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Luiz Henrique


9/2/1972 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou a carreira artística no final da década de 1990. No ano 2000, gravou de forma independente seu primeiro disco, o CD "Provocante", cujo lançamento foi feito no programa "Na boca do povo", comandado por Wagner Montes ,na emissora CNT. O disco teve lançamento em diferentes programas de rádios, da capital e interior do Rio de Janeiro, como a Rádio MEC-AM, Rádio Nacional-AM, Rádio Bandeirantes-AM, Rádio 94 FM, Rádio Catedral-FM, Rádio Nova Friburgo-AM, entre outras. No ano seguinte, em 2001, participou do concurso "Novos ídolos da MPB" organizado pelo radialista Célio Berrondo da Rádio Rio de Janeiro - AM obtendo o segundo lugar interpretando a música "O mito Emilinha Borba", de sua autoria, composta em homenagem à cantora Emilinha Borba, obra que interpretou no show que reuniu os vencedores do concurso no Teatro Miguel Falabela. Neste espetáculo, conheceu Emilinha Borba que gostou muito de seu trabalho e o convidou para realizar com ela diversos shows pelo Brasil com apresentações em cidades como Recife (PE) e Campo Grande (MS). No mesmo ano, em 2001, apresentou-se em diversos shows com a pianista Leny Bello com destaque para a apresentação especial no piano bar "Lugar comum". Em 2003, teve a marchinha "Minha Chiquita", gravada por Emilinha Borba com vistas ao carnaval daquele ano. Essa composição foi bem executada em algumas rádios cariocas como a Rádio Globo e a Rádio Tupi. No mesmo ano, participou do CD "Emilinha Pinta e Borba" sugerindo o título e o repertório, além de cantar com a cantora na faixa "Lugar comum", de sua autoria. Ainda no mesmo ano, lançou o CD "Torre de Babel do samba", no qual mesclou diferentes estilos de samba. Esse disco foi lançado e apresentado em programas de Rádio e TV à cabo. Ainda em 2003, participou do CD carnavalesco da Casa do Compositor Musical interpretando a faixa "Nossa Senhora Emilinha do samba", de sua autoria.  No ano de 2004, participou daquele que seria o último disco de Emilinha Borba, o CD "Emilinha Borba - Na banca da folia" no qual cantou com ela nas faixas "Carnaval naval da favorita" e "Mama, Neném", ambas de sua autoria. No mesmo disco estão presentes, de sua autoria, as músicas "Marcha-funk da Eguinha Pocotó" e "Minha Chiquita". Nos anos de 2004 e 2005, acompanhou a cantora Emilinha Borba nos shows carnavalescos da Cinelândia intitulados "Carnaval da Cinelândia". Posteriormente, em 2006, participou do CD carnavalesco da Casa do Compositor Musical com a marcha "Brasil champanhe", de sua autoria. No ano posterior, em 2007, seu samba carnavalesco "Abravanel" que lembra a figura do apresentador Sílvio Santos foi gravada pela cantora Mariúza. Neste mesmo ano, ao lado do músico Jorge Quartarone, o popular Quartera do conjunto "Os Cariocas", produziu um CD single em homenagem à cantora Maysa e ao compositor Noel Rosa pela passagem dos 30 anos de morte da cantora e os 70 anos de morte do compositor. No trabalho cantou ao lado da cantora Marion Duarte. O disco contou com as participações dos músicos Quartera na bateria, Antenor Luz no violão, Romildo Cardoso no contrabaixo, Clarice Kamliot nos teclados, e Carlos Moura no sax e flauta. Nesse disco ele interpretou as músicas "Último desejo", de Noel Rosa, "Pra que mentir", de Noel Rosa e Vadico, e "Fita amarela", de Noel Rosa. O CD foi lançado em show ao vivo no programa da cantora Dorina "Ponto de samba" no auditório da Rádio Nacional com a participação especial do grupo Chapéu de Palha. No ano de  2010, em homenagem aos 80 anos da morte do compositor Sinhô, lançou o CD duplo "Um Sinhô compositor - José Barbosa da Silva - oito décadas de saudade". Com distribuição gratuita, o primeiro CD apresentou gravações clássicas do compositor como "Deus nos livre do castigo das mulheres", na voz