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José da Conceição

José da Conceição Silva
1942 Campina Verde, MG
8/8/2012 Ribeirão Preto, SP

Dados Artísticos

Começou a carreira artística ainda adolescente. Em 1956, aos 14 anos, tocou com a cantora Elza Soares que se apresentava na cidade mineira de Campina Verde. A cantora estava precisando de um violonista já que o que havia sido contratado para acompanha-la faltou. Foi então indicado como substituto e encantou a cantora que, inclusive, o chamou para ir com ela para São Paulo, mas ele, muito novo, não quis ir. Na década de 1960, foi morar em São Paulo e passou a apresentar-se na noite paulistana tocando em diferentes bares. Nesse período, acompanhou artistas como Elis Regina, Cauby Peixoto, Angela Maria, Elizeth Cardoso e Zimbo Trio. Em 1963,  participou do LP "Violão pra quem não gosta de violão - José da Conceição/ Waltel Branco/Maurício de Oliveira /Codó", também pelo selo Itamaraty/CID, no qual interpretou as músicas " Morena Boca de Ouro", de Ary Barroso; "Marina", de Dorival Caymmi, e "Fita Amarela" e "Último Desejo", de Noel Rosa. Em 1966, gravou ao violão, pelo selo Farroupilha, acompanhado por Gabriel Bahlis no contrabaixo e Anunciação na bateria, o LP "José da Conceição", no qual interpretou, de sua autoria, as músicas "Como a Gente Quer"; "Partiu"; "Garoa"; "Os Tempos Mudaram" e "Valsa D'ela", além de "Tempo Feliz", de Baden Powell e Vinicius de Moraes; "Zambi", de Edu Lobo e Vinicius de Moraes; "Passa Por Mim", de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle; "Razão de Viver", de Eumir Deodato e Paulo Sérgio Valle; "Tempinho Bom", de Eumir Deodato; "Feitinha Pro Poeta", de Baden Powell e Luis Fernando Freire, e "Conversa de Poeta", de Nilo Queiroz, Moacir Santos e Vinicius de Moraes. No mesmo ano, e também pelo selo Farroupilha, gravou ao violão o LP "Violão Moderno em Músicas Tradicionais Brasileiras" no qual interpretou os clássicos "Disparada", de Geraldo Vandré e Theo de Barros; "Chão de Estrelas", de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa; "Pastorinhas", de João de Barro e Noel Rosa; "Mal-Me-Quer", de Cristóvão de Alencar e Newton Teixeira; "Berimbau", de Baden Powell e Vinicius de Moraes; "Maringá", de Joubert de Carvalho; "Luar do Sertão", de João Pernambuco e Catulo da Paixão Cearense; "A Banda", de Chico Buarque; "Saudades de Matão", de Jorge Galati; "Tarde Quente", de Mário Albanese e Ciro Pereira, e "Tristeza do Jeca", de Angelino de Oliveira, além dos temas populares tradicionais "Mulher Rendeira" e "Casinha Pequenina". Nessa década, além de shows, fez tournês e tocou em programas de televisão além de participar de três Festivais da Canção na TV Record. Em 1982, gravou pelo selo Itamaraty/CID o LP "Tributo a Dilermando Reis" no qual interpretou "Pássaro Campana", tema tradicional; "Meus Tempos de Criança", de Ataulfo Alves; "Fascination", de Fermo Dante Marchetti; "Uno", de Mariano Mores e Enrique Santos Discépolo; "El Dia Que Me Quieras", de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera; "Sons de Carrilhões", de João Pernambuco; "Abismo de Rosas", de Américo Jacomino, o "Canhoto"; "La Cumparsita", de Gerardo Matos Rodríguez, Pascual Contursi e Enrique Pedro Maroni; "Casinha Pequenina", tema tradicional; "Meu Limão, Meu Limoeiro", também, tema tradicional adaptado por José Carlos Burle; "Aquarela do Brasil", de Ary Barroso; "Ronda", de Paulo Vanzolini; "Índia", de José Asunción Flores e Manuel Ortiz Guerrero; "El Relicario", de José Padilla, e "Lembrança de Campina Verde", de sua autoria. Na década de 1980, atuou no programa "Som Brasil", apresentado por Rolando Boldrin, na TV Globo. Em 1996, começou a participar do projeto "Chorinho no Museu" do qual participou por 16 anos. Em 2010, seguia tocando em eventos pelo interior paulista e apresentou-se no show "Tocando o que me toca", dentro do "Projeto Tom Maior", do Centro Cultural da USP, na cidade de São Carlos. Na ocasião, interpretou, entre outras, as músicas "Até um dia", de João Donato; "Atrás da porta", de Chico Buarque e Francis Hime; "Canção da América", de Milton Nascimento e Fernando Brandt; "A volta do boêmio", de Adelino Moreira; "Manhã de carnaval", de Luis Bonfá e Antonio Maria, e "Rapaz de bem", de Johnny Alf, entre outras.

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