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Grupo Sarau



Dados Artísticos

Grupo de choro formado em 1996. Integrado por Bruno Rian (bandolim), André Bellieny (violão de 7 cordas),  Sérgio Prata (cavaquinho) e Carlos Agenor (pandeiro). Bruno Rian começou a tocar pandeiro aos três anos de idade. Aos oito, tocava cavaquinho, passando depois para o bandolim. Gravou aos 15 anos seu primeiro CD, "Choro em família". No disco, acompanhava seu pai, Déo Rian, também bandolinista. André Bellieny, iniciou seus estudos com o violonista Dino Sete Cordas, tendo sido também aluno de Luiz Otávio Braga. Foi violonista do elenco do show "Causos e canções de Mário Lago". Também responsável pela direção musical e arranjos do Grupo Sarau. Sérgio Prata participou da reabertura do Clube do Choro de Brasília, onde, em 1994, fez a "Semana Jacob do Bandolim". Atuou como acompanhante do Duo Dois de Ouro, também em Brasília. Acompanhou Joel do Nascimento e Luiz Otávio Braga no "II Festival do Choro do Rio de Janeiro" em 1995, num show em homenagem ao centenário de Pixinguinha. Em 1996 realizou a exposição "Raphael Rabello - o mago das cordas" e, em 1997, "100 anos de Pixinguinha", as duas no Rio de Janeiro. Foi colaborador da revista "Roda de choro" e responsável pela produção do Grupo Sarau. Agenor pertenceu ao conjunto Naquele Tempo, que formou com Márcio "Hulk" de Almeida e Paulão Sete Cordas, em 1979, sendo os vencedores nos festivais de choro de 1982 e 1983.  O Grupo Sarau desenvolveu um trabalho de pesquisa e divulgação da música popular instrumental brasileira, particularmente o choro, incluindo também polcas, maxixes, xotes, frevos, valsas e sambas. Entre os anos de 1997 e 2007, apresentou o evento "Tardes de choro",  evento que se realizava na Cobal do Humaitá, Zona Sul do Rio de Janeiro, tendo como convidados Paulinho da Viola, Beth Carvalho, Altamiro Carrilho, Déo Rian, Joel Nascimento, Paulo Moura, Leonardo Mirnada, Luiz Otávio Braga, Dino 7 Cordas, Raul  de Barros e Henrique Cazes, entre outros. O repertório incluia obras de autores clássicos do choro, como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth e Waldir Azevedo, de autores contemporâneos, como Paulinho da Viola, Déo Rian e Tom Jobim, e de compositores menos divulgados, como Mário Álvares, Garoto, Candinho e Luiz Americano.  O grupo acompanhou, ao longo de sua carreira, diversos sambistas e chorões, como Nelson Cavaquinho e Ronaldo do Bandolim. Com Zé Kétti, fez turnê por Portugal, tendo participado também da homenagem a seus 70 anos na Sala Funarte. No ano de 1999 o grupo lançou o CD "Cordas novas", muito elogiado pela crítica, com músicas inéditas de Jacob do Bandolim ('No retiro de João'), Déo Rian ('Quando me lembro'), entre outras. A faixa-título foi composta por Pedro Amorim e dedicada a Bruno Rian. No ano 2001 no Teatro do Sesc de Copacabana, o grupo fez o show de abertura de Paulinho da Viola, César Faria e João Rabello Faria. No ano seguinte, apresentou-se no projeto "Clássicos do choro", no Bar-Antiquário Rio-Scenarium, no Rio de Janeiro. Em 2003 o grupo fez participou do projeto "Estação Guanabara", apresentando-se no Palácio Guanabara. No ano de 2011 o grupo fez show no palco do Espírito do Chopp, na Cobal do Humaitá, com a seguinte formação: Bruno Rian (bandolim), Aline Silveira (flauta), André Bellieny (violão sete cordas), Sergio Prata (cavaquinho) e Agenor do Pandeiro, contando também com participações de diversos convidados, entre os quais Déo Rian (bandolim), Alexandre Maionese (flauta), Leonardo Miranda (flauta) e Tiago Prata (violão sete cordas). No show o grupo reverenciou grandes nomes do gênero, entre eles Ernesto Nazareth, Joaquim Callado, Chiquinha Gonzaga, Anacleto de Medeiros, Pixinguinha e Jacob do Bandolim.

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