de Mário Reis; "Gosto que me enrosco", na voz de Carlos Galhardo; "Cansei" interpretada por Paulinho da Viola; "Quem são eles" por Bahiano e "Amor de poeta", por Sílvio Caldas, entre outros. Já o CD número dois apresentou gravações suas para sambas como "Maldito costume", "Gosto que me enrosco", "Ora vejam só", "Volta à palhoça", "Amar a uma só mulher", "Jura", "Chequerê", "Reminiscências do passado", "Cais dourado", "Casinha de sapê", "A medida do Senhor do Bonfim" e "Sonho de gaúcho". No ano seguinte, em 2011, apresentou-se no Bar Amarelinho, na Cinelândia, Rio de Janeiro, mostrando o repertório do CD duplo "Um Sinhô compositor" no qual homenageou o compositor Sinhô. Na ocasião, cantou clássicos como "Jura", "O pé de anjo", "Gosto que me enrosco", entre outros. O show contou com as participações especiais da cantora Marion Duarte e do dançarino e cantor Bob Lester que na ocasião festejou seus 97 anos de idade. No ano de 2013, lançou, de forma independente, o CD "Pro samba que Noel me convidou" no qual interpretou sambas menos conhecidos de Noel Rosa como "Esquecer e perdor", de Noel Rosa e Canuto; "Queimei o teu retrato", de Noel Rosa e Henrique Brito; com a participação especial da cantora Marion Duarte; "Eu agora fiquei mal", de Noel Rosa e Antenor Gargalhada, e "Último desejo", no ritmo que, segundo a cantora Marília Batista, seria o correto, e "O maior castigo que eu te dou", apenas de Noel Rosa, além de um medley, intitulado "Pro samba que Noel me convidou", com quatro sambas do Poeta da Vila: "Com que roupa", "Palpite infeliz" e "Até amanhã". No mesmo CD interpretou ainda os sambas "A favela vai abaixo", de Sinhô; "Perdi o meu pandeiro", de Cândido das Neves, samba até hoje inédito em gravações; "O que eu sinto por você", de Luiz Barbosa, em faixa que contou com a participação especial do cantor Paulo Marquez; "O destino é Deus quem dá", de Nílton Bastos; "Golpe errado", de Francisco Matoso, e "Você chorou", de Brancura. Dois anos depois, em 2015, prestou homenagem ao compositor Silas de Oliveira com o CD "O Império de Silas, ao grande mestre do samba Silas de Oliveira", o primeiro trabalho a reunir uma parte significativa da obra do compositor da Escola de Samba Império Serrano. Com produção artística e musical de Thiago da Serrinha e Julio Florindo, no trabalho foram incluídas de autoria de Silas de Oliveira as faixas "O Império tocou reunir", "Calamidade"; "Caçador de esmeraldas"; "Amor aventureiro", e  "Desprezado", com Mano Décio da Viola; "Heróis da liberdade", com Mano Décio da Viola e Manoel Ferreira, com participação especial de Jorginho do Império; "Os cinco bailes da história do Rio", com Dona Ivone Lara e Bacalhau; "Pernambuco, Leão do Norte", com participação especial de Alex Ribeiro; "Meu drama", com J. Ilarindo; "Me leva", com Anísio Silva e José Garcia; "Rádio Patrulha", com Luizinho, J. Dias e Marcelino Ramos; "A Lei do Morro", com Mestre Fuleiro, com participação especial de Silas Júnior; e "Aquarela brasileira" e "Apoteose ao samba", com Mano Décio da Viola, com a participação especial da Velha Guarda Show do Império Serrano. O disco foi lançado em show no Centro Cultural Memórias do Rio, na Lapa, centro boêmio do Rio de Janeiro. No ano de 2017, com a Velha Guarda Show do Império Serrano, na ocasião, integrada por Ivan Milanez, Tia Nina, Capoeira, Rachel Valença, Sílvio Manoel, Lindomar Fraga, Cizinho, Luís Carlos do Cavaco, Nilson Rangel, Reinaldo Muzza e Tia Vilma, lançou o CD "Menino de 47 - Setenta Anos do Reizinho de Madureira", no qual interpretou as faixas "Aquarela brasileira" (Silas de Oliveira), com participação especial de Myrian Pérsia, Arlindo Cruz, Jorginho do Império, Zé Luiz do Império, Wilson das Neves, Jorge Lucas, Aluísio Machado e Alex Ribeiro; "Exaltação a Tiradentes" (Estanislau Silva, Mano Décio da Viola e Penteado), com participação especial de Jorginho