Busca:

Léo Romano

Léo Romano
Circa 1930 Rio Grande do Sul

Dados Artísticos

Sua estréia em gravações ocorreu em 1952, quando foi contratado pela Sinter e lançou com acompanhamento de Lírio Panicali e sua orquestra o bolero "Llanto de luna", de Júlio Gutierrez, e versão de Roberto Cortes Real, e a valsa "Não crês em mim", de Júlio Nagib. No ano seguinte, gravou com orquestra e coro as marchas "Valeska", de Luiz Assad, o "Beduíno", e "Os óculos da vovó", de Lupicínio Rodrigues. Em 1954, gravou dois últimos discos pela Sinter. No primeiro, com acompanhamento da orquestra de Luis Arruda Paes, cantou a valsa "Falsa mulher", de G. Mostazo, Perello e Osvaldo Quirino, e o bolero "Meu amor", de Ribeiro Filho, e com orquestra e coro, a marcha "O americano", de Mauro Pires e Messias Garcia, e a batucada "Zum-zum", de sua autoria com José Sacomani, José Nunes e Antônio de Oliveira. Nesse ano, participou da coletânea "Sucessos carnavalescos de 1954" da gravadora Sinter interpretando a batucada "Zum zum". Ainda em 1954, foi contratado pela RCA Victor e gravou com acompanhamento de orquestra o samba "Toquinho de vela", de João Pacífico e Rui Machado, e o fox-canção "Noite de chuva", de Hector Lagna Fietta, E. Bonino e Zuleica Maria. No mesmo ano, gravou também com acompanhamento de orquestra o tango "Palhaço triste", de M. Rodrigues, F. S. Valdez e O. Quirino, e o samba "Namorados", de Lupicínio Rodrigues. Em 1955, registrou com acompanhamento de orquestra os sambas-canção "A última benção", de sua autoria, Eurico Leme e Ariel Quadros, e "Como é triste um adeus", de Tito Madi, e o samba "Não abro", de Alcino Morais, e com acompanhamento de orquestra e coro o baião "Baião do lenhador", de Garoto, José Vasconcelos e Luiz Cláudio. Em 1956, transferiu-se para a Odeon e gravou com acompanhamento de Osmar Milani e sua orquestra o fox-trot "Os pobres de Paris", de Monnot e Raouzeaud, e versão de Júlio Nagib, e o fado "Lisboa antiga", de Galhardo, Vale e Portela, e, com a orquestra de Luis Arruda Paes a valsa "Domani", de Minucci e Velona, em versão de Júlio Nagib, e o samba "Boato", de Portinho e Wilson Falcão. Em 1957, com acompanhamento de Luis Arruda Paes e sua orquestra lançou a marcha "Clic", de Venâncio e Jorge Costa; os sambas "Poeta", de Sereno e Alberto Roy; "Eu quero um samba", de Guio de Morais, e "Quem é que não chora", de José Saccomani, José Mendes e Gaúcho; o fox "Guaglione", de Nisa e Faciulli, com versão de Júlio Nagib, e a valsa "Valsa de Natascha", de Nino Rota, Maugéri Neto e Maugéri Sobrinho. No mesmo ano, realizou dois discos pela gravadora pernambucana Mocambo com os sambas "Ouça, meu amigo", de João Saccomani, Jota Pacheco e Gaúcho, e "Três beijos", de Antônio Bruno, José Saccomani e Gaúcho; a marcha "Não quero me casar", de Haroldo Lobo e José Roy, e a valsa "Mama mia", de L. Lee e Gioia Júnior. Em 1959, gravou, ainda com acompanhamento de Luis Arruda Paes e sua orquestra, o samba "Olha nos meus olhos", de Gaúcho, e a valsa "Lua azul", de P. Welch e M. Merlo, e versão de Espírito Santo. Em 1960, gravou com a orquestra de Luis Arruda Paes o rock "Boa sorte", de L. Towers, R. Stanley e S. Williams, e versão de Espírito Santo; a rancheira "Sarita", de Santos Rodrigues e B. Toledo; os tangos "Mar negro", de L. Rodi, e versão de Palmeira; e "Louca", de Demóstenes Gonzales; o samba "Preciso amar", de Gaúcho, e a tarantela "Remember this gumbá", de S. Gurrieri e S. Assenza e versão de Sidney Morais. Também em 1960, gravou o LP "Lua azul" pela Odeon interpretando as músicas "Lua azul (Magic moon)", de Welch e Merlo, e versão de Espírito Santo; "Olha nos meus olhos" e "Preciso amar", de Gaúcho, da dupla Joel e Gaúcho; "Sarita", de S. Rodrigues e B. Toledo; "Boa sorte", de Towers, Stanley e Williams, e versão de Espírito Santo; "Louca", de D. Gonzalez; "Vida