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Larissa Luz

Larissa Luz de Jesus
15/5/1987 Salvador, BA

Dados Artísticos

Em 2001 passou a integrar a banda de rock feminina Lucy in the sky, com a qual se apresentou em várias casas noturnas de Salvador. Inicialmente trabalhou como cantora em shoppings e bares de Salvador, tais como Pedra da Sereia. Integrou, também, como cantora e dançarina na banda afro-percussiva Egrégoras e a Companhia de Dança Internacional - Interart, com a qual se apresentou em navios. Logo depois passou a fazer parte como cantora da banda Tempero Nagô. Em 2007, como cantora e dançarina, passou a integrar um dos principais grupos afros da Bahia, o Ara Ketu, substituindo o cantor Tatau. Com essa banda fez shows por vários estados do Brasil, além de uma turnê nos Estados Unidos. Como cantora do Ara Ketu, e nos carnavais da Bahia, ganhou o "Troféu Band Folia" e "Troféu Castro Alves" na categoria "Cantora Revelação". No ano de 2011 ganhou o "Troféu Dodô & Osmar" na categoria "Melhor Cantora Afro". Até o ano de 2012 gravou vários CDs e DVDs como integrante do Ara Ketu, apresentando-se em diversos palcos por todo o país e em vários países, tendo como sucesso, neste mesmo ano, as composições "Símbolo do Coração" e "Joelho". Durante o tempo em que esteve à frente do Ara Ketu, a banda recebeu o prêmio de "Melhor Grupo Cultural de Axé", na Flórida, e gravou um CD e DVD no Espaço Trapiche Barnabé, lançado pela gravadora Sony Music. Entre os programas em que se apresentou estão "Jô Soares", "Estação Globo" e "Domingão do Faustão".  A partir de 2012 deixou o grupo para seguir carreira solo. Em 2013 lançou o primeiro CD-solo, intitulado "Mundança", no qual interpretou composições próprias, tais como "Dança livre" (c/ Nino Bezerra), "Trança" (c/ Pedro Itan e Eduardo Andrade), "Filha de Oyá!" (c/ Pedro Itan), "Só Jah" (c/ Beto Black e Ivã Santos), "Química" (c/ Pedro Itan), "Soultão negro" (c/ Pedro Itan), "Descontrole" (c/ Pedro Itan) e a faixa "Jambo" (c/ Pedro Itan), na qual contou com a participação especial da Sambone Pagode Orquestra, além de Beto Black na faixa "Fim de papo", parceria da cantora com Pedro Itan, Eduardo Andrade, Beto Black e Ivã Santos. No disco, com produção musical de Eduardo Andrade, Robson Nonato e DJ DeepLick, participaram os músicos Ivã Santos, Gustavo Di Dalva e Dedé Reis (percussões); Sidão, Nino Bezerra e Zet (baixos); Pedro Itan e Eduardo Botelho (guitarras) e Claudinho Andrade, Robson Nonato e Cristiano Soares (teclados), além da própria cantora nos vocais. Em 2015 foi contemplada com o troféu de “Melhor Intérprete Feminina” no “1º Prêmio Caymmi de Música”, realizado no Teatro Castro Alves em Salvador (BA). Nesse mesmo ano lançou o single “Território conquistado”, título do disco em fase de finalização, gravado com apoio do projeto Natura Musical. Na faixa, dividiu os vocais com Elza Soares. Durante a carreira dividiu o palco com Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Margareth Menezes, Luciana Mello, Sandra de Sá, Isabella Taviani, Lazzo Matumbi e Vander Lee. Apresentou-se também em eventos como "Festival de Verão Salvador", "Festival de Verão São Luiz", "Arena Coca-Cola" e no Farol da Barra, um dos principais pontos emblemáticos do carnaval baiano. Em 2016 lançou o CD autoral “Território conquistado”, gravado com apoio do projeto Natura Musical, com participação especial de Thalma de Freitas em “Mama chama” (Larissa Luz e Manuela Rodrigues) e Elza Soares em “Território conquistado” (c/ Pedro Itan). Participou da Cerimônia de Abertura das Olimpíadas 2016, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, acompanhando