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Galocantô



Dados Artísticos

Grupo de samba formado no Rio de Janeiro no final da década de 1990. De início participava em um evento semanal organizado pelo percussionista Ivan Milanez.  Integrado por Rodrigo Carvalho (voz), Marcelo Correia (violão de sete cordas), Pablo Amaral (cavaquinho e voz), Léo Costinha (surdo e voz), Pedro Áreas (percussão e voz - filho da cantora Rosane Duá), Lula Matos (percussão e voz) e Edson Côrtes (percussão e voz). Rodrigo Carvalho - cantor e compositor começou como backing-vocal em gravações e shows com Beth Carvalho. Trabalho também com Bandeira Brasil, Serginho Meriti e Wanderley Monteiro. No início da década de 2000 o grupo promoveu anualmente, no mês de dezembro, a “Festa do Galo”, confraternização que passou a fazer parte do calendário do samba carioca. Em 2002, com a música "Fina batucada" (c/ Fred Camacho) foi finalista do "VII Fest Vila", tendo sido a composição incluída no CD homônimo.  Em 2003 como puxador de samba-enredo no Império Serrano, interpretou o samba campeão daquele ano, de autoria de Arlindo Cruz. Também defendeu sambas-enredos em Vila Isabel e Portela.  No ano de 2004 foi finalista na disputa de samba-enredo na Beija-Flor de Nilópolis. Marcelo Correia - Músico (violão, cavaquinho e bandolim) criado no bairro do Cachambi, desde cedo, antes dos 15 anos tocava nas rodas de samba do bairro, onde acompanhou Chico Salles, Dudu Nobre, Ivan Milanês, Monarco e Davi do Pandeiro, Roberto Serrão, Sombrinha e o Trio Calafrio. Pablo Amaral - Músico e compositor. Começou a tocar cavaquinho em 1996. Filho da cantora Rosane Duá, participou de shows e gravações com o produtor Théo Santos. Formado em Publicidade trabalhou na TVE/RJ. Léo Costinha - percussionista começou aos 15 anos.  Integrou também o grupo Além da Razão, embrião do Galocantô. Formado como cirurgião-dentista. Pedro Arêas - percussionista nasceu no bairro de Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Lula Matos - percussionista e compositor foi criado no bairro da Lapa. Ainda pequeno freqüentava as rodas de samba do bairro. Como músico acompanhou diversos artistas, entre os quais Luiz Carlos da Vila, Wilson Moreira, Renatinho Partideiro, Adilson Bispo, Arlindo Cruz, Bandeira Brasil, Mauro Diniz, Monarco, Nélson Sargento, Tantinho da Mangueira, o Trio Calafrio, Walter Alfaiate, Zé Luiz do Império Serrano e a Velha Guarda da Mangueira. Como compositor é parceiro de Ivan Milanês, Adilson Bispo, Wanderley Monteiro, Carica, Almirzinho Guineto e Luizinho SP. Participou da gravação do CD do "Projeto Resistência". Tem diversas composições gravadas pelos grupos Estatuto do Samba, Relíquia e Panela Preta (Jundiaí) e T. Kaçula. Fez parte do coro no mais recente CD do cantor Reinaldo. Edson Cortes. Conhecido como Dinho, começou a tocar percussão aos nove anos de idade em rodas de samba, escolas e blocos carnavalescos. Estreou profissionalmente, em 1977, com o grupo Abertura. Como músico-acompanhante, já se apresentou nos Teatros João Caetano, Rival BR e Municipal de Niterói, além de ter integrado o grupo de percussionistas do Clube do Samba. Sua composição "1,99" foi gravada pelo grupo Fundo de Quintal.  Em 2006, após diversas apresentações em bares e rodas de samba pelo Rio de Janeiro e acompanhar vários artistas, o grupo Galocantô lançou o primeiro disco. No CD, além de composições de integrantes do grupo como Biro (Rodrigo Carvalho) na faixa-título "Fina batucada" (Rodrigo Carvalho e Fred Camacho), "Sem deixar pra depois" (Rodrigo Carvalho e Fred Camacho) e "Firmamento" (Biro, Mingo e Anderson Baiaco) , também foram incluídas "Deixa rolar" (Toninho Geraes e Toninho Nascimento), "Sambista de fé" (Edson Cortes, Sadraque e Paulo Franco), "Pão que alimenta" (Edson Cortes, Wantuir e Binho Sá), "Manhã seguinte" (Lula Matos, Anderson Baiaco e Alexandre Chacrinha), "Chorei por ela" (Edson Cortes, Haroldo César e Wantuir), "Miudinho" (Lula Matos, Niko e Ferreira), "Pão que alimenta" (Edson