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Gastão Weyne

Gastão Rúbio de Sá Weyne
Circa 1940 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Começou a interessar-se pela música ainda criança e dela não se desligou ao longo de toda a vida, mesmo não sendo músico profissional. Dedicou-se ao violão tendo participado ao longo da vida de inúmeras rodas de violonistas das quais fizeram parte nomes como Francisco Soares de Souza, César Farias, Dino Sete Cordas, Izaías do Bandolim, Luizinho Sete Cordas, Canhoto da Paraíba, Ventura Ramirez, Antonio Rago, Henrique Annes, Genésio Nogueira, Maria do Céu e outros. Lançou cinco  CDs de chorinhos: "Retornando ao choro", "Chorinhos em estilo avançado", "Choros e homenagens", "Tributo às raízes" e "Meus chorinhos". Em 1997, gravou em dueto com o violonista Ventura Ramirez o CD "Chorinhos em estilo avançado" no qual a dupla interpretou os choros "Velha bossa nova" e "Dona Carol", de Luiz Bonfá, "Reencontro com Paulinho" e "Tua imagem", de Canhoto da Paraíba, "Cordinha de nó", de Clodoaldo Brito, o Codó, "Extasiado" e "Mentiroso", de Antonio Rago, "Triste solidão", de Mário Aguinaldo e Santana, "Clube do choro", de Braz Baccarin e Miranda, "Cosciente", de Santana, "Tire-teima", de Francisco Soares de Souza, "Amanhã tem mais", de Portinho e Piraci, "No tempo da modinha", de Ângelo Antônio, o Poly, e "Corinthiano", de Luiz dos Santos e Palmeira. Nesse ano, fez apresentação na qual tocou ao lado de Canhoto da Paraíba e Gereba. Publicou diversos artigos e livros, entre os quais, "1964: O DNA da Conspiração", em parceria com Jônathas de Barros Nunes, editado pela
Scortecci Editora. Em 2002, publicou pela Editora Irmãos Vitale o álbum "Meus chorinhos - Músicas para violão solo com cifras" acompanhado de CD no qual interpretou 19 composições de sua autoria: "Arnon, meu pai e amigo", "Ninando", "Mago Rago", "Amigo Ventura", "À Maryse Weyne", "Compadre Canhoto", "Amigo Annes na garoa", "Reencontro com o Genésio", "Conversando com Joca Neves", "Para o Batista e o Luizinho Sete Cordas", "Trajano - J.B.", "Camarada Izaías", "Gratidão a Ronoel Simões", "Ao irmão Vladir Menezes", "Gladstone Weyne no carnaval", "Memória do professor Soares", "Ao clã do Carlos Weyne", "Amigo Alfredo Dias" e "Choro para Oliveira". Em 2016, lançou o livro "A História do meu violão em fotos e narrativas - Minha convivência com grandes instrumentistas brasileiros".

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