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Leo Gandelman

Leonardo Gandelman
10/8/1956 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 1971 formou o grupo Pró-Arte Antiqua, juntamente com Homero de Magalhães Filho, Jaques Morelenbaum, Helder Parente, Heloisa Madeira, Marcelo Madeira, Myrna Herzog, Lia Gandelman e Marisa Gandelman, com o qual se apresentou na Sala Cecília Meireles (RJ) e no MASP (SP). Ainda nesse ano, atuou como solista da Orquestra Sinfônica Brasileira, sob a regência dos maestros Isaac Karabtchevsky e Henrique Nirenberg.

Após o período de estudos na Berklee College of Music, retornou ao Brasil em 1979, formando o conjunto Avenida Brasil, juntamente com Serginho do Trombone, Bidinho e Zé Nogueira. Com a posterior adesão de Márcio Montarroyos e Oberdan Magalhães, o grupo completou um naipe de metais que participou de gravações de vários artistas brasileiros.

Em 1981, apresentou-se no Montreux Jazz Festival (Suíça).

Em 1987, gravou seu primeiro disco solo, "Leo Gandelman", e participou do Free Jazz Festival.

No ano seguinte, gravou o LP "Ocidente" (PolyGram). O disco foi lançado no exterior pela Verve Forecast, sob o título de "Western world", tendo sido considerado nos Estados Unidos o melhor disco de música progressiva do ano. Voltou a participar do Free Jazz Festival em 1988.

Ainda na década de 1980, assinou a produção musical dos discos "Virgem", de Marina Lima, e "Plural", de Gal Costa, entre outros.

De 1989 a 1991, atuou como apresentador do programa semanal "Free Jazz in Concert" (Rede Manchete).

Durante a década de 1990, participou de trilhas sonoras de novelas e mini-séries da Rede Globo.

Em 1990, lançou seu terceiro disco, "Solar", indicado, no ano seguinte, para cinco categorias do Prêmio Sharp (Disco, Música, Arranjo, Instrumentista e Produtor).

Em 1991, foi contemplado com os prêmios da União Brasileira dos Compositores e da Associação Paulista de Críticos de Arte, além de ter recebido o Disco de Ouro como produtor do CD "Virgem", de Marina Lima, e o Troféu Brahma. Ainda nesse ano, lançou o disco "Visões".

Em 1992, participou do "Hollywood Rock", ao lado do grupo Living Colours.

Em 1993, lançou o CD "Made in Brazil" e voltou a apresentar-se no Free Jazz Festival, dividindo a noite com Chick Corea e Michael Brecker.

Dois anos depois, atuou, como convidado especial de Rita Lee, no "Hollywood Rock Festival", participando do show de abertura para a apresentação dos Rolling Stones.

Em 1996, lançou o CD "Pérolas negras" e, dois anos depois, o CD "Brazilian soul", ambos pela gravadora PolyGram.

Em 1999 lançou, com Silvio Barbato, o CD "Primeiro Brasil Sinfônico", com participação de Eduardo Souto Neto, Nico Resende e Luiz Avellar. O disco foi gravado ao vivo na Sala Cecília Meireles (RJ).

Ao longo de sua carreira, atuou como solista em discos de inúmeros artistas, além de ter assinado a direção musical de diversos espetáculos.

Compôs várias vinhetas para a Rádio Jornal do Brasil.

Participou das trilhas sonoras dos filmes "Pure juice" e "Rádio Pirata" e do documentário "Banana is my business", pelo qual recebeu da crítica especializada o elogio de "momento nobre", na homenagem a Carmen Miranda realizada no Lincoln Center de Nova York (EUA).

É o intérprete do tema de abertura do programa "Fantástico" (Rede Globo).

Durante 15 anos consecutivos foi eleito "o melhor instrumentista brasileiro", no concurso "Diretas na Música", promovido pela "Revista de Domingo" do "Jornal do Brasil".

