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Gérson King Combo

Gérson Rodrigues Côrtes
30/11/1943 Rio de Janeiro, RJ

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Dados Artísticos

Aos 28 anos decidiu ser cantor e passou a integrar vários grupos, como Renato e Seus Blue Caps, Fevers e o conjunto Fórmula Sete, este último formado por integrantes como Márcio Montarroyos e Hélio Delmiro. Pouco tempo depois, fez turnê pelos Estados Unidos com o show "De Cabral a Simonal", ao lado de Wilson Simonal. Ainda nos Estados Unidos, conheceu Stevie Wonder e James Brown. De volta ao Brasil, em 1972, gravou o compacto duplo "Gerson Cortes", pela gravadora Parlophone, no qual interpretou as faixas "A poluição", "Nunca pensei", "Alguém no meu caminho" e "Pra lá de normal". Neste mesmo ano, imbuído da cultura negra americana, sua carreira tomou um outro rumo, transformando-se em um dos fomentadores do movimento Black Music, ao lado de Carlos Dafé, Don Salvador & Grupo Abolição, Hyldon, Cassiano e Os Diagonais, Tim Maia, Dom Mita, Sandra de Sá e Banda Black Rio. No ano de 1977 gravou pela Polydor seu primeiro LP, "Gérson King Combo Volume I", no qual incluiu "Mandamentos black" (c/ Pedrinho e Augusto César), "Just for you" (R. Combo e Mário Corrêa), "Esse é o nosso black brother" (c/ Pedrinho e Augusto César) e "Uma chance", de sua autoria em parceria com Pedrinho e R. Combo. Em 1978 lançou o segundo disco intitulado "Gérson King Combo Volume II". Neste LP, lançado pela gravadora Polydor, interpretou "Pro que der e vier" (Hyldon e Pedrinho), "Good Bye" (D. Luiz e Nixon) e "Meu nome é...", de autoria Carter e, de sua autoria: "Hey, você" (c/ Hugo Belati), "Funk brother soul" (c/ Pedrinho), "Tenho um vulcão dentro de mim" (c/ Messias) e "É melhor pra nós dois", em parceria com R. Combo. O disco ainda contou com a participação do conjunto Super Bacana, muito importante na época como fomentador do movimento nos bailes cariocas. Em 1986 gravou o disco "Mão Branca". Lançou 18 discos, sendo três LPs, seis compactos duplos e nove compactos simples. Com o fim da movimento black music, afastou-se da vida artística e passou a trabalhar como Coordenador de Eventos de uma fundação para crianças carentes e excepcionais, ligada à Secretaria de Desenvolvimento Social da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. No ano 2000 a produtora Elza Cohen o inseriu novamente no mercado musical, produzindo shows e apresentações do cantor em vários locais, como a "Feira Zoeira", na Lapa no Rio de Janeiro e no "Lounge do Free Jazz", de São Paulo. Por essa época, gravou com o grupo de rap Artigo 288. Logo depois, ao lado de Cassiano, Tim Maia, Farofa Carioca e Ed Motta, participou da coletânea "Soul Brasileiro", da gravadora Universal. Neste CD, compilação dos acervos das gravadoras PolyGram e Universal Music, interpretou "Andando nos trilhos", de sua autoria em parceria com R. Combo e Augusto César. Em 2001 fez duas participações especiais nas faixas "A mina lá da rua" (Ciro Cruz) e "Quem sabe" (Paulinho Black e Gérson King Combo), ambas no disco "Dançar é bom", CD de estréia da banda carioca Clave de Soul.  Neste mesmo ano, a convite de Paula Lima, participou do CD "É isso aí", disco da cantora paulista lançado pelo selo Regata. Ainda neste ano, o titã Charles Gavin relançou, através da coleção "Samba Soul", da gravadora Universal, um CD com seus dois primeiros discos. Neste mesmo ano de 2001 lançou pela gravadora Continental o disco "Mensageiro da Paz", que contou com a participação de Sandra de Sá na faixa-título, do grupo Cidade Negra na música "Força e poder" e do grupo Clave de Soul em "Não avance o sinal". Das 13 músicas do disco, algumas são regravações: "Mandamentos black", "Funk bhoter soul" e "Uma chance". As inéditas são "Eu soul",  "Brigas" e "Tudo é possível", entre outras. Em 2002 participou do show "Sandra de Sá convida" Gérson King Combo, Banda Black Rio, Luciana Mello, Seu Jorge e Rappin' Hood, Canecão. Neste mesmo ano, foi o padrinho do show "A noite da música negra carioca", pelo projeto "Novo Canto", no qual apresentou os novos talentos Marko Andrade e Lúcio Sherman. O show foi apresentado no Espaço Sesc de Copacabana, com direção e roteiro de Euclides Amaral e Sergio Natureza. Ainda neste ano, participou como convidado do grupo mineiro Berimbrown no "Projeto Conexão Telemig Celular de Música", apresentado noTeatro Rival, no Rio de Janeiro. Em 2003 o rapper Marcelo D2 incluiu no disco "À procura da batida perfeita", pela Sony, sua composição "Mandamentos black". Neste mesmo ano, participou de inúmeros shows, entre eles, "Carlos Dafé Convida" (c/ Preta Gil, Cidade Negra, Copa 7, Sandra de Sá, Dhema, Euclides Amaral, Lúcio Sherman e Marko Andrade), no Teatro Rival BR. Apresentou o show-baile "Gérson King Combo Convida", no qual contou com a participação de Paula Lima, Sandra de Sá, Lúcio Sherman, Hildon, Limousine Negra, Carlos Dafé a da banda Clave de Soul. Em 2004 foi um dos convidados de Carlos Dafé nos shows de segundas-feira na Dandi Brasil, em Ipanema. No ano seguinte, em 2005 foi um dos convidados da Banda Black Rio no Teatro Odisséia, na Lapa, centro do Rio de Janeiro. Em 2012 ao lado da banda Supergroove e da cantora Lady Zu, apresentou-se em show no Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro. No ano de 2013, ao lado de Carlos Dafé e Hyldon, desfilou no sétimo carro do Grêmio Recreativo e Escola de Samba Portela, na Marquês de Sapucaí, em decorrência do enredo da escola que homenageou os bailes e o gênero musical "Black music", dos quais é um dos principais formatadores no Brasil. Neste mesmo ano foi o convidado especial da banda de soul music Funk!Nos!, em show no Studio RJ, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ainda em 2013, com Roberta Espinosa e Marquinho O Sócio, foi um dos convidados de Carlos Dafé no show de aniversário do amigo no Teatro Rival Br, no Centro do Rio de Janeiro, no qual foram acompanhados pela Banda Real Dance. Neste mesmo ano de 2013 ao lado de Carlos Dafé, Hyldon, Paulo Diniz, Tony Tornado, Lady Zú, Luís Vagner e Di Melo foi um dos convidados da Banda Black Rio em show no palco da Praça das Artes, na Estação República, do Metrô, no centro de São Paulo. Ainda em 2013 fez show no Teatro Rival BR, na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, no qual recebeu diversos convidados especiais. Na ocasião, foi feita a gravação do DVD ao vivo. Em 2016 apresentou-se no projeto "Somos Soul", da Caixa Econômica Federal, no Rio de Janeiro, como convidado especial da cantora e compositora Lady Zu, com a qual dividiu a interpretação de clássicos do gênero "Mandamentos black", de sua autoria.

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