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Jorginho do Império

Jorge Antonio Carlos
13/1/1943 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Começou a carreira fazendo abertura de shows de Martinho da Vila. Em 1971 foi eleito "Cidadão Samba do Estado da Guanabara". Por essa época, participavComeçou a carreira fazendo abertura de shows de Martinho da Vila. Em 1971 foi eleito "Cidadão Samba do Estado da Guanabara". Por essa época, participava como ritmista do grupo que acompanhava Martinho da Vila. No ano de 1973 lançou o primeiro LP "Pedra noventa". No ano seguinte gravou o disco "Quem quiser pode vir". Em 1975 lançou pela gravadora Polydor o disco "Viagem encantada". Neste LP alcançou sucesso com as músicas "Na beira do mar" (Gracía do Salgueiro) e "Viagem encantada" (Mano Décio da Viola e Jorginho Pessanha) e "Dinheiro vai, dinheiro vem", de Noca da Portela e Vovô Ziza. No disco também foram incluídas "Choro em verde e branco" (c/ Gérson Alves), "Juca operário" (c/ Ubirajara Dias e Jean Pierre), "Tempo de criança" (c/ Ubirajara Dias), "Eu não sou o que ela pensou" (Jorginho Pessanha e Setembrino Coutinho), "Mas como é linda" (Padeirinho), "Não mexe não" (Darcy da Mangueira) e "Deixa o carnaval passar", de Totonho e Paulinho Rezende, entre outras. Em 1976 lançou, pelo selo Polydor, o LP “Eu e meu pandeiro”, no qual incluiu quatro músicas de sua autoria, “Água no feijão” (c/ Ubirajara Dias), “Eu canto São Paulo”, “Assim é demais” (c/ Ubirajara Dias) e “Quanto mais carinhosa, mais falsa”. Nesse mesmo ano lançou o LP “Samba”, que contou com as faixas “Pedra 90” (Babaú), “Mais um na casa de bamba” (Jorginho do Império e Manoel do Cavaco), “Volta pro morro” (Martinho da Vila), “Olêlê olálá” (Adilson Ribeiro e Mano Décio da Viola), entre outras. Ainda em 1976 gravou com sucesso "Heróis da liberdade" (Mano Décio da Viola, Manuel Ferreira e Silas de Oliveira). Em 1977 lançou, pelo selo CBS, o LP “Medalhas e Brasões”, com as faixas “Terra virgem” (Vicente Celestino e Mário Rossi), “Que samba bom” (Geraldo Pereira e Arnaldo Passos), “Lá em Mangueira” (Herivelto Martins e Heitor dos Prazeres), entre outras. Em 1978 gravou "Não ligue não" (Noca da Portela e Joel Menezes) no LP "Agora Sim...",  pela CBS. Nesse mesmo ano lançou, pelo mesmo selo, o LP “Agora sim”, com 18 faixas dentre as quais “Chinelo novo” (João Nogueira e Niltinho Tristeza), “Partido alto” (Cartola e Heitor dos Prazeres) e “Conversa fiada” (Wilson Batista). E no ano seguinte lançou, também pela CBS, o LP “Felicidade”, que contou com as faixas “Obsessão” (Mano Décio da Viola e Osório Lima), “Silêncio da seresta” (Adelino Moreira), “Antes que seja tarde” (Ivan Lins e Vitor Martins), “Deixe-me saudar” (Guiga de Ogum), entre outras. Ainda em 1977 a Polydor lançou um compacto seu com quatro faixas, sendo a último um pot-pourri de quatro músicas “Chorei quando o dia clareou” (David Nasser e Nelson Teixeira), “Mulher de malandro” (Aloísio e Antônio Damasceno), “Quanto mais carinhosa mais falsa” (adaptação de Jorginho do Império) e “Sai da casa da vizinha” (Chatim).  Nos anos de 1978 a 1981 lançou três compactos e um single pelo selo CBS, com as músicas “Oque você tem, garota?” (Jorginho do Império e Dico da cuíca), “Medalhas e brasões” (Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira), “Que ingratidão” (Paulinho Resende e Totonho) e “malandro demais” (Jorginho do Império e Bira); “Deixe-me saudar (Santo Antônio)” (Guiga de Ogum) e “Pricesinha” (Jorginho do Império e J. B. Maia); “Pára com isso” (Noca da Portela e Alberto de Jesus); “Compadre ciúme” (Tom e Dito) e “Chora neném” (Dico da Cuíca), respectivamente. No ano de 1980, pela gravadora CBS, lançou o disco "Festa do Preto Forro", no qual despontou o sucesso "Pára com isso" (Alberto de Jesus e Noca da Portela). Neste mesmo ano a faixa "Dinheiro vem, dinheiro vai" foi incluída no LP "O dinheiro na música popular do Brasil", antologia sobre o tema, produzida por Ricardo Cravo Albin, como brinde de natal do Banco do Brasil. No ano seguinte, em 1981, regravou "Dinheiro vai, dinheiro