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Marcelo Onofri


Teófilo Otoni, MG

Dados Artísticos

No Rio de Janeiro, integrou o elenco do espetáculo “Chorus Line”.

Em seguida, mudou-se para Viena, onde viveu durante 15 anos. Fez parte de uma banda brasileira chamada Matogrosso, com a qual gravou um disco e fez shows. Cursou, durante algum tempo, a Academia Superior de Música. Lecionou, regeu um coro, produziu shows, trabalhou como compositor na cena de dança contemporânea, assinou a direção musical do Serapions Theather, atuou com artistas europeus e, como arranjador e instrumentista, com o brasileiro Alegre Correa, músico radicado em Viena. Também gravou discos com a cantora Bel Padovani ("Maribel" e "Hein?").

De volta ao Brasil, instalou-se em Gonçalves (MG), onde permaneceu durante quatro meses, dando aulas de piano. Em seguida, mudou-se para Campinas, onde foi convidado a lecionar no Conservatório Carlos Gomes. Deu aulas na Abamba (Associação dos Meninos Bailarinos-Atores), em Barão Geraldo, realizando um trabalho de musicalização e consciência corporal.

Formou o Marcelo Onofri Quinteto, juntamente com Lara Ziggiatti (violoncelo) e Anderson Alves (clarinete), além de eventuais contrabaixistas e percussionistas que se alternaram até chegar à formação definitiva, com Gilberto de Syllos (contrabaixo) e Ramon Montanhaur (bateria e percussão). Com o grupo, lançou o CD “Dança”, contendo composições próprias, como "DBB (Divertimento Barroco Brasileiro)" e “Eu, dança”, e canções de outros autores, como “Um trem para as estrelas” (Cazuza e Gil) e “Quem sabe” (Carlos Gomes), entre outras. O disco contou com a participação especial das cantoras Catina de Luna e Eliane Coelho, esta última soprano da Ópera de Viena. Nesse trabalho, apresenta-se pela primeira vez como cantor.

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