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Godinho

Belmácio Pousa Godinho
27/5/1892 Piracicaba, SP
21/2/1980 Ribeirão Preto, SP

Dados Artísticos

Compôs inúmeras obras de variados gêneros, dedicando-se especialmente à composição de valsas.
Dentre cerca de 300 composições, muitas encontradas em cadernos copiadas pelos músicos seresteiros,  estavam  polcas, schottischs, mazurcas, quadrilhas, tangos, maxixes etc. Algumas de suas músicas tornaram-se conhecidas, como o choro "Catando conchinhas". Dentre os letristas que trabalharam em parceria com Godinho, destacam-se Ariovaldo Pires, Arlindo Leal, Batista Júnior, Benedito Costa, Juvenal Guimarães, entre outros. Publicou música na revista carioca "O Malho". Na década de 1910 teve gravadas na Odeon pela Orquestra Andreozzi o tango sertanejo "A derrubada", a valsa "Eterna saudade", o tango "Voluntários" e a valsa lenta "Evocação". No mesmo período, a American Jazz Band Sílvio de Souza gravou a valsa "Ilusão que morre" e o tango "Inesquecível mágoa". Em 1952, teve seu maxixe "O mulatinho", gravado por Dante Santoro na flauta. No ano seguinte, a mesma composição, com letra de Felipe Tedesco, foi regravada por Hebe Camargo, ambas as gravações pela Odeon. Em 1966, foi homenageado pelo instrumentista  Alberto Calçada que gravou pela Chantecler o LP "Supremo adeus - Alberto Calçada e Seu Conjunto", com dez obras suas: "Supremo Adeus", com Benedito Costa, "Ilusão Que Morre", "Suspiros e Lágrimas", "Magnólia", "Evocação", "Valsa da Saudade", "Mar de Rosa", "Jamais Voltarei", "Ideal Desfeito" e "Dor Secreta".

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