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Jorge Vercillo

Jorge Luis Santana Vercilo
11/10/1968 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira artística aos 15 anos de idade, tocando em bares.

Em 1989, representou o Brasil no Festival Internacional de Trovadores em Curaçau, no qual obteve o primeiro lugar com sua canção "Alegre" e foi contemplado com o prêmio de Melhor Interprete.

Em 1993, gravou seu primeiro CD, "Encontro das águas", contendo suas composições "À meia luz" (c/ Altay Veloso), "Ciclo milenar" (c/ Maurício Mattar), "Pode parar" e "Encontro das águas", ambas com Jota Maranhão, "Alegre", "Penso em ti", "Clara", "Muamba", "Carinha linda" e "Praia nua". O disco foi produzido por Renato Corrêa.

Em 1996, lançou o CD "Em tudo que é belo", no qual registrou suas músicas "Tudo ilusão" (c/ Altay Veloso), "Infinito amor" (c/ Jota Maranhão), "Oração Yoshua" e "Himalaia", ambas com Paulo César Feital, "Eu só quero dançar", "Longe", "Fácil de entender", "Raios da manhã", "Mãos do destino", "Olha e não me olha" e "Fenômenos da natureza", além da faixa-título.

Foi indicado para o Prêmio Sharp na categoria Melhor Cantor Pop. Teve músicas incluídas em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo como "Praia nua" ("Tropicaliente"), "Encontro das águas" ("Mulheres de areia") e "Infinito amor" ("Indomada").

Assinando os arranjos e a produção musical, lançou, em 2000, o CD "Leve", contendo suas canções "Leve" e "Em órbita", ambas com Zeppa, "Final feliz", com participação vocal de Djavan, "Rasa", "Bem ou mal", "Avesso" e "Regressão", além de "Beatriz" (Edu Lobo e Chico Buarque), "Apesar de cigano" (Altay Veloso e Aladim) e "Quando a noite chegar" (Paulo Façanha e Beto Paiva). Ainda nesse ano, participou do Festival da Música Brasileira (Rede Globo), interpretando sua canção "Amanheceu". Também em 2000, apresentou-se no Teatro Rival (RJ).

Em 2002, lançou o CD "Elo", cuja vendagem, alavancada pelo sucesso de "Que nem maré", de sua autoria, atingiu o montante de 250.000 cópias vendidas, o que o colocou na posição de segundo maior vendedor da EMI nesse ano. Constam, também, do repertório do disco suas canções "Homem-Aranha", "Suave", "Do jeito que for" (c/ Marcelo Miranda), "Suspense" (c/ Zeppa), "Celacanto" (c/ Jota Maranhão), "Raiou", "Amanheceu", "Fênix" (c/ Flávio Venturini), "Quase", "Rima", "Olhos de nunca mais" (c/ Bráulio Tavares) e "O Reino das Águas Claras".

No ano seguinte, lançou "Livre", em CD e DVD, com 100.000 cópias pré-vendidas, destacando-se as faixas "Mona Lisa", muito executada no rádio, "Contraste" e "Invisível".

Em 2004, participou, ao lado de Gilberto Gil e outros artistas, da gravação do CD "Hino do Fome Zero" (Roberto Menescal e Abel Silva). Também nesse ano, apresentou-se no Canecão (RJ), encerrando a turnê do show "Livre". Ainda em 2004, foi o vencedor do II Troféu U. M. (Universo Musical), na categoria Melhor Show de MPB.

Lançou, em 2005, o CD "Signo de ar", contendo suas composições inéditas "Ultra-leve amor" e "Abismo", ambas com Ana Carolina, "Ciclo" e "Melhor lugar", ambas com Dudu Falcão, "Mandala" (c/ Torcuato Mariano), "Delicadeza" (c/ Jota Maranhão), "Você é tudo", "Olhos de Ísis" e "Boas-novas", além da faixa-título (c/ Nico Resende). A faixa "Ciclo" foi escolhida como tema da novela "A lua me disse" (Rede Globo). O disco, produzido por Torcuato Mariano e DJ Memê, contou com a participação dos músicos Chocolate, Armando Marçal, Jorjão Barreto, Celso Fonseca, Dunga, Jessé Sadoc, Zé Canuto e Marcelo Martins, entre outros. Nesse mesmo ano, apresentou-se no Canecão (RJ), em show de lançamento do CD. O espetáculo contou com a participação especial de Leila Pinheiro. Também em 2005, levou o show "Signo do ar" para o Claro Hall (RJ).

