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G. R. E. S. Unidos de Vila Isabel



Dados Artísticos

Segundo Hiram Araújo, no livro "Carnaval - Seis mil anos de história", a escola foi fundada a 4 de abril de 1946. A ideia de formar a escola partiu de Antônio Fernandes da Silveira, seu China, um líder da comunidade do bairro de Vila Isabel. Os componentes vieram de blocos da região, como o Acadêmicos da Vila, o Dona Maria Tataia, e o do morro dos Macacos. A Unidos de Vila Isabel repetiu as cores da Escola de Samba Azul e Branco, da qual seu China fizera parte. Os primeiros ensaios ocorreram em sua casa, no Caminho Central. Também foi ele o primeiro presidente da escola, tendo Antônio Rodrigues, mais conhecido como Tuninho Carpinteiro, Joaquim José Rodrigues (vulgo Quinzinho), Paulo Gomes de Aquino (Paulo Brasão), Ari Barbosa, Servan Heitor de Carvalho, Cesso da Silva, entre outros, como diretores e fundadores. A Ala dos Compositores era formada principalmente por Paulo Brasão, Tião Graúna, Severo Gomes de Aquino (mais conhecido como Birica e irmão de Paulo Brasão), Djalma Fernandes da Silveira, Zezé Fonfon, Rodolfo de Souza e Rosário. Mais tarde, viriam Ciro Baiano, Paulinho da Vila, Mariano Luz, Zé Branco, Aílton Rocha, Aluizio Machado, Arroz, Hilton Infinito (Guadalupe), David da Vila, Luiz Carlos da Vila, Irani (Olho Verde) e Martinho da Vila, dentre todos o mais famoso e que viria a ser o mentor principal da escola pelas décadas seguintes. O primeiro desfile ocorreu em 1947, terminando em terceiro lugar com o samba "Escravo da rainha". Tião Arroz e Raquel Amaral formaram o primeiro par de mestre-sala e porta-bandeira. Em 1956, com o enredo "Três épocas", foi vice-campeã, subindo para o primeiro grupo. A escola foi campeã pela primeira vez em 1960, no Grupo 3, com o samba "Poeta dos escravos", de Geraldo Babão. No ano de 1967 foi a primeira escola a usar tons de cores diferentes no desfile. Em 1976 a escola perdeu seu principal fundador, falecia Seu China (1900 RJ / 1976 Idem). Em 1979, venceu o desfile do Grupo 1-B, com o enredo "Os anos dourados de Carlos Machado". No ano seguinte,em 1980, ficou em segundo lugar no Grupo 1-A, com o samba-enredo "Sonho de um sonho", de Martinho da Vila, Rodolpho de Souza e Tião Grande. Em 1987 através de seu Presidente Ailton Guimarães (Capitão Guimarães e de seus diretores Hélio Mota, Wagner Tavares Araújo e Jorge Pelingeiro, foi eleito como tema de enredo "Raízes", com o qual a escola ganhou diversos "Estardartes de Ouro". O desfile mais importante da história da escola aconteceu em 1988, quando a Unidos de Vila Isabel foi pela primeira vez campeã do Grupo Especial com o samba-enredo "Kizomba, festa da raça", de Luiz Carlos da Vila, Rodolpho de Souza e Jonas Rodrigues. Suas colocações nos grupos e respectivos enredos através dos anos foram: 1947: décimo segundo lugar com o samba-enredo "Escrava rainha", de Paulo Brasão (não há registro de Grupo); 1948: sexto lugar com o samba-enredo "Navio negreiro", de Paulo Brasão (não há registro de Grupo); 1949: sexto lugar com o samba-enredo "Iracema", de Paulo Brasão (não há registro de Grupo); 1950: quarto lugar com o samba-enredo "Baía de Guanabara", de Paulo Brasão (não há registro de Grupo); 1951: não desfilou. Samba-enredo "Trabalhadores do Brasil", de Birica e Djalma Fernandes; 1952: décimo primeiro lugar com o samba-enredo "Fé, esperança e caridade", de Paulo Brasão (desfile anulado); 1953: não desfilou;  1954: samba-enredo "Presente, passado e futuro", de Paulo Brasão (não desfilou); 1955: décimo primeiro lugar com o samba-enredo "Obras da natureza", de Birica e Djalma Fernandes (não há registro de Grupo); 1956: segundo lugar do Grupo 2 com o samba-enredo"Três épocas", de Paulo Brasão; 1957: décimo sexto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "O último baile da Ilha Fiscal", de Paulo Brasão. 