Cortes, Wantuir Cardeal e Binho Sá), "O morro espera mais um" (Theo Santos e Clóvis Beznos) e "Galã de Xerém" (Pablo Amaral e Edu Tardin), entre outras. Neste primeiro disco o grupo contou com diversas participações especiais em diversas faixas, entre as quais "Sempre marcou", com participação de Rildo Hora na gaita; "Pra lá de legal" (Arlindo Cruz e Sombrinha), "Para você voltar" (Arlindo Cruz, Neoci e Zeca Pagodinho), ambas com a participação especial de Arlindo Cruz; "Apesar do tempo" (Zé Luiz do Império Serrano e Ratinho), com a participação da Velha Guarda do Império Serrano; "A volta do malandro" (Chico Buarque) com o violino do Nicolas Krassik; "Eminência negra" (Wilson das Neves e Luiz Carlos da Vila) com participação de Diogo Nogueira e na faixa "Elo da corrente", de Edson Cortes, Niquinho Azevedo e Wantuir, com a participação de Beth Carvalho. Nesse mesmo ano passou a realizar sua própria roda de samba o “Terreiro do Galo”, apresentada inicialmente na quadra da G.R.E.S. São Clemente, no Rio de Janeiro, recebendo diversas edições em outros lugares da cidade como a quadra da Escola de Samba da Mocidade Unida do Santa Marta, Grajaú Tênis Clube e o Clube Renascença.  No final de 2008 o percussionista Pedro Áreas saiu do grupo. No início do ano seguinte o percussionista Jorge André passou a integrar o grupo. No ano de 2009 o grupo lançou o CD "Lirismo do Rio", nom qual foram incluídas composições de Edson Cortes (Dinho), Rodrigo Carvalho (Biro-Biro-Biro), Lula Matos,  Marcelo Correa (Nego), João Martins, Mingo, Baiaco, Nei Lopes, Trio Calafrio, Zé Luiz, Fred Camacho, Tuninho Gerais, entre outros. Em 2010 o grupo fez vários lançamentos do disco, entre os quais no Teatro Rival BR (Cinelândia), Trapiche Gamboa , Bar Estrela da Lapa e no Rio Scenarium, ambos na Lapa, centro do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano o grupo, em parceria com Nei Lopes, desenvolveu, no Centro Cultural Banco do Brasil, o projeto "No princípio era a roda", baseado no livro homônimo do historiador e jornalista Roberto M. Moura (1947/2005) recebendo vários convidados, entre eles Zé Luiz do Império, Ivan Milanez, Toninho Gerais, Nélson Rufino, Serginho Meriti, Claudinho Guimarães, Trio Calafrio (Marquinhos Diniz, Luiz Grande e Barbeirinho do Jacarezinho), Marquinhos China, Renatinho Partideiro e Juninho Thybau. Em 2011 o grupo foi condecorado pelo Jornal Capital Cultural com o Troféu de "Melhor Show de 2010" da casa Trapiche Gamboa, no Rio de Janeiro. Participou do projeto "7 em Ponto", realizado no Teatro Carlos Gomes, com o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro e a Secretaria Municipal de Cultura. No final de 2011 o vocalista Rodrigo Carvalho saiu do grupo para seguir carreira solo. Foi uma das atrações do palco montado na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro, para as comemorações do Réveillon de 2012. Em 2012 fez uma temporada de shows no Studio RJ, no Rio de Janeiro, com o “Projeto Cantando de Galo”, recebendo um convidado a cada semana. Nesse mesmo ano apresentou-se, ao lado de Delcio Carvalho, no projeto “Musicafinidades (Ecos de 22) - E tudo acaba em samba”, realizado pela Funarte na Sala Funarte Sidney Miller, no Rio de Janeiro, com o intuito de levar ao palco alguns dos artistas responsáveis pela revitalização do samba no bairro da Lapa carioca, mostrando a verdadeira identidade brasileira almejada pelos modernistas em 1922. Em 2013 viajou com o grupo Underground Samba Lapa e o cantor João Martins em turnê pela Argentina, apresentando-se nas casas Clube do Samba, Frodos, Foyness Bar e Pieres Resto Bar, tocando com grupos de locais. Em 2015 apresentou o show “Galocantô canta Luiz Carlos da Vila – Kizomba a festa da raça”, na Lona Cultural João Bosco, no Rio de Janeiro, para gravação de DVD em homenagem ao cantor e compositor carioca, com participações de Wilson das Neves, Dudu Nobre, Dorina, Bira da Vila, Renato da Rocinha, Mingo Silva e Gabrielzinho do Irajá.

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