minha (Vida mia)", de J. Morcillo e F. Garcia Morcillo, e versão de Julio Nagib; "Alegria", adaptação de Siarom; "Mar Negro", de L. Radi, e versão de Palmeira; "Noites de Moscou", de I. Dunayevsky, e versão de Inah Bangel; "Calypso ginga", de L. Clinton, e versão de Espírito Santo, e "Remember this gumbá", de S. Gurrieri e S. Assenzo, e versão de S. Morais. Sobre esse disco assim se referiu a sessão Discomentando do Jornal do Dia: "É bem verdade que Léo Romano teve boa sorte ao gravar "Lua Azul" na Odeon. O sucesso estorou como nem a própria Odeon esperava. Na outra face, "Olha Nos Meus Olhos". Em seguida, Léo gravou "Boa Sorte" e "Sarita". A Odeon reuniu, então, para maior facilidade do discófilo, estas quatro músicas, lançando o dupla-duração "Léo Romano", e que vem obtendo pleno êxito. Em sua categoria de 45 rotações é o disco mais vendido pela Odeon. "Lua Azul", bem como "Boa Sorte", é um rock cigano; "Olha Nos Meus Olhos", samba; e "Sarita", uma rancheira. Assim está formado o DD "Léo Romano". Além da excelente voz que o cantor possue, há ainda o outro lado artístico que se deve salientar: é a Orquestra e Coral de Luiz Arruda Paes, que também muito contribuiu para esta feliz gravação". No ano seguinte, lançou com a orquestra de Valdomiro Lemke os boleros "Agora", de Augusta de Oliveira e Antônio Soares, e "Aliança", de Getúlio Macedo, e "Escândalo", de R. Fuentes, R. Cardenas e Teixeira Filho, e o rock "Está escrito no céu", de A. Alstone, G. Tabet e A. Tabet, e versão de Romeu Nunes. Também em 1961, participou da coletânea "Em dia com o sucesso " da Odeon interpretando o bolero "Agora", de Augusta de Oliveira e Antônio Soares. Em 1962, lançou o cha cha cha "A secretária", de P. Luiz e Marta de Almeida, e a valsa "Que será", de E. Sacomani, Edaor e Gaúcho. Em 1963, gravou as baladas "Esperança", de R.Cabrera e Romeu Nunes, "Faz um ano", de F. Valdés Leal e Paulo Rogério; "Tenho que pagar", de Antônio Ávila e Paulo Aguiar, e "Milagre de amor", de sua autoria e José Saccomani. Em 1964, foi para a gravadora Chantecler e gravou os boleros "Rio manso", de Cholo Aguirre e Paulo Queiroz, e "Não sei porque", de sua autoria e Paulo Queiroz. No mesmo ano, esteve presente na coletânea "Eles! E seus sucessos  - Vol. 3" da Chantecler com o bolero "Rio manso". Por essa época passou a dedicar-se mais ao repertório carnavalesco e em 1966 participou da coletânea "Carnaval Fermata 66" da gravadora Fermata cantando as marchas "Eu vou na onda", de Vicente Longo e Waldemar Camargo, e "Cara feia", de sua autoria e Jeny do Espírito Santo. Para o carnaval de 1967, gravou as marchas "Cara de bobo", de A. Godinho, Gaúcho e Gentil Castro, e "Na hora do calor", de Wilson Salles, Gaúcho e Gentil Castro, incluídas no LP "Carnaval 67" da gravadora Fermata. No carnaval de 1968, lançou as marchas "Marcha da Maria Bonita", de Julio Nagib, e "Marcha do Pedro", de sua autoria e A. Godinho, que fizeram parte do LP "Carnaval 68" do selo Som Maior. Em 1969, gravou a marcha "Não há ó gente ó não", de Jota Sandoval, Cachimbinho e Gaúcho, e que fez parte do LP "Carnaval 1969" doselo Som Maior. Em 1970, já pela RGE, esteve presente na coletânea "Carnaval 70" com "A Marcha do abraço", de sua autoria, J. Nunes e Gentil Castro. Em 1972, já com a música carnavalesca em plena decadência, gravou a marcha "Tô duro", de sua autoria, Elisa Moreira e João Tupinambá, que fez parte do LP "Carnaval com você"! Do selo Arlequim. Em mais de vinte anos de carreira gravou mais de vinte discos pelas gravadoras Sinter, Odeon e Chantecler, além de participar de inúmeras coletâneas carnavalescas.

Mais visitados
da semana

1 Jorge Portugal
2 Renato Barros
3 Mayck e Lyan
4 Festival MPB 80 (Rede Globo)
5 Leo Canhoto e Robertinho
6 Noel Rosa
7 Tiee
8 Sivuca
9 Elizeth Cardoso
10 Renato e Seus Blue Caps