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Ladário Teixeira

Ladário Teixeira
10/9/1895 Uberlândia, MG
3/8/1964 Belo Horizonte, MG

Dados Artísticos

Sua primeira exibição como saxofonista aconteceu na cidade paulista de Campinas. Pouco depois de se formar no Conservatório de Música foi excursionar pela Europa. Em 1928, gravou três discos na Parlophon interpretando ao saxofone as "Fantasias de concerto" partes 1 e 2 de Patápio Silva, o fox-trot "Soluços do jegue" e o tanguinho "Canto do galo", de sua autoria, a "Canção sem palavras", de W. Hauer, e a "Serenata", de Hans Sitt. Entre alguns dos fatos notáveis de sua carreira está um encontro em Barcelona com o filho do inventor do saxofone Alberto Sax, que após beijar-lhe as mãos em agradecimento lhe disse: "Meu pai inventou o saxofone, mas o senhor fez dele um instrumento digno da admiração do mundo inteiro." Outro fato notável ocorreu quando após apresentar no Salão Pleyel em Paris teve os impostos pagos devolvidos pelo prefeito da cidade em reconhecimento ao seu gênio musical. Foi inventor de um modelo especial de sax conhecido como "Modelo Ladário" de fabricação especial e adotado nas principais orquestras do mundo. Realizou ainda outras excursões à Europa onde se apresentou no Olympia. Apresentou-se também nos Estados Unidos onde é considerado um dos principais saxofonistas do mundo. Suas interpretações para as "Fantasias de concerto 1 e 2", de Patápio Silva, foram incluídas no CD "Patápio Silva - A flauta imortal", lançado pelo selo Revivendo em 2005. Foi homenageado em sua cidade natal com seu nome, que foi dado a uma praça e a uma escola pública municipal.

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