vem", em seu disco "Jorginho do Império", pela gravadora CBS. Em 1982 lançou pelo selo Polifar/ Philips, a coletânea “Os Grandes Sucessos de Jorginho do Império”. Em 1983 lançou, pelo selo Continental, o LP “Viva meu samba”, no qual incluiu a faixa homônima “Viva meu samba” (Billy Blanco), “Casa de cômodo” (Noca da Portela, Romildo e Toninho Nascimento), “Mãe, negra mãe” (Jorginho do Império, Bicalho, Carlinhos do Império e Jorge José), “Juras de amor” (Jorginho do Império e Ubirajara Dias), entre outras. Pelo mesmo selo lançou o single “Mãe negra mãe”, de sua autoria com Bicalho, Carlinhos do Império e Jorge José. Em 1984, no disco "Alma Imperiana" (gravadora Continental), gravou "Na raça e no peito", de Noca da Portela e Sérgio Fonseca. No ano seguinte, lançou, pela mesma gravadora, o disco "Festa do samba", no qual incluiu "Dádiva", de Noca da Portela e Sérgio Fonseca. No ano 1987 lançou, pelo selo RGE, o LP “Jorginho do Império”, que contou com as faixas “Canto pra Lia” (Nelson Rufino e Orlando Rangel), “No colo da minha mãe” (Beto Sem Braço e Serginho Meriti), “Adeus solidão” (Acyr Marque s e Marquinho PQD), “Oi quebra coco” (Bandeira Brasil e Cleber Augusto), “Sua frota naufragou” (Arlindo Cruz, Sombra e Sombrinha), entre outras. No carnaval de 1999, foi o puxador do samba-enredo "Uma rua chamada Brasil" (Arlindo Cruz, Carlos Senna, Maurição e Elmo Caetano) para a Império Serrano, escola na qual desfila com regularidade todo ano. Em 1995 lançou, pelo selo Rio Quadra Music, o LP “Um cidadão do samba”, no qual incluiu as faixas “Artimanhas de mulher” (Altay Veloso), “Disritmia” (Martinho da Vila), “Final feliz” (Arlindo Cruz e Acyr Marques), “De volta pro aconchego” (Dominguinhos e Nando Cordel), entre outras. No ano 2000, ao lado de Baianinho, Zédi e Comprido, entre outros, participou do show "Encontro com o samba", na casa de show Rio Sampa, no Rio de Janeiro. Em 2001 a gravadora Polydisc lançou a coletânea “20 Super Sucessos - Jorginho do Império”, que contou com 6 composições de sua autoria, dentre as quais “Princesinha” e “Dona de casa” (c/ Gracia do Salgueiro). Em 2002 lançou o CD "Pra quem gosta de samba", o primeiro disco ao vivo. O repertório foi selecionado pelo compositor Canário e o compositor e produtor  Roberto Lopes, trazendo além dos sucessos de carreira: "O samba não pode parar" (Roberto Lopes e Alamir), "A pintura" (Canário e Alcino Correa "Ratinho"), "Dancei ciranda" (Paulo Ciranda), "Luz neón" (Cléber Augusto, Marquinhos China e Djalma Falcão), "Implosão" (Naval, Jorginho China e Roberto Lopes), "Greve de amor" (Simões PQD e David Monteiro), "A mão do destino" (Canário, Roberto Lopes e Galhardo), "A lei do mundo" (Adilson Gavião, David Monteiro e Léo da Vila) e "Terra de bamba", autoria de Fernando Reza Forte e Vando. Fez vários shows de lançamento do disco no Botequim do Império, dentro do Clube Olímpia, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. Sua carreira internacional inclui shows em vários países, como Hong Kong, Argentina, França e Japão. Gravou 21 LPs e mais de 3 CDs durante a carreira. Em 2005, em comemoração aos 30 anos de carreira,  apresentou regularmente a roda de samba  "Butiquim do Jorginho do Império" no Centro Cultural Memórias do Rio, no qual recebeu diversos convidados entre os quais Dadá da Mangueira, Jorginho Flor, Conceição de Almeida e Zeca da Penha. Em 2011 participou do projeto “MPB 12:30 em ponto”, um talk-show comandado pelo musicólogo Ricardo Cravo Albin, com direção de Haroldo Costa e Paulo Roberto Direito, realizado no teatro do Centro Cultural da Light, no Rio de Janeiro. Em 2012 lançou, pelo selo Discobertas, o CD “Jorginho do Império Ao vivo - O Filho do Imperador”, cujo subtítulo remete a seu pai, Mano Décio da Viola, um dos fundadores da escola de samba carioca Império Serrano. O disco, produzido por Andréia Castelar, foi o registro de seu show realizado no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, em 2011, no qual interpretou a inédita “Apoteose ao Rio”, de Mano Décio da Viola e Jorginho Pessanha, e também “Apoteose ao