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Grupo Acaba



Dados Artísticos

Grupo formado em 1966, a partir de movimentos universitários, com intenção de pesquisar, desenvolver e divulgar o folclore do estado do Mato Grosso do Sul e do pantanal, descrevendo em suas composições situações do homem, da fauna e da flora pantaneira, e defendendo sua preservação. 
Em 1989, apresentou o show "Garapa, rapadura e melado", no Projeto Pixingão, no Rio de Janeiro, promovido pela Funarte, obtendo, na edição desse ano, o público recorde do projeto.
Em 1990, participou no Primeiro Festival Canto da Águas do Mel, em Iraí (RS), conquistando Menção Honrosa da Associação dos Pesquisadores da MPB com a composição "Arrebento de um Príncipe".
Em 1992, participou do Festival Eco-MS, apresentando a composição "Rancho do Jaú", com a qual obteve o prêmio de Melhor Intérprete.
Em 1992, realizou apresentação representando o Estado de Mato Grosso do Sul na Conferência Mundial de Desenvolvimento e Meio Ambiente, realizada no Rio de Janeiro.
No mesmo ano, realizou produção do mapeamento musical de Mato Grosso do Sul, lançando três CDs contemplando os gêneros musicais e os principais artistas do estado.
Em 2000, apresentou, em parceria com a Orquestra de Câmara do Pantanal, sob a regência do maestro João Guilherme Ripper, o espetáculo “Sinfonia Pantaneira”.
No mesmo ano, apresentou-se no Festival da América do Sul em Corumbá.
Em 2001, apresentou-se no Festival de Inverno de Bonito.
Em 2003, participou da última eliminatória de escolha do samba-enredo do Salgueiro, no carnaval do Rio de Janeiro. Na ocasião, a escola de samba homenageou o pantanal em seu enredo.
Em 2007, apresentou-se em São Paulo, Campinas, Campo Grande e Cuiabá na Sinfonia Ecológica Brasileira.
Na mesma época, apresentou-se no Congresso Internacional de Desenvolvimento Cultural em Havana, em Cuba, e recebeu o Troféu de Honra ao Mérito da Câmara Municipal de Campo Grande pelo trabalho de defesa do meio-ambiente.
Em 2009, recebeu o troféu de Honra ao Mérito pela Academia de Letras de Mato Grosso do Sul, e foi homenageado pela Câmara Municipal de Campo Grande pela defesa do meio-ambiente.
Em 2013, recebeu a Condecoração Marçal de Souza Tupã Y, pela sua produção artística em defesa das nações indígenas.
Em 2016, lançou o disco “Antologia Acaba - 50 Anos”.
No mesmo ano, recebeu homenagem da Câmara Municipal de Campo Grande (MS), além do Mérito Legislativo e Homenagem da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.
Em 2017, foi lançado o filme documentário “Grupo Acaba - 50 anos”, com Direção Fabio Flecha, e com lançamento oficial no Palácio Popular da Cultura, em Campo Grande (MS). 
Em 2018, apresentou-se no Festival Internacional do Chamamé de Villa Guillermina, na Argentina.

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