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Lony Rosa

Elonir Natal da Rosa
26/12/1944 Torres, RS

Dados Artísticos

Na década de 1960, foi músico do Clube dos Cozinheiros, casa noturna de Porto Alegre dirigida por Lupicínio Rodrigues. Também nessa cidade, integrou o Grupo Gaúcho de Folclore, com o qual participou do Festival Internacional de Bahia Blanca, na Argentina, e apresentou-se em Mar Del Plata e Buenos Aires. Foi guitarrista e cantor do conjunto Os Líderes, em Criciúma (SC), e lecionou violão e canto no Colégio Matre Tereza Michel, também nessa cidade, onde produziu os primeiros conjuntos musicais femininos do estado de Santa Catarina.

Em 1970, foi assistente de diretor musical da comédia de Eduardo Borsato “Os mistérios do amor”, encenada no Teatro Alberto D´aversa, em São Paulo. com direção geral de José Cunha.

No ano seguinte, produziu e gravou dois vinis de música sacra para os Salesianos, em São Paulo. Atuando no espetáculo “Arena conta Zumbi”, participou do Festival Latino-Americano de Teatro, em Buenos Aires, e apresentou-se no Teatro Galpón em Montevidéu. Também em 1971, lecionou canto coral moderno e violão na Escola de Santa Inês, na Escola Anjo da Guarda, onde também criou um festival de música anual e um grupo de teatro permanente, e na Escola Madre Mazzarello, onde criou um festival de música e um grupo de teatro permanente, em São Paulo. Foi diretor Musical da montagem de “Álbum de família”, de Nelson Rodrigues, com direção de Jayme Barcelos, no Teatro das Nações (SP). Realizou participação musical no “Show dos Artistas”, realizado com o objetivo de arrecadar fundos para o Grupo do Teatro de Arena participar do “Festival Mundial de Teatro”, em Nancy. Foi assistente de diretor musical do “Festival Mundial de Teatro”, com o Grupo do Teatro de Arena, na peça “Arena Conta Zumbi”, de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, em Nancy. Gravou o primeiro disco, ao lado da parceira Bibi Vogel.

Em 1972, fez, ao lado de Bibi Vogel, shows de lançamento do disco em várias capitais brasileiras. Nesse mesmo ano, lançou o segundo disco.

Fez temporada musical com Bibi Vogel na boate La Fusa, em Punta Del Este, em 1973.

No ano seguinte, integrou e assinou os arranjos do grupo Testemunho, em São Paulo.

Em 1977, assinou a direção musical do show do compositor e cantor Ruy Maurity, com direção geral de Osvaldo Mendes, no circuito universitário em São Paulo e Minas Gerais. Produziu e participou do grupo de chorinho Santa Morena, em São Paulo.

Em 1982, assumiu o cargo de Secretário de Turismo e Cultura de Torres (RS).

Dois anos depois, produziu o I Festival de Música Nativa, em Vacaria (RS). Também em 1984, formou, com Dudu, a dupla Cantos e Cordas, em Porto Alegre. Lançou seu terceiro disco, “Reencontro”, contendo vários temas de sua autoria.

Em 1986, fez apresentações em Buenos Aires, ao lado de Bibi Vogel, com o show “Agora Cantamos”, a partir da obra de Vinicius de Moraes.

No ano seguinte, ainda ao lado de Bibi Vogel, fez nova temporada na boite La Fusa, em Buenos Aires. Ainda em 1987, lançou seu quinto disco, em parceria com Bibi Vogel.

Em 1988, produziu o conto infantil “Girabelhinhas”.

Gravou, no ano seguinte, participação em disco de Dercio Marques, em duas faixas de sua autoria: “A formiguinha” e “Rãzinha Blues”. Fez temporada com a cantora Ana de Hollanda e outros músicos em São Paulo.

Em 1989, apresentou-se em Foz do Iguaçu.

Produziu, em 1991, os contos infantis “A formiguinha” e “Duas plantinhas”. Participou de evento promovido pela Prefeitura Municipal de São Paulo com sua canção “Tietê” (c/ Jean Garfunkel), interpretada por Zizi Possi.

Em 1992, produziu os projetos “Viva bem com a terceira idade”, “Oficina de Teatro” e “Canto Coral”.

Assinou direção musical na obra do artista plástico e escritor Alexandre Rocha “Viva Caracaxá”, que versa sobre as lendas do Vale de Araranguá e seu folclore, em 1994.

No ano seguinte, produziu um curso de teatro para operários das fábricas de cerâmica pertencentes ao Grupo Cecrisa, que culminou com uma apresentação de um texto de criação coletiva sobre ISSO e problemas sociais, em Criciúma (SC).

Em 1996, inaugurou uma coluna semanal no “Jornal da Manhã”, de Criciúma (SC), tornando-se articulista da publicação. Trabalhou como musicoterapeuta com um grupo de terceira idade em Gaivotas (SC) e lecionou música no Colégio Energia. Nesse mesmo ano, lançou o CD “Reunindo Amigos”.

Gravou, em 1999, o CD “Luz”, de valorização à vida e anti-drogas, em Criciúma (SC). Nesse ano, começou a trabalhar como voluntário e musicoterapeuta na APAE de Araranguá (SC), onde permaneceu durante os oito anos seguintes. Ainda em 1999, foi articulista da publicação “Jornaleco” e professor da Oficina de Música em três escolas inscritas no “Projeto Criança Cidadã” do Governo Federal, em de Araranguá (SC).

Em 2000, produziu, assinou arranjos e participou do CD de Ezilda Balthazar, no Estúdio Play, em Criciúma (SC).

No ano seguinte, participou de dois debates do “Primeiro Fórum Mundial Social” realizado em Porto Alegre (RS), ao lado de Bibi Vogel. Foi um dos fundadores do PAC (“Projeto Adolescente Consciente”), em Araranguá (SC), trabalhando como voluntário com menores. Lecionou musicalização no colégio Madre Tereza Michel, em Criciúma (SC). Ainda em 2001, fez apresentações em Criciúma (SC) com os grupos Nascente e Pinga Six, do qual é regente.

Em 2002, iniciou o projeto “Musicarte”, de canções infantis, com conteúdo pedagógico, cujo produto final é um CD.

Venceu, em 2003, a primeira etapa do concurso de música regional promovido pelo SESC, com sua canção “O homem novo”. Também nesse ano, venceu a etapa estadual do mesmo concurso, realizado no Teatro do CIC, em Florianópolis, com a mesma canção. Ainda em 2003, participou da “Feira Nacional de Música”, em Maringá (PR).

Em 2004, sua canção “Rãzinha Blues” foi gravada pela cantora Ceumar. Nesse mesmo ano, criou o grupo de teatro Dito e Feito, em Araranguá, e criou a obra teatral “A gente não diz amém”, que teve estreou no Centro Cultura Célia Belizária de Souza.

No ano seguinte, participou do ensaio da obra teatral “O contestado”, de Romario Borell, em Caçador (SC) e Curitiba (PR), à qual está vinculado. Também em 2005, venceu, em Arroio da Silva (SC), a fase regional do FEMIC, festival de música do Estado. Realizou duas apresentações da peça teatral “A gente não diz amém” no Centro de Cultura Célia Belizária de Souza.

Em 2006, ficou entre os doze finalistas do FEMIC, em Florianópolis. Criou a obra teatral infantil “Fadas de contos” e a obra teatral adolescente “Em nome dos filhos” para ser encenada pelo segundo grupo de teatro que formou, ao final das oficinas.

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