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Marcelo Vianna

Marcelo Vianna
24/2/1969 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira como cantor no início da década de 1990. No ano seguinte participou, cantando, de "O Mambembe", sob direção de Amir Haddad, no Teatro Musical.

Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras, participou dos musicais "Theatro Muzical Brasileiro", "Samba Valente de Assis", "Pixinguinha", "Clara Nunes - Brasil Mestiço", "Elis, Estrela do Brasil", e "Orlando Silva, o cantor das multidões".

No ano de 1995 participou do projeto "Encontro Notáveis", tendo como convidado Paulinho da Viola.

Foi apadrinhado por João Nogueira no projeto "Novo Canto", em 1998, além de ter participado de musicais como "Pianíssimo", "Noite de Reis e Pixinguinha" (os dois últimos do diretor Amir Haddad), e do show na Sala Funarte Sidney Miller com Baden Powell.

No ano de 1999 foi semifinalista do "2° Prêmio Visa Vocal".

Em 2002 lançou pela gravadora Biscoito Fino o disco "Teu nome", só com músicas de seu avô, incluindo no repertório versões para os clássicos: "Rosa" (Pixinguinha e Otávio de Souza), com participação especial de Jaques Morelembaum; "Lamento" (Pixinguinha e Vinicius de Moraes); "Yaô" (Pixinguinha e Gastão Vianna); "Gavião calçudo" (Pixinguinha); "Mundo melhor" (Pixinguinha e Vinicius de Moraes) com participação especial de Dom Um Romão; "Carinhoso" (Pixinguinha e João de Barros); "Samba de fato" (Pixinguinha e Cícero de Almeida); e "Benguelê" (Pixinguinha e Gastão Vianna), e as inéditas "Bianca" (Pixinguinha e L. Andreoni) e ainda "Meu sabiá", "Teu nome" (com participação especial de Rita Ribeiro) e "Samba de gafieira", as três com letras de Paulo César Pinheiro especialmente para o disco. A faixa "No Terreiro de Alibibi" (Pixinguinha e Gastão Vianna) incorporou elementos modernos - como o rap de Pedro Luís e a Parede e tradicionais e ainda com a participação da Velha-Guarda da Mangueira nos coros afro. Outros convidados especiais foram João Nogueira, que gravou "Patrão, prenda seu gado" (Pixinguinha, Donga e João da Baiana). Jaques Morelenbaum fez o arranjo de "Rosa" (Pixinguinha e Otavio de Souza) para violoncelo e voz, e Dom Um Romão arranjou "Mundo melhor", de Pixinguinha e Vinicius de Moraes. A direção musical foi do violonista Caio Cezar, e a produção foi da PZM, empresa que cuida do acervo do mestre do choro, transferido para o Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. O projeto do disco também envolveu Hermínio Bello de Carvalho e Sérgio Cabral, além do violonista Guinga e ainda o baterista Dom Um Romão, o grupo Pedro Luís e A Parede, a cantora Rita Ribeiro, João Nogueira e a Velha-Guarda da Portela.

Sobre o disco, declarou Paulo César Pinheiro: "Ele canta bem e tem um belo timbre de voz". Neste mesmo ano participou do "Projeto Homenagens", dedicado ao avô, com Pedro Luís e A Parede e Velha Guarda da Mangueira, na Praia do Arpoador. Participou do show em homenagem ao cineasta Alex Vianny, no Espaço dos Correios, quando cantou, entre outras, as músicas de Pixinguinha e Vinicius de Moraes para a trilha sonora do filme "Sol sobre lama" de Alex Vianny. Ainda em 2002, o CD foi indicado ao "Prêmio Rival BR de Música Popular Brasileira", concorrendo na categoria "Resistência".

Sobre sua carreira disse Ruy Castro:

"Se Marcelo Vianna tivesse vivido nos anos 20 ou 30, estaria cantando com os Oito Batutas ou com os Diabos do Céu. Para nossa sorte é nosso contemporâneo - o que significa que é capaz de nos trazer de volta a tradição, mas com uma exuberante roupagem moderna. É o samba com sangue novo nas veias e recém-saído do alfaiate".

No ano de 2007 lançou, na Sala Baden Powell, em Copacabana, o CD "Cai dentro - A música de Baden Powell e Paulo César Pinheiro".

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