1958: oitavo lugar do Grupo 2 com o samba-enredo "Riquezas do Brasil", de Paulo Brasão; 1959: décimo segundo lugar do Grupo 2 com o samba-enredo "Saldanha da Gama", de Paulo Brasão e Djalma Fernandes; 1960: primeiro lugar no Grupo 3 com o samba-enredo "Poeta dos escravos", de Geraldo Babão; 1961: quarto lugar no Grupo 2 com o samba-enredo "A imprensa através dos tempos", de Paulo Brasão; 1962: oitavo lugar no Grupo 2 com o samba-enredo "D. João VI", de Rodolpho de Souza; 1963: quarto lugar no Grupo 2 com o samba-enredo "Três fatos históricos", de Paulo Brasão; 1964: terceiro lugar no Grupo 2 com o samba-enredo "Exaltação à Bahia", de Paulo Brasão e Djalma Fernandes; 1965: segundo lugar no Grupo 2 com o samba-enredo "Epopéia do Teatro Municipal", de Paulo Brasão, Rodolpho de Souza e Djalma Fernandes; 1966: quarto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Três épocas da história do Brasil", de Simplício, Zé Branco e Gemeu; 1967: quarto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Carnaval das ilusões", de Gemeu e Martinho da Vila. Na ocasião a escola foi ovacionada pela introdução da novidade em usar cores diferentes das próprias cores da escola; 1968: oitavo lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Quatro séculos de modas e costumes", de Martinho da Vila; 1969: quinto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Yá-Yá do cais dourado", de Martinho da Vila e Rodolpho de Souza; 1970: quinto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Glórias gaúchas", de Martinho da Vila; 1971: quinto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Ouro mascavo", de Jonas Rodrigues, Arroz e Djalma Fernandes; 1972: sexto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Onde o Brasil aprendeu a liberdade", de Martinho da Vila; 1973: oitavo lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Zodíaco no samba", de Paulo Brasão, Irani e Olho Verde; 1974: décimo lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Aruanã-Açu", de Rodolpho de Souza e Paulinho da Vila; 1975: sexto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Quatro séculos de paixão", de Arroz e Tião Graúna; 1976: sexto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Invenção de Orfeu", de Rodolpho de Souza, Olho Verde e Paulo Brasão; 1977: quinto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Ai que saudade que eu tenho", de Gemeu, Dida e Rodolpho de Souza;  1978: oitavo lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Dique, um mar de amor", de Jarbas, Garganta de Ferro, Migule Boanésio e Augusto Messias; 1979: primeiro lugar no Grupo 1-B com o samba-enredo "Os dourados anos de Carlos Machado", de Rodolpho de Souza, Tião Grande, Luiz Carlos da Vila e Jonas Rodrigues; 1980: segundo lugar no Grupo 1-A com o samba-enredo "Sonho de um sonho", de Martinho da Vila, Rodolpho de Souza e Tião Grande; 1981: nono lugar do Grupo 1-A com o samba-enredo "Dos jardins do éden à Era de Aquarius", de Lino Roberto, Jonas Rodrigues e Tião Grande;  1982: décimo lugar no Grupo 1-A com o samba-enredo "Noel Rosa e os poetas da Vila nas batalhas do Boulevard", de J. Albertino; 1983: nono lugar no Grupo 1-A com o samba-enredo "Os imortais", de Rodolpho de Souza, David da Vila e Jorge King; 1984: quinto lugar no Grupo 1-A com o samba-enredo "Para tudo se acabar na quarta-feira", de Martinho da Vila; 1985: terceiro lugar no Grupo 1-A com o samba-enredo "Parece que foi ontem", de David Corrêa, J. Macedo e Tião Grande; 1986: décimo primeiro lugar no Grupo 1-A com o samba-enredo "De alegria cantei, de alegria pulei, de três em três pelo mundo rodei", de David Corrêa e Jorge Macedo; 1987: quinto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Raízes", de Martinho da Vila, Azo e Ovídio Bessa; 1988: primeiro lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Kizomba, festa de uma raça", de Luiz Carlos da Vila, Rodolpho de Souza e Jonas Rodrigues; 1989: quarto lugar no Grupo 1 com o samba-enredo "Direito é direito", de Jorge King, Serginho Tonelada, Fernando Partideiro, José Antônio e J. C. Couto; 1990: décimo segundo lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "Se esta terra, se esta terra fosse minha", de Jorge Tropical, Jorginho Pereira, Aninha Guedes, Antônio Grande e Vilani Silva (Bom Bril); 1991: décimo primeiro lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "Luís