Em 2006, foi contemplado com o Prêmio Tim de Melhor Cantor, na categoria Voto Popular.

No dia 23 de abril de 2007, apresentou-se ao lado de Jorge Benjor, Jorge Mautner e Jorge Aragão na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em show que reuniu os “Jorges” da música brasileira em homenagem a São Jorge. No repertório, parcerias inéditas, como “Líder dos Templários" (c/ Jorge Benjor, Jorge Mautner e Jorge Aragão) e "São Jorges" (c/ Jorge Benjor e Jorge Aragão), e outros sucessos dos quatro artistas. O registro ao vivo do show, com direção musical de Rildo Hora e canja especial de Gilberto Gil, foi lançado, nesse mesmo ano, no CD e DVD "Coisa de Jorge".

Também em 2007, lançou o CD “Todos nós somos um”, contendo suas canções “Ela une todas as coisas” e “Deve ser”, ambas com Jota Maranhão, “Cartilha” (c/ Fátima Guedes), “Numa corrente de verão” (c/ Marcos Valle), “Camafeu Guerreiro” (c/ Paulo César Feital), a faixa-título (c/ Dudu Falcão), “Xote do Polytheama”, “Toda espera”, “Vôo cego”, “Luar de sol”, “Devaneio” e “Tudo que eu tenho”. Nesse mesmo ano, a faixa “Ela une todas as coisas” foi incluída na trilha sonora da novela “Duas caras” (Rede Globo).

Constam da relação dos intérpretes de suas canções artistas como Danilo Caymmi ("Encontro das águas"), Patrícia Marx ("Novos corações"), Chrystian & Ralf ("Sensível demais"), Fábio Jr. ("Tudo ilusão") e a banda Cheiro de amor ("Fácil de entender"), entre outros.

Em 2008, fez show de lançamento do CD "Todos nós somos um" no Canecão (RJ).

Lançou, em 2009, o CD e DVD “Trem da minha vida – Ao vivo”, gravado no ano anterior no Canecão (RJ), contendo vários de seus sucessos e ainda a faixa inédita que dá título ao trabalho, acompanhado dos músicos Paulo Calasans (teclados), Claudio Infante (bateria), André Neiva (baixo e vocal), Bernando Bosisio (guitarra e violões), Glauco Fernandes (violino), Fábio Costa (trompete), Armando Marçal e Sidinho Moreira (percussão), com a participação dos cantores Dudu Falcão, Jota Maranhão e Sergio Moah. Nesse mesmo ano, voltou ao Canecão em show que registrou o lançamento do DVD.

Em 2010, lançou o CD “D.N.A.”, com suas canções “Cor de mar” e “Deve ser”, ambas com Dudu Falcão, “Caso perdido” (c/ Max Viana), “Arco-íris” (c/ Filó Machado), “Memória do prazer” (c/ Gabriela Vercillo), “Por nós” (c/ Alexandre Rocha), “O que eu não conheço” (c/ Jota Velloso), “Quando eu crescer” (com versos traduzidos para o dialeto kimbundo por Filipe Mukenga), “Há de ser”, “Ventos elísios”, “Me transformo em luar” e “Verdade oculta”. O disco contou com a participação de Milton Nascimento (em “Há de ser”), Ninah (em “Memória do prazer”) e Filó Machado (em “Arco-íris), e ainda de um Coro Angolano (em “Quando eu crescer”).

Em 2013, recebeu indicação à 14ª edição do Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum MPB pelo CD "Luar de sol - Ao vivo no Ceará".

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