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Maria Rita

Maria Rita Mariano
9/9/1977

Dados Artísticos

Em 2002, apresentou-se, ao lado do violonista Chico Pinheiro e da também cantora Luciana Alves, nas noites de segunda-feira do espaço Supremo Musical (SP). Nesse mesmo ano, o trio participou do projeto "Mostra Sesc de Artes - Ares e Pensares", realizado no Sesc Vila Mariana (SP). Ainda em 2002, apresentou-se, ao lado de Chico Pinheiro, no Mistura Fina (RJ). Em 2003, gravou participação no disco "Pietá", de Milton Nascimento, com quem atuou na turnê do show homônimo iniciada no Canecão (RJ). Nesse mesmo ano, lançou seu primeiro CD, "Maria Rita", contendo as canções "A festa" (Milton Nascimento/sobre adaptação para "La Bamba"), "Agora só falta você" (Rita Lee e Luiz Sérgio), "Menininha do portão" (Nonato Buzar e Paulinho Tapajós), "Não vale a pena" (Jean Garfunkel e Paulo Garfunkel), "Dos gardenias" (Isolina Carillo), "Cara valente", "Santa chuva" e "Veja meu bem", todas de Marcelo Camelo, "Menina da lua" (Renato Motha), "Encontros e despedidas" (Milton Nascimento e Fernando Brant), "Pagu" (Rita Lee e Zélia Duncan), "Lavadeira do rio" (Lenine e Bráulio Tavares) e "Cupido" (Claudio Lins). O disco foi produzido por Tom Capone, que também assinou a direção artística, e co-produzido por Marco da Costa e pela própria cantora. No dia 15 de setembro de 2003, apresentou-se com sucesso no Canecão (RJ), onde recebeu um Disco de Ouro das mãos do presidente da Warner, por ter atingido a vendagem de 100.000 cópias de seu primeiro CD apenas uma semana após o lançamento. O espetáculo contou com a participação de Milton Nascimento, que subiu ao palco no bis, cantando "Tristesse" (de sua parceria com Telo Borges) em dueto com a cantora. Ainda em setembro de 2003, fez show no DirectTV de São Paulo. Em outubro do mesmo ano, estreou turnê nacional no Canecão (RJ). Apresentou-se no Claro Hall (RJ), em 2004. Neste ano, foi contemplada com o Grammy Latino, na categoria Artista Revelação. Ganhou também o prêmio de Melhor Álbum de MPB, pelo disco "Maria Rita". A música "A Festa", de Milton Nascimento, gravada por ela, foi eleita a Melhor Canção Brasileira do ano. No dia 20 de janeiro de 2005, fez o show de abertura do projeto "Verão TIM", na Praia de Ipanema (RJ). Nesse mesmo ano, lançou o CD "Segundo", em duas edições: uma simples e a outra acoplada a um DVD com o making of da gravação, mais uma remissão para faixa-bônus em internet. No repertório, "A casa pré-fabricada" e "Despedida", ambas de Marcelo Camelo, "Caminho das águas" e "Recado", ambas de Rodrigo Maranhão, "Mal intento" (Jorge Drexler), cantada em espanhol, "Ciranda do mundo" (Eduardo Krieger), "Minha alma" (Marcelo Yuka e O Rappa), "Sobre todas as coisas" (Edu Lobo e Chico Buarque), "Sem aviso" (Francisco Bosco e Fred Martins), "Feliz" (Dudu Falcão), "Muito pouco" (Moska) e "Conta outra" (Edu Tedeschi). O disco, produzido por Lenine e dedicado a Tom Capone, produtor do CD de estréia da cantora, contou com a participação de Tiago Costa (piano), Silvinho Mazzurca (baixo) e Cuca Teixeira (bateria). Também em 2005, estreou turnê de show no Canecão (RJ). Em 2006, lançou o DVD "Segundo ao vivo", gravado no Claro Hall (RJ), ao lado dos músicos Tiago Costa (piano e Fender Rhodes), Sylvio Mazzuca (contrabaixo), Cuca Teixeira (bateria) e percussão). Além do show, o DVD registra uma apresentação no estúdio Toca do Bandido, um documentário sobre as gravações e o videoclipe da música "Feliz". Apresentou-se no Palco Santa Clara, na praia de Copacabana, montado especialmente para as comemorações do Réveillon de 2015, anunciando a hora da virada. Em 2007, mudou-se para o Rio de Janeiro. Nesse ano, lançou o CD "Samba meu”, com tiragem inicial de 125 mil cópias, um crédito à cantora que vendeu 840 mil CDs e 180 mil DVDs, com “Maria Rita”, e 200 mil CDs e 40 mil DVDs, com “Segundo”. Embora mudando de gênero musical, o disco “Samba meu”, produzido por Leandro Sapucahy, manteve a mesma base instrumental dos anteriores, acrescido de cavaquinho, bandolim, violão de 7 cordas e mais ritmistas. No repertório, seis sambas de Arlindo Cruz – “Num corpo só” (c/ Picolé), “Maltratar não é direito” (c/ Franco), “Tá perdoado” (c/ Franco), “Pra declarar minha saudade” (c/ Jr. Dom), “O que é o amor” (c/ Maurição e Fred Camacho) e “Trajetória” (c/ Serginho Meriti e Franco) -, além de “Nosso amor” e “Maria do Socorro”, ambas de Edu Krieger, “Corpitcho” (Picolé e Ronaldo Barcelos), “Casa de Noca” (Serginho Meriti, Nei Jota Carlos e Élson do Pagode), "Samba meu" (Rodrigo Maranhão) e “Cria" (Serginho Meriti e César Belieny), que contou com a participação de seu filho Antônio, de três anos. Em 2008, participou do espetáculo "Bossa nova 50 anos", realizado na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Também no elenco, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Oscar Castro Neves, Wanda Sá, Leila Pinheiro, Emílio Santiago, Zimbo Trio, Leny Andrade, Fernanda Takai, João Donato, Marcos Valle e Patrícia Alvi, Bossacucanova e Cris Delanno. O show, em comemoração aos 50 anos da bossa nova, e também celebrando o aniversário da cidade do Rio de Janeiro, teve concepção e direção de Solange Kafuri, direção musical de Roberto Menescal e Oscar Castro Neves, pesquisa e textos de Heloisa Tapajós, e apresentação de Miele e Thalma de Freitas. Em 2011, apresentou-se, ao lado do grupo Casuarina, na Fundição Progresso (RJ). Nesse mesmo ano, fez parte da trilha sonora de "Insensato coração" (Rede Globo), com o samba “Coração em desalinho” (Mauro Diniz e Ratinho), regravado especialmente para a novela da Rede Globo. Também em 2011, lançou o CD “Elo”, contendo as faixas “Conceição dos Coqueiros” (Lula Queiroga), “Santana” (Junio Barreto), “Menino do Rio” (Caetano Veloso), “Pra matar meu coração” (Pedro Baby e Daniel Jobim), “A história de Lilly Braun” (Edu Lobo e Chico Buarque) e “Só você” (Rita Lee e Roberto de Carvalho), entre outras. Em 2012, apresentou, no Vivo Rio (RJ), o primeiro show do projeto “Viva Elis”, cantando músicas do repertório de sua mãe, Elis Regina. O registro do show foi lançado em formatos de CD e DVD intitulados “Redescobrir”, pelo selo Universal Music. Em 2013, recebeu indicação à 14ª edição do Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum MPB pelo CD "Redescobrir - Ao vivo". Nesse mesmo ano apresentou-se no Palco Sunset do festival “Rock in Rio”, no Rio de Janeiro, no qual recebeu a cantora belga Sue, com quem dividiu os vocais em  “Fade away” e “On and on”. Em 2014 lançou o CD “Coração a batucar”, com sambas inéditos como “É corpo, é alma, é