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Lucina

Lucia Helena Carvalho e Silva
25/12/1950 Cuiabá, MT

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira profissional em 1967, ainda sob o nome de Lucinha, como solista do Grupo Manifesto, com o qual apresentou, na TV Continental (RJ), a série de programas semanais "O mundo é nosso", levada ao ar nas tardes de sábado. Nesse mesmo ano, participou, com o Grupo Manifesto, do II Festival Internacional da Canção, com "Margarida" (Gutemberg Guarabyra), classificada em 1º lugar na fase nacional e em 3º lugar na fase internacional do evento. Ainda com o conjunto, lançou os LPs "Manifesto musical" (1967) e "Grupo Manifesto nº 2" (1968). Os dois discos viriam a ser relançados em CD, em 1995, como parte da coleção "No Tempo da Bossa Nova".

Em 1968, participou do IV Festival da Música Popular Brasileira (TV Record), com sua composição "Cantoria" (C/ Luiz Vieira), que interpretou no evento, ao lado do Grupo 7, sob o pseudônimo de Lucelena, com o qual fez carreira na PolyGram, tendo gravado canções de festivais em diversos discos lançados pela gravadora.

Em 1972, formou, com Luli (hoje Luhli), a dupla Luli e Lucina, ícone da produção independente no Brasil, lançando, ao longo de 25 anos de carreira, sete álbuns, apresentando-se em vários teatros, salas culturais, bares, festivais ao ar livre, projetos de várias Secretarias de Cultura e Instituições por todo o Brasil. A dupla expandiu internacionalmente seu trabalho em cidades da Alemanha, França, Suíça e Holanda.

Em 1998, lançou seu primeiro disco solo, "Inteira pra mim", contendo suas composições "Coração na boca", "Lar lunar", "Familiar" e a faixa-título, todas com Zélia Duncan, "Génève", "Choro de viagem" e "A onda", todas com Lucina, "Rosa cálida" e "No fundo de mim", ambas com João Gomes, "Maria pode crer" (c/ Alzira Espínola) e "Melhor assim" (c/ Sérgio Crusco). O CD lhe valeu a indicação para o prêmio Sharp, no ano seguinte.

Em 2002, lançou o CD "Ponto sem nó", com um repertório de canções que fazem referências ao mar, algumas de sua parceria com Luli e outras assinadas por João Donato e Moraes Moreira, Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, e Nilson Chaves.

De setembro de 2002 a fevereiro de 2003, idealizou e assinou a direção musical e o roteiro do programa musical "Intimidade é fato", gravado no teatro do Sesc Pompéia (SP) e exibido através da emissora de canal a cabo Multishow.

Em 2004, lançou o CD "Gira de Luz".

Compôs jingles para campanhas publicitárias, além de trilhas sonoras para teatro e dança, entre as quais: "A epopéia da fundação da cidade do Rio de Janeiro", "Picasso", "Domi" e "Combate à dengue", todas encenadas pela Companhia Triangulo de Bonecos e Atores", "Encontro de Dança", com coreografia de Gerry Maretski; "O Mandarim" (Eça de Queiros), com direção de Hélio Eichbauer; "Cafuzo", duo dos bailarinos Vera Lopes e João Carlos Ramos; "A princesa do meio", peça infantil de Sonia Motta; "A história do bolo", peça infantil dirigida por Josué Soares; "Por gentileza", montada pela Companhia de Teatro Os Mimos, e "O mambembe" (2004), encenada no Teatro Ziembinski, entre outras.

Assina direção de estúdio para outros profissionais e faz preparação vocal para cantores e atores.

Engajada em movimentos de preservação ambiental e paz no planeta, ministra oficinas de composição musical, canto, ritmo e teatro, junto a comunidades, através das secretarias de Educação e Cultura, Sescs e outras instituições.

Constam da relação dos intérpretes de suas canções Ney Matogrosso, Zélia Duncan, Nana Caymmi, Joyce, Fred Martins,Tetê Espíndola, Alzira Espindola, As Frenéticas, Wanderléa, Olívia Byington, Dércio Marques, Daúde, Belô Veloso,Vânia Bastos, Rolando Boldrin, Verônica Sabino e Banda Cheiro de Amor, entre outros.

Em 2006, lançou o CD "A música em mim", contendo suas canções "Ao menos" e "Corpo canção", ambas com Luhli, "Coração inquebrável" e "Enfim", ambas com Zélia Duncan, "Beijo clandestino" (c/ Paulinho Mendonça), "Samba da Zinha" (c/ Joãozinho Gomes), "Música na feira" (c/ Vicente Barreto), "Oxford Street" (c/ Sonya Prazeres) e a faixa-título (c/ Lenita Lopez), entre outras. O disco foi produzido por Zélia Duncan e teve show de lançamento no Teatro Rival BR (RJ). Em 2010 lançou o CD “+ do que parece” com direção musical de Ney Marques. Todas as faixas foram compostas em parceria com a cantora Zélia Duncan, com participações das irmãs Tetê e Alzira Espíndola nos vocais, além das participações de Anelis Assumpção e Luz Marina. Em 2014 foi lançado na Mostra Internacional de São Paulo o documentário “Yorimatã”, do diretor Rafael Saar, sobre a história de Luhli e Lucina. O filme foi exibido em diversos festivais. Em 2017 lançou o CD “Canto de Árvore” comemorando seus 50 anos de carreira com músicas inéditas. Participaram do CD os músicos Marcelo Dworecki, Peri Pane e Otávio Ortega. 

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