Peixoto - E toma polca", de Adil, Celsinho, Helinho e Jorge Secretário; 1992: décimo segundo lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "A Vila vê o ovo... E põe às claras", de Sidney Sá, Miro Jr., Carlinhos da Vila, Claudinho do Orvalho e Arthurzinho Só; 1993: oitavo lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "G bala - Viagem ao tempo da criação", de Martinho da Vila; 1994: nono lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "Muito prazer! Isabel de Bragança e Drumond Rosa da Silva, mas pode me chamar de Vila", de Evandro, Vilani Silva (Bom Bril) e André Diniz; 1995: nono lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "Cara ou coroa", de Evandro Bocão e André Diniz; 1996: sétimo lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "A heróica cavalgada de um povo", de Tião Grande e Cafu Ouro Preto; 1997: nono lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "Não deixe o samba morrer"; 1998: décimo segundo lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "Lágrimas, suor e conquista no mundo em transformação"; 1999: décimo primeiro lugar no Grupo Especial com o enredo "João Pessoa, onde o sol brilha mais cedo", de João Luiz de Moura e Sérgio Murilo; 2000: desfilou com o samba-enredo "Eu sou índio, eu também sou imortal", de Evandro Bocão, Serginho 20, Leonel e Ivan da Wanda; 2001: quarto lugar no Grupo A com o samba-enredo "Estado maravilhoso, cheio de encantos mil", de Claudinho, Miguel Bedê, Jejê do Caminho e Haroldo Filho. No ano de 2002 classificou-se em 2º lugar no Grupo de Acesso. Também em 2002, a pedido de Martinho da Vila, presidente de honra da escola, o arquiteto Oscar Niemeyer projetou uma nova sede para a agremiação, que até o ano de 2008 ainda não havia sido gravada. Em 2004 foi a campeã do Grupo de Acesso, passando para o Grupo Especial. Em 2005 desfilou com o samba-enredo "Singrando em mares bravios... Construindo o futuro", de André Diniz, Prof. Newtão, Sidney Sã e Miguel Bedê, tendo como  intérpreteTinga, classificando-se em décimo lugar no Grupo Especial. No ano de 2006, sob a gestão do presidente Wilson Vieira Alves (Moisés) a escola foi a campeã do carnaval carioca desfilando com o samba-enredo "Soy loco por ti, América - A Vila canta a latinidade", de André Diniz, Serginho 20, Carlinhos do Peixe e Carlinhos do Petisco, puxado na avenida por Tinga. Com enredo do historiador Alex Varela e do carnavalesco Alexandre Louzada.  Em 2007 com o samba-enredo "Metamorfoses: do reino natural à corte popular do Carnaval - As transformações da vida", de Evandro Bocão, André Diniz, Serginho 20, Carlinhos Petisco e Professor Wladimir, classificou-se em 6º lugar no Grupo Especial. Em 2008, com enredo criado pelo carnavalesco Alex de Souza, classificou-se em 9º lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "Trabalhadores do Brasil", de André Diniz, Carlinhos Petisco, Evandro Bocão, Pingüim, Professor Wladimir, Dedé Aguiar, Eduardo Katata, Dinny, Miro Jr e Carlinhos do Peixe, tendo o cantor Tinga como intérprete. Em 2009 a escola classificou-se em 4º lugar do Grupo Especial com o enredo "Neste palco de folia, é minha Vila que anuncia: Theatro Municipal - A centenária maravilha". A escola desfilou com a seguinte formação: presidente: Wilson Vieira Alves; diretor de carnaval: Ricardo Fernandes; carnavalescos: Alex de Souza e Paulo Barros; enredo: Alex de Souza e Alex Varela; mestre de bateria: Mug; rainha de bateria: Natália Guimarães; mestre-sala e porta-bandeira: Julinho e Ruth; coimissão de frente: Marcelo Missailidis; intérprete: Tinga; autores do samba enredo: André Diniz, Serginho 20, Artur das Ferragens e Leonel. No ano de 2010, comandada pelo carnavalesco Alex de Souza, a escola classificou-se em 4º lugar no Grupo Especial com o samba-enredo "Cante com a Vila Isabel", de Martinho da Vila, puxado pelo cantor Tinga. Em 2011 a escola desfilou com o samba-enredo "Mitos e Histórias Entrelaçadas Pelos Fios de Cabelo", de André Diniz, Leonel, Professor Wladimir,  Artur das Ferragens e Pinguim, tendo como intérprete Tinga, classificando-se em quarto lugar em desfile no