samba”, de Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira. A como ritmista do grupo que acompanhava Martinho da Vila. No ano de 1973 lançou o primeiro LP "Pedra noventa". No ano seguinte gravou o disco "Quem quiser pode vir". Em 1975 lançou pela gravadora Polydor o disco "Viagem encantada". Neste LP alcançou sucesso com as músicas "Na beira do mar" (Gracía do Salgueiro) e "Viagem encantada" (Mano Décio da Viola e Jorginho Pessanha) e "Dinheiro vai, dinheiro vem", de Noca da Portela e Vovô Ziza. No disco também foram incluídas "Choro em verde e branco" (c/ Gérson Alves), "Juca operário" (c/ Ubirajara Dias e Jean Pierre), "Tempo de criança" (c/ Ubirajara Dias), "Eu não sou o que ela pensou" (Jorginho Pessanha e Setembrino Coutinho), "Mas como é linda" (Padeirinho), "Não mexe não" (Darcy da Mangueira) e "Deixa o carnaval passar", de Totonho e Paulinho Rezende, entre outras. Em 1976, gravou com sucesso "Heróis da liberdade" (Mano Décio da Viola, Manuel Ferreira e Silas de Oliveira). Dois anos depois gravou "Não ligue não" (Noca da Portela e Joel Menezes) no LP "Agora Sim...",  pela CBS. No ano de 1980, pela gravadora CBS, lançou o disco "Festa do Preto Forro", no qual despontou o sucesso "Pára com isso" (Alberto de Jesus e Noca da Portela). Neste mesmo ano a faixa "Dinheiro vem, dinheiro vai" foi incluída no LP "O dinheiro na música popular do Brasil", antologia sobre o tema, produzida por Ricardo Cravo Albin, como brinde de natal do Banco do Brasil. No ano seguinte, em 1981, regravou "Dinheiro vai, dinheiro vem", em seu disco "Jorginho do Império", pela gravadora CBS. Em 1984, no disco "Alma Imperiana" (gravadora Continental), gravou "Na raça e no peito", de Noca da Portela e Sérgio Fonseca. No ano seguinte, lançou, pela mesma gravadora, o disco "Festa do samba", no qual incluiu "Dádiva", de Noca da Portela e Sérgio Fonseca. No carnaval de 1999, foi o puxador do samba-enredo "Uma rua chamada Brasil" (Arlindo Cruz, Carlos Senna, Maurição e Elmo Caetano) para a Império Serrano, escola na qual desfila com regularidade todo ano. No ano 2000, ao lado de Baianinho, Zédi e Comprido, entre outros, participou do show "Encontro com o samba", na casa de show Rio Sampa, no Rio de Janeiro. Em 2002 lançou o CD "Pra quem gosta de samba", o primeiro disco ao vivo. O repertório foi selecionado pelo compositor Canário e o compositor e produtor  Roberto Lopes, trazendo além dos sucessos de carreira: "O samba não pode parar" (Roberto Lopes e Alamir), "A pintura" (Canário e Alcino Correa "Ratinho"), "Dancei ciranda" (Paulo Ciranda), "Luz neón" (Cléber Augusto, Marquinhos China e Djalma Falcão), "Implosão" (Naval, Jorginho China e Roberto Lopes), "Greve de amor" (Simões PQD e David Monteiro), "A mão do destino" (Canário, Roberto Lopes e Galhardo), "A lei do mundo" (Adilson Gavião, David Monteiro e Léo da Vila) e "Terra de bamba", autoria de Fernando Reza Forte e Vando. Fez vários shows de lançamento do disco no Botequim do Império, dentro do Clube Olímpia, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. Sua carreira internacional inclui shows em vários países, como Hong Kong, Argentina, França e Japão. Gravou 21 LPs e mais de 3 CDs durante a carreira. Em 2005, em comemoração aos 30 anos de carreira,  apresentou regularmente a roda de samba  "Butiquim do Jorginho do Império" no Centro Cultural Memórias do Rio, no qual recebeu diversos convidados entre os quais Dadá da Mangueira, Jorginho Flor, Conceição de Almeida e Zeca da Penha. Gravou os sambas enredo “As maravilhas da arte em tom maior do genial Debret” (Mano Décio da Viola) e “Nordeste, seu povo, seu canto, sua glória” (Wilson Diabo, Maneco e Heitor); também as músicas “Samba em tom maior” (Mano Décio da Viola) e “Ser Império é como eu sou” (Setembrino Coutinho e Mano Décio da Viola). Em 2013, encerrando a série “Meio dia e meio” no Centro Cultural Light, foi apresentado e entrevistado por Ricardo Cravo Albin, em show biográfico. Em 2015 apresentou o show “O filho do imperador” no Centro Cultural Light, no Rio de Janeiro.

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