Lemos: "Don" (c/ Danilo Lemos), "O cidadão" (c/ Bruno Tavares), "Pão", "Moderno", "Por que, Rose ?", "Oco", "Brincar de Deus", "(Pensando nas cores de) Van Gogh", "Lei de Gérson, óleo sobre tela", "Mad Max, a canção", "Pele", "A cidade" e "Meninos de rua", além da faixa-título. O CD esteve disponível para download durante nove meses. Também nesse ano, participou, ao lado das cantoras Kay Lyra, Ana Martins e Tatiana, do CD "As filhas da bossa", produzido por Kasuo Yoshida para o mercado japonês, interpretando as canções "Flor de lis" (Djavan), "De quem ama" (Carlos Lyra) e "Noturna" (Ivan Lins) . Também nesse ano, lançou, em duo com o violonista Willians Pereira, o CD "A canção, a voz e o violão", contendo as faixas "Canções e momentos" (Milton Nascimento e Fernando Brant), "Amanheceu, peguei a viola" (Renato Teixeira), "Cordas de aço" (Cartola), "Certas canções" (Milton Nascimento e Tunai), "A voz do dono e o dono da voz" (Chico Buarque), "Violão" (Sueli Costa e Paulo César Pinheiro), "Guia de cego (Guinga e Mauro Aguiar), "O cantador" (Dori Caymmi e Nelson Motta), "Quem tem a viola" (Jca Filho, Zé Renato, Xico Chaves e Claudio Nucci), "Uma canção inédita" (Chico Buarque e Edu Lobo), "Violeiros" (Djavan), "Voz de mulher" (Sueli Costa e Abel Silva) e "Viola violar" (Milton Nascimento e Marcio Borges). Ainda em 2004, gravou, ao lado de Kay Lyra, Ana Martins e Tatiana, o CD "As filhas da bossa", produzido por Yoshida para lançamento no mercado japonês.

Constam também de sua discografia participações em discos dos seguintes artistas: Tião Neto ("Carrossel", nas faixas "Tiururu" e "Salt sea"), Guilherme Hermolin ("Norte, Sul, Leste Oeste, na faixa "Pela fresta"), Daniela Spielmann ("Brazilian Breath", nas faixas "Isto aqui o que é", de Ary Barroso, e "Homenagem ao malandro", de Chico Buarque), Fernando Leporace e Maurício Gueiros ("Aldeia", na faixa "Samba em Inglês"), Gui Tavares ("Amigos and friends", na faixa "Strange"), Cilico e Rubens Serrano ("Eles por elas", na faixa "Believe me"), João Cantiber e Ronaldo Folegatti.

Como produtora, idealizou, à frente de sua empresa Zênitha Produções, o projeto "Cenário Brasileiro", cujo objetivo é a divulgação de artistas da nova geração da música nacional. Entre dezembro de 2001 e fevereiro de 2002, o projeto foi apresentado na casa de espetáculos The Ballroom (RJ), em sete espetáculos com jovens talentos da música popular brasileira, com a participação de artistas veteranos. O projeto foi apresentado também na Casa de Cultura da Estácio de Sá (RJ), em 2004.

Integra a equipe de monitores do coral do IN Metro, sob a regência de Eduardo Morelenbaum.

Em 2005, formou, com Cacala Carvalho e Eliane Tassis, o trio vocal Folia de Três, com o qual lançou, nesse mesmo ano, o CD "Pessoa rara - Ivan Lins - 60 anos".

Lançou, em 2007, o CD "Marianna Leporace canta Baden Powell", contendo obras do violonista, como "Samba da benção", "Pra que chorar", "Só por amor", "Refém da solidão", "Tempo feliz", "Deixa" e "Consolação", todas com Vinicius de Moraes, "Cai dentro" (c/ Paulo César Pinheiro) e "Cidade vazia" (c/ Lula Freire), entre outras. O disco, produzido por Kazuo Yoshida, contou com direção musical de Alain Pierre, arranjos de Alain Pierre, Philippe Baden, Kazuo Yoshida, Mikio Watanabe e Marcel Powell, e com a participação dos músicos Willians Pereira (violão), Fernando Leporace (baixo), Edu Szajnbrum (bateria, percussão), David Ganc (flauta), Dôdo Ferreira (baixo acústico), Célia Vaz (violão), Marcelo Martins (flauta), Kazuo Yoshida (percussão e bateria), Mikio Watanabe (violão), Yuji Otuka (cuíca) e Yukie Ishi (flauta), além dos filhos de Baden Powell, Philippe Baden (piano) e Marcel Powell (violão) e do trio vocal Folia de 3. Nesse mesmo ano, fez show de lançamento do CD na Sala Baden Powell (RJ). Em 2011, lançou o CD “Interior”, contendo as canções “Gandaia das ondas” e “Pedra e areia”, ambas de Lenine e Dudu Falcão, “Tivéssemos tempo” (Emerson Mardhine e Marcelo Sandmann), “Carrossel” (Emerson Mardhine e Alexandre Lemos), “Sereia e marinheiro” (Emerson Mardhine e Etel Frota), “Navegante” (Fernando Leporace e Alexandre Lemos), “Fazer a mala” (Fernando Leporace e Dilma Lóes), “Ar e vendaval” (Yuri Popoff, Alexandre Lemos), “O velho e o rio” (Ricardo Mansur e Pedro Matta), “Água, mãe viva” (João Bosco), “Perdido no meio das ondas” (Daniel Gonzaga), “Vento bravo” (Edu Lobo e Paulo César Pinheiro) e a faixa-título (Rodrigo Maranhão e Beto Valente). Fez show de lançamento do disco no Teatro Rival (RJ).

Em 2012, apresentou-se no Vizta (RJ) com o show “Na Carreira”, pelo projeto “Bossa, Jazz e muito mais”, tendo a seu lado Sheila Zagury (piano), Fernando Leporace (baixo) e Luisinho Sobral (bateria). O espetáculo contou com a participação especial do pianista Alberto Rosenblit.

Em 2013, apresentou-se no espaço Vizta (RJ), pelo projeto “Bossa, Jazz e muito mais”, tendo a seu lado Sheila Zagury (teclado), Fernando Leporace (baixo) e Luisinho Sobral (bateria). Com um repertório formado por sambas de autores contemporâneos mesclado com sambas clássicos, o espetáculo contou com a participação especial de Marcus Lima. Em 2015, dividiu o palco do Teatro Café Pequeno, no RJ, com Sheila Zagury, em show comemorativo de seu aniversário.  Intitulado “São bonitas as canções – as parcerias para teatro de Edu Lobo e Chico Buarque”, contou com a participação dos músicos Fernando Leporace, Luisinho Sobral, Daniela Spielmann, José Staneck e Mila Schiavo.

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