do Império; "O rio corre pro mar" (Arlindo Cruz, Maurição, Carlos Sena e Elm o Caetano), com participação especial de Arlindo Cruz; "Tantas primaveras" (Mestre Fuleiro), com participação especial de Wilson das Neves; "Menino de 47" (Nilton Campolino e Molequinho), com participação especial de Ivan Milanez - Solista da Velha Guarda Show; "Brasil, Berço dos Imigrantes" (Jorge Lucas e Roberto Ribeiro), com participação especial de Jorge Lucas; "Lenda das Sereias, Rainha do Mar" (Vicente Mattos, Dionel e Arlindo Velloso), com participação especial de Alex Ribeiro; "Tempo Ê" (Zé Luiz e Nélson Rufino), com participação especial de Zé Luiz do Império; "Resignação" (Hélio dos Santos e Yvonne Lara), com participação especial de Nilson Rangel - Solista da Velha Guarda Show; "Estrela de Madureira" (Cardoso e Acyr Pimentel), com participação especial de Luís Carlos do Cavaco - Solista da Velha Guarda Show; "Alô! Alô! Taí Carmen Miranda" (Maneco, Heitor e Wilson Diabo), com participação especial de Reinaldo Luzza - Solista da Velha Guarda Show, e "Bum, bum, paticumbum prugurunddum" (Beto Sem Braço e Aluísio Machado), com participação especial de Aluísio Machado. No disco contou com produção musical de Ricardo Calafate (arranjos, bandolim, cavaquinho, violão de seis e baixo elétrico); Toni (violão de sete cordas), Dirceu Leite (flautas), Rodrigo Jesus (percussão),  Alceu Maia (cavaco), Rafael Mallmith (violão de sete cordas), Sílvio Manoel (percussão), Capoeira (percussão), Patrick Ângelo (violão 7 cordas), Wanderson Martions (cavaquinho) e Everson Moraes (trombone). No ano de 2019, comemorando 20 anos de carreira, lançou o CD "Sambas que o tempo levou", com produção do multi-instrumentista Ricardo Calafate (arranjos, violão de seis, bandolim, baixo elétrico, clarinete, cavaco), e ainda a participação de Alceu Maia (cavaco), Dirceu Leite (clarinete, flauta e flautim), Patrick Angelo (violão de 7 cordas), Rodrigo Jesus (percussão), Rafael Mallmith (violão de 7 cordas), Everson Moraes (trombone), Wanderson Martins (cavaco), Augusto Matoso (baixo acústico), Fernando Moraes (piano acústico) e coro de Ari Bispo, Jussara Lourenço, Ronaldo Barcelos e Valéria Mariano. No disco interpretou as faixas "Cuíca, pandeiro, tamborim" (Custódio Mesquita), "Eu sei sofrer" (Noel Rosa), "Vai meu samba" (Custódio Mesquita), "Deus nos livres do castigo da mulher" (Sinhô), "Sou o Ioiô de Iaiá" (Henrique Vogeler), "Palacete de malandro" (Custódio Mesquita), "Desgraça pouca é bobagem" (J. Aimberê), "Sabiá" (Sinhô), "Teu olhar" (Henrique Vogeler), "Silêncio de um minuto" (Noel Rosa), "Escrita complicada" (J. Aimberê) e "Mandei buscar" (Eduardo Souto). Da apresentação do disco, de autoria do pesquisador musical e escritor Luiz Carlos de Paula, destacamos o seguinte trecho:   "Luiz Henrique, talentoso e versátil cantor, pesquisador zeloso e minucioso, chega a seu quinto projeto de resgate musical e independente, com o sugestivo título 'Sambas que o tempo levou'. Em termos de cultura, um país sem memória não pode valorizar adequadamente e usufruir do seu rico patrimônio como, infelizmente, é o nosso caso. Assim, este precioso e peculiar trabalho já nasce antológico, ao apresentar doze faixas (menos lembradas ou pouco conhecidas) focadas em seis importantes personagens da nossa história musical, em período desde o alvorecer do samba (em suas facetas iniciais) e da marchinha, chegando à chamada 'época de ouro'."   O show de lançamento ocorreu no Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, com direção artística da jornalista Sonia Monte e direção musical e arranjos de Gabriel Gonzaga, além da participação especial da cantora Lu Fogaça. Neste mesmo ano fez show de lançamento do disco no Teatro Dulcina, com participação especial da cantora Lu Fogaça e produção musical de Gabriel Gonzaga.

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