Em 2002, atuou na gravação do "Acústico" de Jorge Benjor. Também nesse ano, lançou, em CD e DVD, "Leo Gandelman ao vivo", registro do espetáculo realizado no ano anterior no Garden Hall (RJ), com a participação de Bruno Cardoso (teclados), André Vasconcellos (baixo), Bernardo Bosisio (guitarra) e Juliano Zanoni (bateria).

Em 2004, foi premiado no Festival de Recife e no Festival de Cinema de Belém, por seu trabalho na trilha sonora do filme "Garrincha, a estrela solitária". Ainda nesse ano, a convite do pianista Chucho Valdéz, apresentou-se no Festival de Jazz de Havana.

Lançou, em 2005, o CD "Lounjazz", contendo suas composições "Bossa rara" e "Sociedade desconhecida", ambas com Juliano Zanoni e William Magalhães, "Gavião" e a faixa-título, ambas com William Magalhães, "Dançarará" (c/ Juliano Zanoni, André Vasconcelos e Seu Jorge", "Love total" (c/ Nico Resende), "Bari bossa" e "O iate", além de "Tico Tico Lounge", variação sobre o clássico de Zequinha de Abreu, "Canto de Ossanha" (Baden Powell e Vinícius de Moraes) e "Inquietação" (Ary Barroso), esta com a participação especial de Zélia Duncan.

Lançou, em 2006, o CD “Radamés e o Sax”, dedicado às criações do maestro para o instrumento: “Bate papo”, “Assim é melhor”, “Serenata no Joá”, “Variações sobre um tema de viola”, “Samba Canção”, “Choro”, “A fumaça do meu cachimbo”, “Pé ante pé”, “Remexendo”, “Amigo Pedro”, “Valsa triste” e “Saudades de alguém”, esta última com a participação especial da cantora Zélia Duncan.

Em 2011, lançou o CD “Origens”, primeiro título de seu próprio selo, o Saxsamba, interpretando obras de Chiquinha Gonzaga, Heitor Villa-Lobos, Ernesto Nazareth, Radamés Gnatalli e o francês Jacques Ibert. O disco teve lançamento no Teatro do Sesi (RJ), com a participação da pianista Maria Teresa Madeira. Nesse mesmo ano, fez participação especial na turnê brasileira de Cindy Lauper no Brasil, tocando com a cantora a canção “I don’t wanna cry”.

Lançou, em 2012, o CD/DVD “Vip Vop”, dedicado ao gênero samba jazz. No repertório, suas composições “Sinal vermelho”, “Nego tá sabendo”, “Luz azul”, “Lançamento”, “Numa boa”, “Neshama (Para o meu Pai)”, “Camisa 7” e a faixa-título, todas de sua parceria com o pianista David Feldman, além de “Alma cubana”, também em parceria com David Feldman, e “Reza” (Edu Lobo), estas duas últimas constantes apenas do CD. Esse trabalho contou com a participação de Alberto Continentino (baixo), Guto Wirtti (baixo), David Feldman (piano), Rafael Barata (bateria) e Serginho Trombone. Fez show de lançamento na casa Miranda (RJ).

Em 2013, lançou o CD “Ventos do Norte”, dedicado a composições de autores nordestinos: “Saxofone porque choras” e “Vamos para Caxangá”, ambas de Ratinho, “Ternura” e “Perplexo”, ambas de K-Ximbinho, “Dancing Avenida” e “Sorriso de cristal”, ambas de Luiz Americano Rego, “Chorinho da Tula” (Netinho) , “Espinha de bacalhau” (Severino Araújo), “Triste de quem” (Moacir Santos e Vinicius de Moraes), “Amphibious” (Moacir Santos), “Eu Quero é sossego” (K-Ximbinho e H. Almeida), “Cara lisa” (Duda) e “Bicho sanado” (Zumba). O disco contou com a participação especial do Maestro Spok nos frevos "Cara lisa" e "Bicho danado".

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