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Jerônimo Jardim

Jerônimo Osório Moreira Jardim
19/11/1944 Jaguarão, RS

Dados Artísticos

Nos anos 1970, mudou-se para Porto Alegre (RS), onde iniciou sua carreira artística, além de ter atuado também como publicitário.

Em 1971, realizou, nessa cidade, com seu parceiro Luis Coronel, o show "Rio Grande do Som", que contou com a participação de outros compositores e intérpretes gaúchos.

De 1973 a 1977, integrou, juntamente com Ivaldo Roque, Loma, Ioli e Tenison Ramos, o Grupo Pentagrama, com o qual classificou em 3º lugar, na III Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana, sua música "Cobra Luz" (c/ Ivaldo Roque). Também com o conjunto, gravou um LP produzido por Ayrton dos Anjos para a gravadora Continental.

Apresentou, em 1977, em Porto Alegre, o show "Suor e Sal".

No ano seguinte, lançou seu primeiro disco solo, "Jerônimo Jardim", que contou com direção musical de Geraldo Flach e produção musical de Sepé Tiaraju de los Santos, para a recém-inaugurada gravadora gaúcha Isaec. Ainda em 1978, apresentou o show "Gira da Canja", com direção musical de Toneco da Costa.

Em 1979, sua canção "Moda de sangue" (c/ Ivaldo Roque) foi gravada por Elis Regina e incluída na trilha sonora da novela "Coração alado" (TV Globo).

Em 1980, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como cantor de coro na Sonora, produtora de jingles de Júlio Hungria.

No ano seguinte, venceu o Festival MPB Shell, da Rede Globo de Televisão, com sua música "Purpurina", defendida por Lucinha Lins.

Em 1982, gravou um compacto simples, produzido por Ivan Lins e Artur Laranjeira, para a Gravadora PolyGram. Ainda nesse ano, defendeu sua canção "Vento e pó", no MPB Shell.

Em 1984, decidiu retornar para Porto Alegre, onde gravou, no ano seguinte, o disco "Terceiro sinal", produzido por Ayrton dos Anjos para o selo RBS/Som Livre, apresentando-se, em seguida, em diversos espaços gaúchos, acompanhado pelo músico Pedrinho Figueiredo. Ainda em 1984, venceu a XV Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana. Hostilizado pela platéia, retirou-se dos palcos por 11 anos. Durante esse período, retornou à publicidade e, depois, à advocacia, tendo lecionado a disciplina Direito do Trabalho em 1989, após aprovação em concurso público, na faculdade em que se bacharelou.

Publicou cinco livros infanto-juvenis: "Cri-Cri, o grilo gaudério" (Editora Tchê), "O Clube da Biblioteca contra a Bruxa Pestiléia" (Editora Vozes), "A revolta dos pincéis" (Editora Vozes), "Titinho e os tênis mágicos" (Editora LP&M) e "Sob fogo cruzado" (Editora LP&M).

Em 1996, apresentou-se, sem concorrer, em mais uma edição da Califórnia da Canção de Uruguaiana. Durante grande parte da apresentação de sua canção "Astro haragano", vaiada 11 anos antes, foi aplaudido de pé por uma platéia de cerca de quatro mil pessoas.

No ano seguinte, lançou o disco "Digitais", pelo selo RBS/RGE, também com produção musical de Ayrton dos Anjos.

Em 2000, inaugurou o selo gaúcho Virtual Musix, mais uma vez produzido por Ayrton dos Anjos, com o lançamento do CD "Estação", que contou com a participação dos músicos Toneco da Costa e Pedrinho Figueiredo.

Lançou, em 2003, o CD "Quando a noite vem".

Entre seus parceiros mais constantes, destacam-se Ivaldo Roque, Geraldo Flach, Luis Coronel, Raul Ellwanger, Nana Chaves, Paulinho Tapajós, Toneco da Costa, Bebeco Jardim, Jaime Vaz Brasil, Peri Souza, Antônio Carlos Machado e Sérgio Napp.

Constam da relação dos intérpretes de suas composições artistas como Elis Regina, Lucinha Lins, Paulinho Tapajós, Lúcia Helena, Suzana Bello, Flora Almeida, Loma, Muni, Victor Hugo, Neto Fagundes, Leopoldo Rassier, Cenair Maicá, Peri Souza, Raul Ellwanger, Grupo Quero-Quero, Ângela Jobim, Greiceh Monrelli, Henrique Mann e João de Almeida Neto. Lançou, em 2011, o CD “De viva voz”, contendo suas composições “Cartas digitais” e “Lenha na fogueira (L`huile sur le feau)”, ambas com Clair Jardim, “Sinto muito” (c/ Greice Morelli), “O amor é assim” (c/ Luiz Coronel), “Amsterdã” (c/ Timóteo Lopes), “Violão, meu violão”, “Minha nega”, “Perdoar”, “Cama desfeita”, “É isso aí”, “Se eu tô na boa”, “Não há mais chão” e a faixa-título, além de “Acordei em Madureira” (Ciro Vaz e José Ducos).

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