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Gracinha

Grácia Lília Rosário
13/10/1932 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 1951, atuou com Bibi Ferreira no teatro de revistas na peça "Escândalo 1951" utilizando o nome artístico de Gracinha. Atuou nas Rádios Guanabara e Rádio Clube do Brasil. Começou a carreira artístixca no Rádio cantando no programa "Papel carbono", apresentado por Renato Murce. Cantou na Mayrink Veiga, para a qual foi contratada em 1952. Atuou também na Rádio Guanabara e na Rádio Clube. Em 1953, contratada pela gravadora Sinter, gravou o samba "Apito de Mangueira", de Lilico, Salvador Micelli e Mário Blanco, com acompanhamento de conjunto e coro. Concorreu ao título de Rainha do Rádio de 1955. Por volta de 1960, já com o nome artístico de Gracinda Gracinha gravou no selo Marajoara o samba "Esqueci Madalena", de Nahum Luiz e J. Costa, e a marcha "Tudo sobe", de Aricino da Silva e Maurício Vasques. Gravou depois pelo selo Santa Anita o samba-choro "Um lugar ao sol" e o choro "Não sou prosa", ambas de autores desconhecidos. Continuou cantando embora sem o mesmo sucesso da época que concorreu ao título de Rainha do Rádio. Em 1995, gravou pela Niterói Discos o LP "O lado contrário da dor - Gracinha interpreta Maria Aparecida" no qual interpretou músicas da compositora Maria Aparecida: "Pode até", "Caro amigo meu", "Caraboa", "Fala de mim Mangueira", "Parar de sambar", e "Até chegar".

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