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Grupo dos Irmãos Eymard



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Conjunto musical que fez gravações na Casa Edison no começo do século XX. O grupo gravou seu primeiro disco por volta de 1906 quando lançou pela Odeon uma série de  sete gravações com os registros das valsas "A paulista" e "Momentos felizes", os choros "Sinto muito, mas não posso" e "Quitutes de Iaiá", a polca-choro "Não se diz", a polca "Brilhantina"  e o maxixe "Comigo é nove", todas de autores cujas autorias não foram divulgadas nos selos dos discos. Em 1907, o grupo lançou nova série com sete gravações, a começar pela posteriormente clássica polca "Flor amorosa", de Joaquim Calado, além da valsa "Belinha", dos choros "Choro do Meyer" e "Meu penar", da mazurca "Saudades dos tempos passados" e das polcas "Não desmerece" e "Morrer por ti", todasde autores desconhecidos. Em 1913, lançou uma série de seis choros: "A guitarra de prata", de autor desconhecido, homenagem à casa de instrumentos musicais com o mesmo nome na Rua da Carioca, centro do Rio de Janeiro, "Maracujá", de Benedito Pereira; "Ismênia", de Anacleto de Medeiros; "Será verdade?" e "Hermantina", de Artur Ferreira, e "Araci", de J. de Castro. No mesmo ano, o grupo lançou mais oito gravações com a valsa "A nossa amizade", de Antonio Ramos Baeta, e os choros "Olinda"; "Lucíola"; "Itacurussá"; "Tutica"; "O segredo dela" e "Lágrimas", de autores desconhecidos, além de "Maninha", de Antonio Maria Passos. O grupo deixou 28 músicas gravadas, a maioria choros, todos pela Odeon.

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