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Luiz Flavio Alcofra

Luiz Flavio Tournillon Alcofra
3/11/1961 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Integrou a Orquestra de Cordas Brasileiras, com a qual conquistou o "Prêmio Sharp" nas categorias "Melhor Disco Instrumental" (1990 e 1991) e "Melhor Grupo Instrumental" (1990 e 1998). A partir de 1993 integrou o grupo Água de Moringa. Participou da "Orquestra de Violões Chiquinha Gonzaga", da "Orquestrim de Wagner Tiso", do grupo "Os Guanabaras", da "Camerata Universidade Gama Filho", do grupo "Terra Brasilis", do "Duo Verani/Alcofra", do "Quarteto Brasileiro", do grupo "Terno Carioca". Em 2004 participou do processo de digitalização da obra do compositor Radamés Gnattali, realizado pela Petrobras. Recebeu "Moção de Louvor", concedida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, pela contribuição no movimento de revitalização da Lapa, em 2006, e pelo trabalho de execução e difusão do choro, em 2007. A partir de 2006 integrou o bloco Cordão do Boitatá. Nesse mesmo ano cobtribuiu para a identificação do acervo musical do "Projeto Pixinguinha", realizado pela Funarte. Em 2009 participou do processo de revisão das obras de Pixinguinha para Orquestra, realizada pelo Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. Participou dos musicais "Chico Viola" (1998), "Atlântida" (2000), "Clara Nunes" (2001), "La Traviata" (2002), "Geraldo Pereira, Um Escurinho Direitinho" (2003), "Soppa de Letra" (2004/2005), "Otelo na Mangueira" (2005/2006), "Elizeth, a divina" (2008), "O bem do mar" (2009), "Vicente Celestino" (2010). Em 2012 lançou o CD “Fotografia”, com 16 faixas de sua autoria, dentre as quais “Das dores”, “Fotografia” e “Teu Nome”, que contaram com a participação de Marcos Sacramento; “Canção para Luiza”, com participação de Bia Paes Leme; “Velho mestre”, com Clara Sandroni e Telma Costa; “Velha Guerreira” e “Orixás”, com Valéria Lobão; “Mãe Guerreira/ Prece ao Pai”, com Ronaldo Barcellos. Participou do show “Aquarela Nordestina”, encerrando a série “MPB na ABL”, ao lado de Kiko Horta (acordeom), Cris Cotrim (cavaquinho), Ivan Machado (contrabaixo), Rodrigo Seofield (bateria) e Fidélis do Acordeon (voz). O show foi em homenagem aos 100 anos de Luiz Gonzaga com roteiro e apresentação de Ricardo Cravo Albin. Em 2013 realizou o show “tReSvaRIOs”, no Teatro Rival e no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro. No qual a cantora Mariana Baltar interpretou músicas inéditas de sua autoria em parceria com o compositor Mauro Aguiar, que também participou como intérprete em alguns momentos do show. Em 2015 apresentou, ao lado de Marcos Sacramento, o espetáculo “A Rainha dos Parangolés”, com repertório que consagrou a cantora Aracy de Almeida, no Teatro Municipal de Niterói, no Rio de Janeiro. Teve composições gravadas por Marcos Sacramento, Telma Costa, Nadinho da Ilha e Walter Alfaiate. Em 2018 lançou, ao lado de Marcos Sacramento, o CD “Aracy de Almeida – A rainha dos parangolés”, trilha do espetáculo homônimo idealizado por Hermínio Bello de Carvalho, no ano de 2014, em homenagem ao centenário de nascimento da cantora.

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