sambódromo carioca, em enredo de estreia da carnavale4sco Rosa Magalhães. No ano de 2012 a escola classificou-se, no carnaval carioca, em 3º lugar com o samba-enredo "Você Semba Lá... Que Eu Sambo Cá. O Canto Livre de Angola!", de Evandro Bocão, Arlindo Cruz, André Diniz, Leonel e Artur das Ferragens. Em 2013 a escola foi a campeã do carnaval carioca com enredo de Rosa Magalhães intitulado "A Vila Canta o Brasil Celeiro do Mundo - Água no feijão que chegou mais um..." e samba-enredo composto por Martinho da Vila, Arlindo Cruz, André Diniz, Tunico da Vila e Leonel, tendo Tinga como intérprete. A escola ainda teve como Rainha de Bateria a apresentadora paulista Sabrina Sato, como Mestre Sala Julinho e Rute como Porta-Bandeira, além de Décio Bastos como Diretor de Harmonia e a dupla Paulinho e Wallan como Mestres de Bateria. No ano de 2014 a escola classificou-se em 11º lugar, no Grupo Especial, desfilando com o samba-enredo "Retratos de um Brasil plural", de Arlindo Cruz, Evandro Bocão, André Diniz, Professor Wladimir, Artur das Ferragens e Leonel, tendo como intérprete Gilsinho. Destacamos também Cid Carvalho (Carnavalesco); Décio Bastos (Diretor de Harmonia); Wallan (Mestres de Bateria); Sabrina Sato (Rainha de Bateria); Marquinhos (Mestre-Sala); Giovanna (Porta-Bandeira) e Alex Neoral (Comissão de Frente). No ano de 2015, tendo como presidente da escola Elizabeth de Souza Aquino; carnavalesco e autor do enredo Max Lopes; pesquisador do enredo e autor da sinopse Marcos Roza; Mestre-Sala Diego Machado e Porta-Bandeira Dandara Ferreira; Diretor Geral de Harmonia Décio Bastos; Diretor Geral de Bateria Wallan Conceição Amaral (Mestre Wallan) auxiliado por Rafael (Tamborim e Chocalho), Macaco Branco, Júnior Ratão, Mangueirinha e Alex Boca Azeda (Caixa, Repinique e Tarol), Paulo Henrique, Anderson Cirilo e Clebinho (Instrumentos Graves), a escola desfilou com o samba-enredo Enredo "O Maestro brasileiro na terra de Noel... Tem partitura azul e branca da nossa Vila Isabel", de Carlinhos Petisco, Serginho 20, Machadinho, Paulinho Valença e Henrique Hoffman; puxado por Gilson da Conceição, o "Gilsinho" e ainda tendo como intérpretes de apoio Bira, Emerson, Gera, Jorge Tropical, Davi Sambaí e Gustavinho. A agremiação classificou-se em 11º lugar no desfile do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. No ano de 2016 a Escola classificou-se em 8º lugar no Grupo Especial, no qual desfilou com o samba-enredo "Memórias de Pai Arraia. Um sonho pernambucano, um legado brasileiro", de Martinho da Vila, André Diniz, Mart' nália, Arlindo Cruz e Leonel, tendo a comissão de carnaval integrada por André Diniz, Evandro Nascimento (Bocao), Leonel e Décio Bastos e ainda, como carnavalesco Alex de Souza. Também contou, neste mesmo desfile, com Décio Bastos como Diretor de Harmonia; Igor Sorriso como intérprete do samba enredo; Mestre de Bateria Wallan Amaral; Rainha de Bateria a atriz Sabrina Sato; Mestre-Sala Phelipe Lemos e Porta-Bandeira Dandara Ventapane, com Comissão de Frente de Jayme Aroxa e Martinho da Vila como Presidente de Honra, além de Luciano Ferreira como Presidente da agremiação. No ano de 2017 a Escola classificou-se em 10º lugar do Grupo Especial com o samba enredo "O Som da Cor", dos compositores Artur das Ferragens, Gustavinho Oliveira, Danilo Garcia, Braguinha e Rafael Zimmerman. Em 2018 a Escola classificou-se em nono lugar do Grupo Especial do carnaval carioca, tendo como carnavalesco Paulo Barros e desfilando com o samba-enredo "Corra que o futuro vem aí!", dos compositores Evandro Bocão, André Diniz, Pinguim, JP, Marcelo Valência, Julio Alves e Deco Augusto, interpretado na Marquês de Sapucaí por Igor Sorriso.     BIBLIOGRAFIA CRÍTICA:     ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Edição Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006. AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Esteio Editora, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014. ARAÚJO, Hiram. Carnaval - Seis milênios de história. Rio de Janeiro: Editora Gryphus, 2000.

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