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Liminha

Arnolpho Lima Filho
5/5/1951 São Paulo, SP

Dados Artísticos

Fez parte dos grupos Os Lunáticos e Os Baobás. Nos bastidores dos festivais de música conheceu o conjunto Os Mutantes, com o qual participou, como músico convidado, dos festivais da TV Record e da TV Excelsior.

No início da década de 1970, integrou, juntamente com Sérgio e Dinho, a Compania Paulista de Rock, grupo de apoio formado por Eramos Carlos. De 1971 a 1975, fez parte do conjunto Os Mutantes, com o qual gravou os discos “Jardim elétrico” (1971) e “Mutantes e seus cometas no país dos bauretz” (1972). Fez parte do grupo Som Nosso De Cada Dia, com o qual fez uma única apresentação no “Festival de Águas Claras”.

Destacou-se no cenário musical como um dos mais requisitados produtores de disco. Na década de 1980, produziu discos de vários grupos do rock nacional, como como Paralamas do Sucesso, Kid Abelha e Ultraje a Rigor, e de alguns artistas, como Lulu Santos e Gilberto Gil, muitas vezes atuando também como baixista e guitarrista.

Na década de 1990, alternou períodos de trabalho entre o Brasil e os Estados Unidos.

Ao longo de sua carreira de instrumentista, vem atuando com vários artistas, como Fernanda Abreu e Gabriel o Pensador. Foi diretor artístico da gravadora Sony Music.

Em 2001, formou o conjunto de surf music The Silvas, atuando na guitarra ao lado de João Barone (bateria) e Nenê (baixo). Apresentou-se com o grupo no Canecão (RJ), em homenagem a Marcelo Fromer, e no Hard Rock Café (RJ).

Em 2008, integrando o grupo The Three Amigos, ao lado de Dadi e Luie, apresentou-se em temporadas de shows nos espaços Letras & Expressões, Cinematèque e Mistura Fina, no Rio de Janeiro.

Em 2009, assinou a produção do CD “Hein?”, de Ana Cañas, que registrou as seguintes parcerias de ambos: “Na multidão”, “A menina e o cachorro”, “Não quero mais” e “Aquário”, todas com Arnaldo Antunes, “Coçando” (c/ Dadi e Arnaldo Antunes), “Gira” (c/ Flávio Rossi), “O amor é mesmo estranho” (c/ Fabá Jimenez) e “Problema tudo bem”. Nesse mesmo ano, produziu e participou como músico do CD “Rock’n’roll”, de Erasmo Carlos. É proprietário do estúdio Nas Nuvens, localizado no Rio de Janeiro. A partir de 2010, juntou-se a Toninho Horta (guitarra), Jaques Morelenbaum (cello) e Marcos Suzano (percussão) no grupo instrumental Shinkansen (este, o nome da linha ferroviária que opera no Japão o trem bala). O quarteto, que gravou um disco ainda inédito, estreou em 2012 no CopaFest, festival de jazz realizado no Copacabana Palace.  Em 2015 montou a Achados no Espaço, banda que se reuniu para a comemoração dos 30 anos do Rock in Rio, e assinou a direção e produção musical do trabalho.  Em 2016 foi convidado para ser o diretor musical do “Nivea Viva o Rock”, projeto que homenageou o rock brasileiro. Além de direção musical, ele também participou como baixista da banda que se apresentou em shows gratuitos pelas principais capitais brasileiras, ao lado de nomes como Dado Villa Lobos, Os Paralamas do Sucesso, Nando Reis, Paula Toller entre outros artistas.  Em 2017, lançou ao lado de Ricardo Nauenberg, a série documental de seis episódios, para a produtora Indústria Imaginária. A série estreou no canal Arte 1. Lulu Santos foi convidado do primeiro episódio da série. Na seqüência da série, conversou com Tony Bellotto (remanescente da formação original dos Titãs), Bi Ribeiro e João Barone (representantes dos Paralamas do Sucesso), Fernanda Abreu, Paula Toller (vocalista e compositora do Kid Abelha) e Sergio Mendes (único convidado dissociado da geração pop brasileira dos anos 1980 e 1990).  

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