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Luís Capucho

Luiz Carlos Capucho
23/3/1962 Cachoeiro do Itapemirim, ES

Dados Artísticos

Em 1993, teve o primeiro registro como compositor, com a gravação de suas músicas “Maluca” e “Minha casa é um céu” por Rita Peixoto e Carlos Fuchs.   Em 1996, estreou como cantor gravando a sua composição “O amor é sacanagem”, no CD coletivo “Ovo”, ao lado de Arícia Mess, Suely Mesquita, Pedro Luís, Mathilda Kóvak, Fred Martins e Rodrigo Campello, entre outros artistas autodenominados “retropicalistas”.   Em 1997, o grupo Pedro Luis e A Parede incluíram no CD “Astronauta Tupy” sua música “Máquina de escrever” (c/ Mathilda Kóvak). Nesse mesmo ano, Daúde gravou “Romena”, de sua parceria com Suely Mesquita.   Em 1999, Cássia Eller gravou “Maluca” no CD “Com você meu mundo ficaria completo”. Nesse mesmo ano, sua música “Máquina de escrever” recebeu regravação no CD “Ah!”, de Patrícia Amaral. Também em 1999, publicou o romance “Cinema Orly” (Editora Interlúdio).   Em 2000, Eleonora Falcone gravou no CD “Apetite” suas músicas “Me atende” (c/ Suely Mesquita), “Bruto” e “Destruição”, além de “Michel Jackson usa batom”, parceria de ambos.   No ano seguinte, Suely Mesquita incluiu no repertório do CD “Sexo Puro” a música “Aristocracia”, parceria de ambos. Também em 2001, Rita Peixoto e Carlos Fuchs gravaram sua composição “Dominus” (c/ Marcos Sacramento) no CD “Na minha cara”.   Em 2003, lançou seu primeiro CD, “Lua singela”, contendo suas canções “Bengalinha”, “Sucesso com sexo”, “Algo assim” e “Máquina de escrever”, todas com Mathilda Kóvak, “Fonemas”, “Ponto máximo” e “Íncubos”, todas com Marcos Sacramento, “Vai querer?” (c/ Suely Mesquita), “Os bichinhos”, “Maluca”, “A vida é livre” e a faixa-título. O disco foi produzido por Paulo Baiano.   Em 2005, foi o vencedor do prêmio Arco-íris dos Direitor Humanos, na categoria Literatura, com seu livro “Cinema Orly”.   Foi escalado, no ano seguinte, para o projeto “Pauta Funarte de Música Brasileira”.   Em 2007, lançou seu segundo romance, “Rato” (Editora Rocco ). Nesse mesmo ano, Clara Sandroni registrou no CD “Cassiopéia” sua canção “O amor é sacanagem”. Em 2010, Cristina Braga incluiu sua música “Peixe” no repertório do CD “Feito um peixe”.   Finalizou e lançou, em 2012, o CD “Cinema Íris”, contendo suas composições inéditas “A música do sábado” (c/ Kali C.), “Os gestos das mulheres” (c/ Mathilda Kóvak), “Atitudes burras”, “Céu”, “A expressão da boca”, “Eu quero ser sua mãe”, “O motorista do ônibus”, “Para pegar”, “Pessoas são seres do mal”, “Parado aqui” e a faixa-título, além de “Romena” (c/ Suely Mesquita), gravada anteriormente por Daúde, e “Peixe”, gravada anteriormente por Cristina Braga. O disco contou com a participação de Marcos Sacramento (direção artística, vocais e voz-solo em “O gesto das mulheres”), Paulo Baiano (piano, teclados, samplers e programações), Eduardo Marcolino (guitarra), Suely Mesquita (voz solo em “Romena”), Cristina Braga (harpa em “Céu”) e Clara Sandroni (vocais). Nesse mesmo ano, finalizou o livro “Mamãe me adora”. Ainda no mesmo ano, lançou o CD “Antigo – Luís Capucho 95”. Disponibilizado na rede, o trabalho trouxe antifas composições do músico, gravadas antes de 1996, quando passou dias em coma e perdeu algumas de suas habilidades motoras.  “Poeta Maldito” foi lançado em 2015.Seu quarto CD trouxe versos que evocam acontecimentos do cotidiano, expostos de forma crua e sem grandes requintes musicais. Felipe Castro assinou a produção, que não pretendeu em nenhum momento lapidar a gravação, deixando para os ouvintes comentários que podem ser ouvidos após algumas músicas, como acontece ao fim da faixa “La nave va”.  Ao todo, são 7 faixas, dentre as quais “Vlha”, “Cavalos” e “Soneto”, além da faixa-título.

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