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Heitorzinho dos Prazeres

Heitor dos Prazeres
7/12/1942 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira aos seis anos de idade, como ritmista e passista no conjunto "Heitor dos Prazeres e Sua Gente".

Em 1958, participou como ritmista e corista no disco "Heitor dos Prazeres e sua gente". No ano seguinte, integrou o conjunto Samba Avanço Rio, com o qual viajou por diversos estados e participou do disco "Macumbas e candomblés", de Heitor dos Prazeres.

No ano de 1962, integrando o conjunto Heitor dos Prazeres e Sua Gente, participou de gravações ao lado do pai e do cantor Vítor Barcelar. No ano seguinte, com seu grupo Samba Avanço Rio, atuou em programas de rádio, teatro, circo e televisão.

Como percussionista, em 1966, gravou no disco "Coral de prata", do Instituto Benjamim Constant, pela gravadora Todamérica. Neste mesmo ano, expôs pela primeira vez seus quadros em uma coletiva de pinturas organizada por seu pai.

No ano de 1972, pela gravadora Caravelle, participou da gravação do disco "Kandomblés". No ano posterior, expôs no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Ainda neste ano, como vocalista e tecladista, gravou o disco "Juventude super".

Em 1974, expôs na Galeria O Globo de Belo Horizonte e gravou pela Continental o disco "Os mulatons". Neste mesmo ano, ao lado de Clementina de Jesus, Moreira da Silva, Zilda do Zé, Darcy da Mangueira e Cartola, participou de um show no Ibam em homenagem a seu pai.

Em 1980, com o parceiro Waldir da Fonseca, fez vários shows no circuito do Sesc. Ainda em 1980, Dona Ivone Lara gravou "Lamento do negro" (c/ Fumaça e Caboré).

Gravou em 1984 o disco "Lápis de cor", quando fez shows de lançamento nos teatros Procópio Ferreira e Teatro do Hotel Nacional, no Rio de Janeiro. No ano seguinte, viajou para Europa e fez shows e exposições no Forum Itálico e no Centro de Estudos Brasileiros na Embaixada do Brasil em Roma e Paris, na Galeria Debret da Embaixada do Brasil. Neste mesmo ano, apresentou este trabalho na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Participou na Faculdade Cândido Mendes do Projeto "Saber do Samba" e do Projeto "Sambistas Pintores", que percorreu várias casas noturnas do Rio de Janeiro com apresentação de artistas como Guilherme de Brito e Nelson Sargento, entre outros. Um ano depois, classificou "Chora chorinho" (c/ Waldir Fonseca), no "Festival de Chorinho no Teatro São Caetano", em São Paulo.

Em 1997, lançou o CD "Quem somos nós", no qual interpretou de sua autoria "Volto", "Chora chorinho" e "Samba de pandeiro", as três em parceria com Waldir da Fonseca; "Mais um curioso"; "Sangue de artista", "Feliz assim"; "A coisa melhorou"; "Dois a dois" (c/ Waldir da Fonseca), interpretada em dueto com o parceiro e ainda, "Carioca boêmio" (Heitor dos Prazeres), interpretada em dueto com a atriz Tônia Carreiro; "Consideração" (Heitor dos Prazeres e Cartola) em dueto com Áurea Martins; "Coração aberto" (c/ Micas e Ednei Toledo); "Tradição de velhos carnavais" (c/ O P. Fumaça e Caboré); "Pierrô apaixonado (Noel Rosa e Heitor dos Prazeres), "Quebra morena" (Heitor dos Prazeres) e "Samba de nego" (Heitor dos Prazeres e Kalmer), as três últimas, interpretadas junto com Darcy da Mangueira e Nadinho da Ilha. Neste mesmo CD, ainda incluiu "Pimpolho" (Mestre Zé Paulo), interpretada pelo autor ao cavaquinho, "Poeta em verde e rosa" de autoria de Darcy da Mangueira, cantada pelo próprio autor; "Isquisito", chorinho de autoria de Luiz Felipe Lima interpretada pelo próprio autor, "Lá em Mangueira" (Herivelto Martins e Heitor dos Prazeres), cantada em dueto com Pery Ribeiro, além da faixa-título "Quem somos nós", de sua autoria, interpretada em dueto com Zezé Motta. Fez vários shows de lançamento do CD em teatros do Rio e São Paulo com a participação de artistas convidados como Tônia Carreiro, Zezé Motta, Darcy da Mangueira, Pery Ribeiro e Áurea Martins. No mesmo ano, ao lado de Mestre Zé Paulo, Carlinhos do Pandeiro, João da Valsa, Zezinho do Surdo, Josimar Monteiro, Samuca da Mangueira, Valdir do Cavaco e Roberto Serrão, formou o grupo Velha Guarda do Samba (homenagem ao grupo homônimo criado na década de 1930 por Paulo da Portela, Heitor dos Prazeres e Cartola). Com esse grupo, apresentou neste mesmo ano um único show no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro (com apoio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro). Ainda fazendo parte da Velha Guarda do Samba, participou do "Brazilian Music Festival" como band-leader da Velha-Guarda do Samba, na abertura do Summerstage, no Central Park, em Nova Yorque, com sucesso de público e crítica (página inteira do Jornal The New York Times, Jornal O Globo, The Brazilian Monthly Newpaper, entre outros).

Em 1999, inaugurou com show a exposição "As Três Artes de Heitor dos Prazeres", no Museu de Belas Artes.

No ano 2000, pela Riotur, participou dos "Bailes Populares no Carnaval do Rio de Janeiro", no Coreto de Pedra de Guaratiba. Neste mesmo ano, participou do disco de Waldir da Fonseca.

Em 2002, desenvolveu projeto, juntamente com Ataulfo Alves Júnior, montando um show no qual foram homenagados os pais de ambos, Heitor dos Prazeres e Ataulpho Alves.

Em 2003 finalizou o CD "Raiz e fruto", com músicas inéditas de sua autoria e outros inéditas de seu pai.

No ano de 2004, com Alba Lírio, lançou o livro "Heitor dos Prazeres - sua arte e seu tempo". O livro, com reproduções em cores de vários de seus quadros e prefaciado por Haroldo Costa, fez parte de um projeto que incluiu uma exposição no Sesc da Tijuca e um CD 15 clássicos de Heitor dos Prazeres. No livro conta e documenta a vida de obra do pai, inclusive com "causos" envolvendo seus principais parceiros Noel Rosa, Cartola e Herivelto Martins, assim como outros sobre as fundações das primeiras escolas de samba Vizinha Faladeira, Mangueira e Portela.

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