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Guilherme Lamounier


25/10/1950 Rio de Janeiro, RJ
07/08/2018 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 1970, gravou o LP "Guilherme Lamounier" (Odeon), contendo suas composições "Um passo à frente", "Eu e a chuva" e "A casa onde ela mora", todas com Carlos Imperial, "Não lembro mais" (c/ Carlos Imperial e Paulo Imperial) e "As lágrimas caem" (c/ Carlos Imperial e Raul Rocha), além de "Linda" (Carlos Imperial e Fábio), "Cristina" (Carlos Imperial e Tim Maia), "Febre" (Carlos Imperial e Luis Henrique), "Curtição nº 1" (Carlos Imperial) e "O adeus" (Carlos Imperial e Ibrahim Sued). Nesse mesmo ano, participou do V Festival Internacional da Canção, interpretando a música "Conquistando e conquistado" (Carlos Imperial e Ibrahim Sued).

Lançou, em 1973, mais um LP também intitulado "Guilherme Lamounier" (Continental), registrando as canções "Mini Neila", "Gb em alto relevo", "Patrícia", "Os telhados do mundo", "Freedom", "Capitão de papel", "Amanhã não sei", "Será que eu pus um grilo na sua cabeça", "Passam anos passam Anas" e "Cabeça feita", todas de sua parceria com Tibério Gaspar.

Em 1978, gravou composições de sua exclusiva autoria: "Estrela do rock and roll (Superstar)", "Seu melhor amigo", "Saci Pererê", "Serenatas perfumadas com jasmim", "Pára chega basta", "Liberdade", "Sandra", "Eu preciso de alguém" e "Ser e estar".

Ainda na década de 1970, participou de trilhas sonoras do cinema nacional, como "Cada um dá o que tem", de Carlo Mossy, e também das novelas da Rede Globo "O homem que deve morrer" (1971), "Locomotivas" (1977), "O pulo do gato" (1978), "Marron glacé" (1979) e "Feijão maravilha" (1979).

Lançou, em 1982, um compacto simples contendo suas canções "Banda da lua" e "Orquestra divina".

Participou, em 1985, da trilha sonora do especial infantil "A era dos Halley" (Rede Globo).

Constam da relação dos intérpretes de suas canções Rosa Marya Collin, Zizi Possi, Roupa Nova e Frenéticas, entre outros. Entre seus maiores sucessos, destacam-se "Enrosca" e "Seu melhor amigo", na voz de Fábio Jr. No dia 7 de agosto de 2018 a imprensa anunciou em discreto obituário sua morte no Rio de Janeiro, ocorrida possivelmente na Ilha do Governador. O Instituto Cultural Cravo Albin e este Dicionário lamentaram publicamente a morte de uma das lideranças de núcleo familiar proeminente da Música Popular Brasileira, os Lamounier, cujo patriarca, o grande Gastão Lamounier, considerado o Rei da Valsa nos anos 1930, e que foi amigo pessoal de Ricardo Cravo Albin, sempre mereceu referências de nossa pesquisa, bem como de nosso afeto. 

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