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Irene Coelho

Irene Coelho
4/7/1921 Rio Claro, SP
7/6/2008 São Paulo, SP

Dados Artísticos

Começou a carreira artística ainda na adolescência quando se interessou pela música portuguesa e começou a interpretar fados na Rádio Atlântica, da cidade de Santos, SP. Em 1941, começou a apresentar com o marido, o guitarrista português Manoel Coelho o programa "Melodias portuguesas", que ficou no ar por mais de 66 anos. Em 1945, foi contratada pela gravadora Continental e lançou seu primeiro disco, um 78 rpm, com os fados "Amor Eterno", de Antônio Ferreira e Américo Morais, e "Tua Guitarra", de Belmiro A. Veiga. Em 1947, lançou mais dois discos pela
Continental interpretando as marchas "Chinelinhas", de Helena Moreira Viana e Hortência César, e "Alegria De Viver", de Helena Moreira Viana e Suzana C. D'almeida, o vira "Traiçoeiro", de Luis Gouveia e Manoel Coelho, e o fado "Saudades Da Saudade", de João Fernandes e Luis Gouveia. Em 1948, registrou o Corridinha "Uma Festa No Algarve" e a marcha "Bairros De Lisboa", ambas de Fernando De Freitas. Em 1949, lançou dois 78 rpm pela Continental interpretando o vira "Lição Do Vira", de Fernando De Freitas., os "Pregões De Lisboa", de Fernando De Freitas, e os fados "Nossa Senhora De Fátima", de J. M. Alves e Arlindo Pinto, e "Provérbios De Amor", de Luis Gouveia e Waldemar Pipi. Também pela Continental, registrou, em 1950, o vira "Portugal Canta", de Luis Gouveia e Manoel Coelho, e os fados "Irene Coelho", de Manoel Coelho e Afonso Martins, "Não Posso Querer-te", de Luis Gouveia e Gabriel Castro, e "Carta Da Saudade", de Luis Gouveia e Waldemar Pipi. Na década de 1950, juntamente com o marido Manoel Coelho, foi proprietária de dois restaurantes: "Marialva" e "Solar da Alegria", que fizeram muito sucesso e no qual se apresentaram, além de artistas brasileiros, astros da música portuguesa em visita ao Brasil. Na mesma década, atuou "em teatros, cinemas, festivais e nos diversos restaurantes típicos de São Paulo e Rio de Janeiro, foi sempre artista de destaque nos locais onde atuou", segundo palavras da pesquisadora Thais Matarazzo Cantero. Em 1952, gravou a chula "Ao Compasso Da Maré", de Fernando Freitas e Manoel Coelho, e o sarapico "Velho Pamonha", de Fernando Freitas.1953, na mesma grvadora Continental, na qual iniciou a carreira fonográfica, lançou a valsa "Milagrosa Izildinha (anjo Do Senhor)", de Américo de Campos e Ado Benatti, o corrido "Dança Do Corridinho", de Manoel Coelho, o fado "Eterna Morada", de José F. De Carvalho, e a dança típica "Sarapicopico", de Almeida Batista e Carlito Moreno.  Em 1955, gravou seu último disco pela Continental -com os fados "Rivalidade", de Alfredo Duarte, e "Amor Internacional", de Fernando Freitas. Em 1956, estreou na gravadora Copacabana, interpretando  os fados "Bailinho Português", de Manoel Coelho, "O Chaile De Minha Mãe", motivo Popular adaptado por     Adriano Reis, e "Perdi A Partida", de João Linhares Barbosa, a marcha "O Cochicho", de José Galhardo e Raul Ferrão, a marchinha "Princesinha", de Jorge Murad, e o bolero "Adeus Coimbra", de Manoel Coelho. Em 1957, também pela Copacabana registrou o fado "Podes Andar À Vontade", de Antônio Ferreira e Júlio Antunes, e a marcha "Estudiantina Portuguesa", de J. Padilla, R. de Castro e A. Rigel. Em 1959, gravou com o cantor português Julio Pereira o vira"José E Maria", de Antônio Ferreira e     Carlito Moreno. No mesmo ano, gravou o bolero "Três Amores", de Manoel Coelho,  o Fado baião "Homenagem A Portugal", de José Lopes e     Manoel Coelho, e o vira "Cachopa Do Minho", de Artur Ribeiro. No início dos anos 1960, lançou pelo selo Som, da Copacabana, o LP "Irene Coelho" que incluiu as músicas "Princesinha", de Jorge Murad, "Podes Andar À Vontade", de Antônio Ferreira e Júlio Antunes, "Estudiantina Portuguesa", de J. Padilla, R. de Castro e A. Rigel, "O Chaile De Minha Mãe", tema popular português adapatado por Adriano Reis, "Perdi A Partida", de João Linhares Barbosa, "José E Maria", de Antônio Ferreira e Carlito Moreno, "Homenagem A Portugal", de José Lopes e Manoel Coelho, e "Cachopa Do Minho", de Artur Ribeiro, além de "Bailinho Português", "Adeus Coimbra" e "Três Amores", as três, composições do marido Manoel Coelho. Também no mesmo período, os fados "Adeus Coimbra" e "Bailinho Português", de Manoel Coelho. Em 1966, fez uma estada de três meses com o marido em Portugal, período no qual aproveitou para visitar todo o ambiente fadista de Lisboa. Atuou também em algumas casas de show em Lisboa além de gravar pela gravadora Alvorada. Entre seus sucessos no Rádio e no disco estão as músicas "N. S. de Fatima", "Chinelinhas", "Cochicho", "Bailinho das couves", "Sete saias", e "José e Maria".

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