a cantora Elza Soares em “Canto de Ossanha” (Baden Powell e Vinicius de Moraes). O trabalho autoral de seu primeiro disco teve colaboração da antropóloga Goli Guerreiro, que contribuiu na pesquisa e construção do conceito da obra de dez faixas que homenageou dez personalidades negras, a exemplo de Elza Soares, que gravou a faixa que dá título ao álbum, “Território Conquistado”. A cantora Thalma de Freitas participou interpretando a canção Mama Chama, composição fruto de uma parceria dela com a cantora Manuella Rodrigues. Essa música foi dedicada à Regina Luz, professora e mãe de Larissa Luz. Nessa faixa, Thalma recitou um poema da escritora baiana, Lívia Natália, outra personalidade negra homenageada no álbum. Outras escritoras negras foram lembradas em Território Conquistado, tais como Carolina de Jesus, que inspirou a canção Letras Negras. A escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie também foi lembrada e citada nessa canção. A faixa “Bonecas Pretas” abordou a questão da diversidade racial dentro do comércio e também da publicidade brasileira. A canção “Banho de Mar” teve como tema a religiosidade afro- brasileira. A faixa “Transe” trouxe trechos do poema “Abebé Omin” de Lívia Natália. Essa faixa foi dedicada a Makota Valdina. Na faixa “Meu Sexo”, questões sobre a autonomia da mulher diante de seu corpo, marcam a composição. O instrumental do disco trouxe influências de ritmos e gêneros como o Trap, o Dubstap, o Rap, o Rock and Roll, Samba duro, ijexá e samba reggae, Afropunk, etc. Território Conquistado foi indicado ao 17° Grammy Latino na categoria de melhor álbum pop contemporâneo de língua portuguesa e ao Women’s Music Event, também neste ano.  Em 2017, apresentou o repertório do disco Território Conquistado abrindo os shows da série “Elza canta Lupi” da cantora Elza Soares, que apresentou espetáculo repertório somente com composições de Lupicínio Rodrigues. O lançamento do show foi na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, na cidade de Salvador na Bahia. O show fez parte da premiação do XV Festival de Música Educadora FM.   Participou em 2018 do elenco do espetáculo Elza - O Musical, uma homenagem a cantora Elza Soares, que completou 87 anos. Participou da 20ª edição do festival MADA, em Natal no Rio Grande do Norte.    Durante o carnaval de 2019 integrou o time de canto da São Clemente, escola do grupo especial do Rio de Janeiro. Cantou ao lado de Leozinho Nunes e Bruno Ribas na reedição do samba-enredo “E o samba sambou” (1990). Segundo a escola, a reedição do enredo de 1990 seria uma forma de criticar a comercialização dos desfiles das escolas de samba e as mudanças impostas pelo poder financeiro.   Ainda em 2019 apresentou-se ao lado das cantoras Luedji Luna e Xênia França com o show “Aya Bass”, no Pelourinho (BA). O projeto foi idealizado por ela mesma, que dirigiu a parte artística e as coreografias. O show começou com os versos “para todas as moças” da canção “Samba das Moças” (Roque Ferreira, 1995). Vestidas de branco e acompanhadas por mulheres instrumentistas, as três cantaram também duas das músicas de maior destaque de suas respectivas carreiras e entoaram canções de Margareth Menezes, Ilê Aiyê e Timbalada. Do repertório internacional, fizeram uma referência à Destiny’s Child, grupo dos anos 90 composto por Beyoncé, Kelly Rowland e Michelle Williams, em que elas se autodenominaram “Nordeste’s Child” ao cantar “Survivor”. As três também participaram no trio “Respeita as Mina”, durante o carnaval em Salvador.  

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