religião” (Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto), “Mainha me ensinou” (Arlindo Cruz, Xande de Pilares e Gilson Bernini), “Abre o peito e chora” (Serginho Meriti, Rodrigo Leite e Cauíque), “No mistério do samba” (Joyce Moreno), entre outros. Apresentou o show de lançamento do disco na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, acompanhada dos músicos Alberto Continentino (baixo), André Siqueira (percussão), Davi Moraes (guitarra), Marcelinho Moreira (percussão), Ranieri Oliveira (teclados) e Wallace Santos (bateria). Participou do DVD “Sambabook – Zeca Pagodinho”, para o qual gravou “Alto lá”, parceria de Zeca com Arlindo Cruz e Sombrinha. Em 2015 lançou, pelo selo Universal Music, o CD + DVD “Coração a batucar – Edição especial”, com making off e clipe da música “Bola pra frente” (Xande de Pilares e Gilson Bernini). Nesse mesmo ano apresentou o show “Samba de Maria” na casa de shows Miranda, no Rio de Janeiro, acompanhada dos músicos Davi Moraes (guitarra), André Siqueira e Marcelinho Moreira (percussão), Fred Camacho (cavaquinho, violão, bandolim, outros). Em 2016 apresentou o show “Voz & Piano”, no Theatro Net Rio, no Rio de Janeiro, acompanhada do pianista Tiago Costa, com o qual saiu em turnê por várias cidades brasileiras. Nesse mesmo ano lançou, pelo selo Universal Music, o CD/ DVD “O samba em mim – Ao vivo na Lapa”, registro de show realizado na Fundição Progresso em 2015. Em 2018 lançou, pelo selo Universal Music, o CD “Amor e música”, registro ao vivo de show realizado em São Paulo, com repertório de músicas inéditas como “Reza”, “Samba e swing”, “Pra Maria”, “Chama e saudade”, “Perfeita sintonia”, entre outras. Em saudação ao compositor Arlindo Cruz, internado há quase um ano, vítima de um AVC, regravou a música “Saudade louca” (Arlindo Cruz, Acyr Marques e Franco). A faixa “Amor e música”, que dá nome ao disco, é uma composição de Moraes Moreira e Luisão Paiva. Nesse mesmo ano estreou na casa de shows Citibank Hall em São Paulo o show em comemoração aos seus 15 anos de carreira, produzido por Pretinho da Serrinha, no qual interpretou “Aquarela do Brasil” (Ary Barroso) acompanhada da banda baiana Didá Banda Feminina, formada apenas por mulheres percussionistas. O cantor e compositor Zeca Pagodinho também participou do show. Apresentou-se no festival “Rock in Rio”, no Rio de Janeiro, em show realizado no Palco Sunset, convidando a cantora e compositora norte-americana Malody Gardot. Ainda em 2017 apresentou o show “Deu muito samba”, ao lado do amigo sambista Diogo Nogueira, na casa de shows Metropolitan, no Rio de Janeiro, acompanhados dos músicos Davi Moraes (guitarra), Fred Camacho (banjo e cavaquinho), André Siqueira e Marcelinho Moreira (percussão). Em 2018 lançou, pelo selo Universal Music, o CD “Amor e música”, registro ao vivo de show realizado em São Paulo, com repertório de músicas inéditas como “Reza”, “Samba e swing”, “Pra Maria”, “Chama e saudade”, “Perfeita sintonia”, entre outras. Em saudação ao compositor Arlindo Cruz, internado há quase um ano, vítima de um AVC, regravou a música “Saudade louca” (Arlindo Cruz, Acyr Marques e Franco). A faixa “Amor e música”, que dá nome ao disco, é uma composição de Moraes Moreira e Luisão Paiva. 

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